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Votação

Imbassahy: Terceirização não serve de parâmetro para reforma da Previdência

A proposta teve 231 votos, enquanto a Previdência precisa de 308 votos

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O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, afirmou na noite desta segunda-feira (3) que a votação na Câmara que aprovou a terceirização irrestrita com 231 votos não serve de parâmetro para a reforma da Previdência – que precisa do apoio de 308 deputados. “A terceirização não teve um trabalho de exposição nas bancadas como a reforma da Previdência”, disse Imbassahy após evento no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, em homenagem ao casal real da Suécia.

O ministro ainda criticou a dificuldade do Congresso em votar o projeto que institui o regime de recuperação fiscal dos Estados, pois há quem queira se “aproveitar das oportunidades”. “No momento em que você vai na direção dos Estados que estão em situação pior, como o Rio de Janeiro, há outros Estados em situação razoável que querem algum tipo de benefício”, disse.

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