Copa do Mundo

Justiça nega pedido de suspensão de voluntários na Copa

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O juiz George Luis Leitão Nunes, da 59ª Vara de Trabalho do Rio de Janeiro, negou o pedido de liminar do Ministério Público do Trabalho no RJ (MPT-RJ) para que todos os voluntários da Copa do Mundo fossem contratados com Carteira de Trabalho assinada.

De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, a ação ainda não foi julgada, mas teve a primeira audiência marcada para o dia 10 de julho.Nesse caso, como a data da audiência é próxima à data do jogo final da Copa, caso a ação venha a ser julgada procedente, o vínculo trabalhista poderá ser reconhecido retroativamente.

A procuradora do Trabalho, Carina Rodrigues Bicalho, pede que o Comitê Organizador Local (COL) pague R$ 20 milhões de indenização por dano moral coletivo. De acordo com a promotora, a Fifa pretende atingir ?lucros astronômicos? o que afasta a possibilidade de ser tomador de trabalho voluntário, como previsto na legislação.

O COL argumenta que a ação não tem fundamento jurídico e que o trabalho voluntário no Mundial foi regulado pela Lei Geral da Copa. ?O trabalho voluntário em grandes eventos esportivos sempre ocorreu e é motivo de grande alegria para todos os envolvidos?, afirmou em nota.

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