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Que satisfação!

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Quase um ano depois da morte do chefe político nordestino Pedro Badoque, uma comissão de inquérito da ditadura sugeriu o confisco dos seus bens. Ministro da Justiça, Petrônio Portella temia uma injustiça contra a família do morto. Pediu provas. E um atestado de óbito. Dias depois, ele recebeu um ofício da Polícia Federal: “Senhor Ministro, temos a satisfação de encaminhar o laudo cadavérico do sr. Pedro Badoque” etc. Petrônio sapecou um despacho na parte de cima do papel:

– Que mórbida satisfação!

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