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Na era digital, ‘papelzinho’ é o meio da corrupção

Mantega escrevia valores da propina em bilhetinhos a Odebrecht

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A Odebrecht teve de criar um sistema informatizado no departamento específico que fazia o controle das montanhas de propina pagas a membros do governo e, em especial, a políticos do PT. Mas, entre interlocutores, o principal meio de comunicação é o velho “papelzinho”. Segundo Marcelo Odebrecht, o primeiro acerto de pagamento que fez, ele recebeu o valor “num papelzinho” que Guido Mantega entregou. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

De acordo com Marcelo em sua delação, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, em 2008, anotou a cifra num papel: “R$ 50 milhões”.

Outro delator, Henrique Valladares diz que o interlocutor de Aécio entregava números de contas a ele em pessoa e em pedaços de papel.

E-mails da Odebrecht também foram apresentados para comprovar denúncias contra políticos como José Serra, por exemplo.

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