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Diplomatas driblam ?lei seca? no mercado negro

Para driblar ?lei seca? em países árabes, diplomatas recorrem a comércio ilegal de bebidas

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Palacio do Itamaraty

O Itamaraty poderá ser obrigado a discutir a relação com diversos países do Oriente Médio, em razão de atitude até inevitável dos funcionários de embaixadas, inclusive diplomatas, que naqueles países vira caso de polícia. É que, para enfrentar a ?lei seca? muçulmana, os brasileiros ? como muitos outros diplomatas ocidentais ? recorrem ao comércio ilegal de bebidas alcoólicas, em países do mundo árabe.

Uma garrafa de uísque Black Label vale mais que ouro e petróleo, em países muçulmanos: chega a ser vendida a US$ 400.

Curiosamente, a ?lei seca? não passa de hipocrisia em países muçulmanos: às escondidas, cidadãos locais costumam beber até cair. Leia na Coluna Cláudio Humberto.