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CNJ detalha dificuldades em casos de corrupção

Órgão declara que é difícil combater a Corrupção

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O Conselho Nacional de Justiça foi questionado nesta sexta-feira (16) no twitter sobre processos que envolvem crimes de corrupção. “São mais difíceis de serem julgados pelo Judiciário?”, questionou um usuário. A pergunta foi levada ao presidente do Grupo de Trabalho, conselheiro Gilberto Valente Martins, criado para acompanhar os julgamentos das ações de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública que tramitam nos tribunais brasileiros. Segundo ele, a maior dificuldade é conseguir provas materiais dos chamados “crimes do colarinho branco”.

Além disso, o conselheiro ressalta a dificuldade do judiciário em atuar no meio de “pessoas ou grupos privilegiados”, que têm acesso a informações especiais e melhores advogados. “[Isso faz] com que crimes dessa natureza sejam de difícil repressão”, afirmou. De acordo com o conselheiro, , no último Encontro Nacional do Judiciário, a chamada Meta 4, o grupo foi criado justamente para identificar e combater essas dificuldades a fim de fazer da pauta “corrupção” uma prioridade do Judiciário. Além disso, o grupo visa solucionar os casos com mais agilidade.

Nos anos de 2012 e 2013, o Judiciário julgou 63,4 mil processos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública, que ingressaram na Justiça antes de 31 de dezembro de 2011.

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