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IGP-DI

Índice Geral de Preços registra alta de 0,24% em agosto

Resultado superou mediana do intervalo de estimativas, calculada em 0,18%

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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 0,24% em agosto, ante uma queda de 0,30% em julho, divulgou na manhã desta quarta (6), a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado superou a mediana do intervalo de estimativas, calculada em 0,18%. O intervalo previa uma alta entre 0,07% e 0,35%. Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma redução de 2,64% no ano e uma queda de 1,61% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-DI. O IPA-DI, que representa o atacado, teve alta de 0,26% em agosto, após a queda de 0,67% em julho. O IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, teve aumento de 0,13% em agosto, ante uma elevação de 0,38% em julho. Já o INCC-DI, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0,36% em agosto após aumento de 0,30% em julho. O período de coleta de preços para o índice de agosto foi do dia 1º ao dia 31 do mês.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários no atacado mensurados pelo IPA Agrícola encolheram 1,81% em agosto, após terem recuado 1,42% em julho, dentro do IGP-DI. Já os produtos industriais medidos pelo IPA Industrial registraram alta de 0,96% em agosto, ante redução de 0,41% no atacado em julho.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram diminuição de 0,39% em agosto, após a queda de 1,36% em julho.

Os preços dos bens intermediários aumentaram 0,17%, depois do recuo de 0,80% no mês anterior. Os preços das matérias-primas brutas registraram aumento de 1,21% em agosto, após a alta de 0,42% em julho.

Núcleo do IPC-DI

O núcleo do Índice de Preços ao Consumidor – Disponibilidade Interna (IPC-DI) de agosto subiu 0,14%, após uma elevação de 0,13% em julho.

O núcleo do IPC-DI é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. Ainda de acordo com a FGV, o núcleo acumulou uma elevação de 2,06% no ano. A taxa do núcleo acumulada em 12 meses foi de 3,71%. (AE)

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