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Erro da Justiça portuguesa adiou extradição de procurado da Lava Jato

Preso em Lisboa, Schmidt não foi extraditado para o Brasil por erro judicial

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Schmidt usa tornozeleira.Um erro de uma juíza desembargadora do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) garantiu mais tempo de  permanência em Portugal e Raul Schmidt, acusado pela Lava Jato, que continua em seu belo apartamento lisboeta, mas usando tornozeleira eletrônica.

A extradição do brasileiro, que adquiriu cidadania portuguesa em 2011, tem causado dor de cabeça à justiça portuguesa. A Ministra da Justiça já declarou que ela não o protege porque os crimes que teriam sido cometidos são anteriores à sua aquisição da cidadania.

Raul Schimidt é suspeito no âmbito da operação Lava Jato de ter agido como intermediário de operações da Petrobrás mediante o recebimento indevido de comissões milionárias. Agora,o processo regressa ao TRL para este se pronunciar sobre o pedido de extradição do Brasil, enquanto alguns dos melhores advogados portugueses atuam na sua defesa.

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