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Temer não pediu ‘lista’, e o governo descarta retaliações

Temer não vai punir infiéis, mas privilegiar 'verdadeiros aliados'

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O Planalto não pediu “lista” de deputados contrários ao presidente Michel Temer, na votação de quarta (2), por uma simples razão: já a tinha desde que se encerrou a sessão da Câmara. E não deve fazer retaliações: o principal objetivo, agora, é garantir o máximo possível de votos entre os 391 deputados filiados a partidos governistas para aprovar a reforma da Previdência. O governo precisa de 308 votos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O desafio de Temer é não retaliar aliados que votaram contra ele, mas também não desagradar aqueles que se expuseram para defendê-lo.

O presidente diz esperar a compreensão dos aliados: é hora de “ciscar para dentro” e garantir a aprovação das reformas.

Estão na mira dos defensores do governo os 21 tucanos e os 50 deputados de outros partidos aliados que votaram contra Temer.

O governo está otimista. Considera que quase todos os 71 “infiéis” de quarta-feira apoiarão a reforma da Previdência em nome do País.

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