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Itamaraty volta a punir diplomata metido a valentão com mulheres

Ele foi acusado de mais dois casos na embaixada em Caracas

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O diplomata Renato de Ávila Viana, já acusado de agredir mulheres, foi suspenso por 18 dias pela corregedoria do Itamaraty por agressões e ameaças a um técnico de som, na embaixada do Brasil em Caracas. Também foi acusado de ameaças e maus-tratos a uma funcionária do Instituto Brasil-Venezuela. O Itamaraty o retirou de Caracas, como o fez em 2007, em Assunção, 

Renato de Ávila Viana

quando ele foi acusado de bater na namorada. A vítima era ligada à ministra Leila Rachid, chanceler do Paraguai.

Em 2007, Renato recebeu “pena de advertência” do então corregedor Heraldo Povoas, por agredir a ex-namorada paraguaia.

Em 2003, há registro policial de uma ex-namorada de Renato Viana, em Brasília, que reagiu às suas agressões ferindo-o a faca.

Em julho passado, Renato denunciou a existência, no paraíso fiscal de Cayman, de uma conta secreta da embaixada do Brasil em Caracas. Leia na Coluna Cláudio Humberto.

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