Baixa tolerância a bajulação

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Adhemar de Barros estava em plena campanha para presidente, em 1955, quando foi homenageado com festa-surpresa por assessores, no dia do aniversário. Iniciados os discursos, travou-se uma curiosa disputa para ver quem adulava mais o chefe. Cansado e impaciente, Adhemar acabou com a festa com o seu jeitão de lorde inglês:

– Agradeço, mas não suporto tanta bajulação. Peço que deem o fora.

E foi embora.

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