No Paraná

Justiça ouve 'operador' investigado na Operação Triplo X

Prisão temporária de Ademir vence hoje, mas pode ser prorrogada

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Nesta segunda-feira (1) a Polícia Federal ouve Ademir Auada, apontado nas investigações como responsável pela offshore Murray Holdings na empresa Mossack Fonseca sediada no Panamá. Depoimento começou às 10h na superintendência regional da Polícia Federale ainda não acabou.

Auada foi preso na quinta-feira (28) no Aeroporto de Guarulhos, durante a 22ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Operação Triplo X. O executivo estava no Panamá. Auada era responsável, por cerca outras 18 offshores, segundo o MPF.

A prisão temporária de Ademir vence nesta segunda e pode ser prorrogada por mais cinco dias ou convertida para preventiva. A decisão depende do juiz Sérgio Moro, mas pode ser solicitada tanto pela Polícia Federal (PF), quanto pelo Ministério Público Federal (MPF).

No domingo (31) foram soltos Ricardo Honório Neto e Renata Pereira Brito, que trabalha com Honório. Segundo a Polícia Federal o prazo da prisão temporária venceu. Ambos são apontados como administradores da Mossack no Brasil.

A empresa Mossack Fonseca é investigada por abrir uma offshore, Murray Holdings, que teria assumido um dos imóveis, com intuito de esconder os reais donos do imóvel. Auada é um dos donos de apartamentos do Condomínio Solaris, no Guarujá. 

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