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Avancini diz que desconhece propinas no BNDES

Segundo ele, construtora não fez contratos diretos com BNDES

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O ex-presidente da construtora Camargo Corrêa, Dalton Avancini, disse há pouco, em depoimento na CPI do BNDES, que jamais ouviu falar em pagamento de propina em financiamentos do banco durante o período em que ocupou a presidência da empresa (2011 e 2014).

“As relações com o BNDES eram extremamente rigorosas. Eram processos longos, demorados, rigorosos, que fizeram com que a empresa tivesse até que colocar capital dela antes de receber dos projetos”, disse Avancini em resposta ao relator da CPI, deputado José Rocha (PR-BA).

Ele explicou aos deputados que a construtora não fez contratos diretos com o banco para financiar a parte da Camargo Corrêa na construção da Usina de Belo Monte (PA). A empresa é uma das construtoras contratadas pelo consórcio (Norte Energia) que está construindo a hidrelétrica.

De acordo com ele, os empréstimos do BNDES, que somam R$ 25 bilhões, foram feitos pelo consórcio. Ele disse ainda que quando assumiu a presidência da Camargo, os contratos já haviam sido assinados.

Neste momento, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), um dos autores do requerimento para a audiência pública, faz perguntas a Dalton Avancini. (Agência Câmara)

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