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É hora de recuperar o tempo perdido, diz Rubens Bueno

Bueno pede pressa na recuperação dos estragos da era petista

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A aprovação pelo Senado Federal, por 61 votos a 20, do impeachment da presidente Dilma Rousseff por crime de responsabilidade representa uma vitória da população brasileira que foi às ruas protestar contra a corrupção e a incompetência dos governos do PT e fortalece ainda mais a democracia no Brasil. A avaliação foi feita pelo líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), que defende que a partir de agora o Congresso e o Executivo centrem seus esforços nas reformas necessárias para retomada do desenvolvimento no país.

“Com Dilma fora é hora de recuperar o tempo perdido, de consertar os estragos provocados pelo governo do PT em nossa economia, de intensificar o combate e aprovar novas medidas de controle e punição para os atos de corrupção e discutir e aprovar reformas que devolvam ao país a capacidade de desenvolvimento. Não se trata de uma tarefa fácil diante da situação em que deixaram o país, mas é um desafio que iremos enfrentar em parceria com toda a sociedade brasileira. É hora de controlar a farra do gasto público, acabar com o desperdício e focar os investimentos nas áreas estratégicas para o desenvolvimento do país e para o atendimento do cidadão”, afirmou Rubens Bueno.

Entre as reformas necessárias, Rubens Bueno destaca as da previdência, tributária e trabalhista. “A Previdência não sobreviverá sem mudanças em seu sistema. A reforma precisa conciliar os direitos conquistados com um novo modelo que leve em conta o aumento da expectativa de vida da população. Na questão trabalhista, não podemos fingir que no mundo atual não existam novos modelos de relação de trabalho que precisam ser regulamentados. E aqui não se trata de retirar direitos de nenhum trabalhador e sim modernizar a legislação brasileira, de sairmos do atraso”, defendeu o deputado.

Com relação a reforma tributária, Rubens Bueno destacou que o país precisa reduzir o número de impostos e desburocratizar o sistema. “Hoje temos a mais alta carga tributária do mundo pesando sobre o bolso do cidadão e um emaranhado burocrático para o pagamento de taxas, contribuições e impostos que eleva ainda mais o custo do setor produtivo. Tudo isso precisa ser revisto em conjunto com o combate a sonegação e o fortalecimento dos órgãos de fiscalização”, afirmou.

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