Rebaixamento de nota

Para Agripino,“o governo agora é prisioneiro do imprevisível”.

Senador afirma que rebaixamento é reflexo da "desastrosa política econômica"

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“Governo agora é prisioneiro do imprevisível”, diz Agripino sobre rebaixamento de nota de crédito do Brasil

O rebaixamento da nota de crédito do Brasil mais uma vez pela agência Standard & Poor´s é reflexo da desastrosa política econômica implantada pelo governo da presidente Dilma, afirma o líder da oposição, senador José Agripino (DEM-RN).

“Investimentos em baixa, inflação em alta, recessão em curso, colocaram o desemprego crescente como lamentável decorrência do downgradeque o governo não pôde conter”, declarou o parlamentar.

A agência de classificação de risco rebaixou a nota brasileira cinco meses após retirar o selo de bom pagador do país. O rating passou de BB+ para BB e, mesmo assim, a perspectiva permanece negativa – o que pode indicar novos rebaixamentos. A nota brasileira está agora no mesmo nível de dez anos atrás.

O líder do Democratas do Senado, Ronaldo Caiado também se manifestou em relação ao rebaixamento. Para o senador o novo rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor´s é um indicativo do mercado de que a crise nacional não será resolvida com a manutenção de Dilma Rousseff na presidência da República. A agência de classificação de risco rebaixou a nota brasileira cinco meses após retirar o selo de bom pagador do país. Na opinião de Caiado, avaliação da S&P é reflexo de um governo que não tem apoio no Congresso e não consegue implantar um ajuste fiscal.

Ele afirmou que, “o rebaixamento da nota traduz o desastre que é o atual governo. O mercado, a exemplo dos brasileiros que sofrem com desemprego e inflação, não confia em Dilma. O mercado, a exemplo dos brasileiros que sofrem com desemprego e inflação, não confia em Dilma. Essa nota é a sinalização que os especialistas dão de que o Brasil não vai sair da crise se mantiver a presidente petista”.

E acrescentou que o governo Dilma, “é um governo sem credibilidade, que não implanta ajustes dentro da própria administração e que não tem força política para aprovar qualquer medida no Congresso”.

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