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Copa 2014

Serviços de táxi são mal avaliados nas 12 cidades sede da Copa

Tarifas caras, cobranças indevidas, taxistas infratores e carros mal conservados

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A PROTESTE Associação de Consumidores avaliou o serviço de táxi nas 12 cidades sede da Copa do Mundo. A conclusão é que o serviço ainda está longe de ser o ideal. Entre os problemas apontados estão: tarifas caras, cobranças indevidas, taxistas infratores e carros mal conservados.

O taxímetro, por exemplo, está constantemente ligado a algum tipo de problema. No Rio de Janeiro, houve cobrança de valores mais alto do que o marcado; em Recife, o taxista modificou a bandeirada durante o percurso e não avisou.

Outro ponto bem negativo e preocupante foi a infração de regras de trânsito. Em Belo Horizonte, Curitiba, Natal, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo foi observado o uso de  celular; em Natal e Salvador, taxistas deixaram de usar o cinto de segurança.

A tarifa convencional mais cara foi encontrada em Cuiabá, em que a bandeirada, valor fixado no início da corrida, custa R$ 4,80. A bandeirada mais barata foi encontrada em Manaus, por R$ 3,50, uma diferença de R$ 1,30. O valor da hora parada também tem expressiva diferença entre as cidades. Em Recife, a tarifa é de R$ 13,75 por hora parada, enquanto o mesmo serviço custa R$ 34,00 em Manaus, uma diferença de R$ 20,25.

A tarifa para cada quilômetro rodado, em Cuiabá, é de R$ 2,82, na bandeira 1, e R$ 3,95, na bandeira 2. O Rio de Janeiro tem os menores valores para essas tarifas, R$ 1,95 na bandeira 1 e R$ 2,34 na bandeira 2. Recife também cobrou R$ 1,95 na bandeira 1.

A PROTESTE encaminhou os resultados do estudo às prefeituras e câmaras municipais das 12 cidades, pedindo fiscalização e aprimoramento legislativo