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Operação Acarajé

Vencem nesta sexta as prisões temporárias de três investigados na Lava Jato

Repasses feitos pela Odebrecht é a principal linha de investigação

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Nesta sexta-feira (26) vencem as prisões temporárias de Vinícius Veiga Borin, Maria Lúcia Tavares e Benedicto Barbosa. O Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) podem solicitar a prorrogação por mais cinco dias, ou converter para prisão preventiva. O parecer é do juiz Sérgio Moro.

Ambos foram detidos durante a Operação Acarajé, Benedicto Barbosa é o vice-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Vinícius Borin é suspeito de operar contas secretas da empreiteira Odecrecht no exterior e Maria Lúcia Tavares é funcionária da empreiteira.

A principal linha de investigação dessa nova etapa da Operação Lava Jato, são os repasses feitos pela Odebrecht ao marqueteiro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma, João Santana.

A suspeita da Polícia Federal é que os recursos tenham origem no esquema de corrupção instalado na Petrobras. Os investigadores acreditam que Santana foi pago, pelos serviços prestados para o Partido dos Trabalhadores (PT), com o dinheiro de propinas dos contratos da petrolífera.

Que o marqueteiro tenha recebido US$ 7,5 milhões da Odebrecht do do engenheiro Zwi Skornicki, por meio de contas no exterior. A mulher de Santana Mônica Moura também está presa.