Queda de braço

Apreciação de vetos presidenciais não sai hoje

Queda de braço entre Câmara e Senado trava avanço da sessão

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O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu deixar para a próxima terça-feira, 7, a votação dos vetos presidenciais. Ele passou a tarde em seu gabinete reunido com líderes partidários para tentar entrar em um acordo sobre a análise dos vetos, que teve a apreciação anunciada para às 11h30 esta quarta-feira (30). Renan permaneceu trancado com os líderes em seu gabinete ao menos até às 18 horas.

Como a sessão é conjunta, entre Câmara dos Deputados e Senado Federal, os deputados ameaçaram não dar quórum na sessão caso os vetos que tratam sobre questões eleitorais não entrem na pauta. Os parlamentares da Câmara querem derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff que proíbe doações de empresas para campanhas.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, voltou a defender a manutenção dos vetos, em especial o que trata sobre o reajuste salaria de servidores do Judiciário.

Protesto esvaziado

Apesar da chace de apreciação dos vetos, incluindo o que trata sobre o reajuste salarial de servidores do Judiciário, o gramado do Congresso não foi tomado por manifestantes da categoria como em outras oportunidades.

A ausência dos manifestantes coincide com a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atendendo pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que determinou o corte de ponto de servidores grevistas. A determinação partiu do conselheiro Fabiano Silveira.

Como tem acontecido em todos os protestos, ao menos 18 food-trucks estacionaram irregularmente em uma das faixas do Eixo Monumental , uma das principais vias de Brasília, para vender lanches para os manifestantes.

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