Crise

Adoradores de cargos no PMDB impedem cortes de gastos

PMDB não abre mão de ministérios que seriam extintos ou unidos

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Percebendo a fragilidade do governo, os adoradores de cargos no PMDB atacaram como predadores a “reforma ministerial”, e praticamente inviabilizaram a pretendida redução de gastos, impedindo fusões de ministérios. Esses políticos obrigaram o vice Michel Temer a levar a presidente Dilma a “decisão partidária” de manter os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil), Henrique Alves (Turismo), Kátia Abreu (Agricultura), Eduardo Braga (Minas e Energia), Edinho Araújo (Portos).

Temer foi fortemente pressionado a levar a Dilma a “exigência” de manter Eliseu Padilha na Aviação Civil e Henrique Aves no Turismo.

Henrique Alves e Eliseu Padilha não largam Michel Temer há três dias, “acampados” no Palácio Jaburu do café da manhã até altas horas.

Temer comunicou a Dilma que o PMDB quer “incorporar” o ministério da Saúde e outro, Cultura ou Ciência e Tecnologia, à escolha dela.

O PMDB só abriu mão da Pesca, ministério de Helder Barbalho. Voltará a ser uma secretaria ou departamento do ministério da Agricultura. Leia na Coluna Cláudio Humberto.

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