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Decisão monocrática é o que ‘segura’ candidatura à presidência da CNC

Tadros quer impedir que TCU apure denúncias graves contra ele

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A candidatura de José Roberto Tadros à presidência da Confederação Nacional do Comércio (CNC) em setembro está pendurada em decisão monocrática que impede o Tribunal de Contas da União (TCU) de investigar graves denúncias contra a Fecomércio/AM, que ele preside há 36 anos. Mas isso poderá cair após o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) haver derrubado medida semelhante e liberado o TCU a investigar denúncias contra a Fecomércio/MG. Tanto interesse pelo controle da CNC se explica: a entidade tem um orçamento anual de cerca de R$8 bilhões, o dobro do orçamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O desembargador Souza Prudente (TRF-1) deu em abril de 2017 ao Sesc/AM, de Tadros, a liminar que havia negado um mês antes.

José Roberto Tadros recorreu ao desembargador para suspender o acórdão do TCU que rejeitou suas contas no Sesc/AM.

Antes da liminar do desembargador contra o TCU, a pretensão de Tadros foi rejeitada duas vezes, no próprio Tribunal e na 1ª instância.