Melhorias

viaduto

Entre as obras de intervenção que serão necessárias no local estão o reforço de pilares e trabalhos de revitalização
17/01/2019

Ibaneis Rocha promete uma Galeria dos Estados mais moderna e acessível

Melhorias

Ibaneis Rocha promete uma Galeria dos Estados mais moderna e acessível

Entre as obras de intervenção que serão necessárias no local estão o reforço de pilares e trabalhos de revitalização

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), visitou nesta quinta (17) a Galeria dos Estados e falou sobre o projeto de modernização do local, que inclui ainda melhorias na acessibilidade. O objetivo do GDF é transformar o local em “uma área não só de trabalho e de acesso das pessoas, mas em uma área que dê prazer a qualquer visitante ou morador da cidade que vem passear. Com muito paisagismo, mantendo o local limpo, e de forma que a sociedade tenha orgulho de transitar por esse local”, afirmou o governador. Entre as obras de intervenção que serão necessárias no local estão o reforço de pilares e trabalhos de revitalização, como fim das infiltrações e de corrosões na estrutura da galeria. No local, o governador reafirmou a entrega da obra do viaduto que desabou para março deste ano. De acordo com Ibaneis, a Via Engenharia aumentou em 20% o número de pessoas que estão trabalhando no local. A conclusão estava prevista para maio deste ano. Visita a viadutos Na última quarta (9), Ibaneis esteve na obra de reconstrução do viaduto sobre a Galeria dos Estados, que desabou em fevereiro do ano passado, para observar o que havia acontecido no local e buscar em outras obras do DF maneiras de evitar o ocorrido. “A queda desse viaduto era plenamente previsível por qualquer engenheiro e até por um leigo. Com a infiltração da água, os cabos que estavam ali dentro foram apodrecendo e se romperam. Isso deve estar acontecendo em todos os viadutos do Distrito Federal”, afirmou na ocasião, ao declarar que visitaria outros viadutos e pontes que necessitam de reparos urgentes, de acordo com um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) de 2012. Para esta quinta, estavam previstas visitas nos seguintes locais: – Ponte do Braghetto; – Passagem subterrânea de pedestres, entre a 15 e 16 norte; – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 norte; – Tesourinha do eixo W, entre as quadras 115/116 norte; – Viaduto sobre a via N2, ao lado do Conjunto Nacional; – Viaduto da DF-002 (Eixão), saída do Buraco do Tatu, sentido norte/sul; – Viaduto da DF-002 (Eixão) sobre a via S2; – Galeria dos Estados (os dois trechos, L e W); – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 203/204 sul; – Ponte Costa e Silva; – Ponte das Garças; – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 sul.
09/01/2019

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

Obras

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

GDF espera que a obra do viaduto seja entregue no final de março, e não em maio como no prazo atual

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), visitou na manhã desta quarta (9) a obra de reconstrução do viaduto sobre a Galeria dos Estados, que desabou em fevereiro do ano passado. Segundo Ibaneis, com a visita, o objetivo era entender o que havia acontecido para que o mesmo não ocorresse em outros viadutos do Distrito Federal. “A queda desse viaduto era plenamente previsível por qualquer engenheiro e até por um leigo. Com a infiltração da água, os cabos que estavam ali dentro foram apodrecendo e se romperam. Isso deve estar acontecendo em todos os viadutos do Distrito Federal”, afirmou o governador. “Isso aqui foi a queda de um viaduto pelo descaso das administrações que passaram ao longo dos anos.” A obra de reconstrução do viaduto no Eixão Sul, executada pela Via Engenharia, vai custar R$ 10,9 milhões aos cofres públicos, com conclusão prevista para maio deste ano. Ibaneis afirmou que já pediu agilidade para empresa para que a obra seja entregue no final de março. Com a volta aos trabalhos após o recesso de fim de ano, os funcionários devem trabalhar em dois turnos e o número de pessoas no canteiro de obras deve aumentar durante o dia. O início das obras foi adiado diversas vezes durante o ano passado: em um primeiro momento, a gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg decidiu demolir as quatro faixas do viaduto que não desabaram, após voltar atrás da decisão de apenas fazer uma restauração com a estrutura que ainda permanecia em pé, sem a necessidade de demolição completa. A primeira decisão ia contra o laudo da Universidade de Brasília (UnB), que recomendava a demolição. Depois, a reconstrução do viaduto ganhou um novo obstáculo, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) barrou o projeto do GDF para reconstruir a estrutura. Segundo o órgão, a proposta feria o tombamento de Brasília ao alterar a arquitetura original. O governo chegou a argumentar que o projeto apresentado pelos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) seguia questões de segurança, economia e meio ambiente. Alguns dias depois, um novo projeto foi apresentado pelo GDF e aprovado pelo Iphan. Segundo o governador Ibaneis Rocha, a maneira como a obra está sendo feita um novo viaduto está sendo construído dentro de um velho. “Essa obra sai mais cara do que seria se tivesse colocado tudo no chão e feito novamente. Da maneira como está sendo feita existe um desperdício de recursos públicos e de mão de obra. É muito mais fácil construir do que incorporar uma obra antiga dentro de uma nova”, argumentou. Prevenção O governador afirmou que na próxima semana ele, o secretário de Obras, o DER-DF e a Novacap devem visitar os viadutos que constam em um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) de 2012 por necessidade de manutenção e reparos urgentes — documento que incluía o viaduto sobre a Galeria dos Estados. Entre as obras apontadas pela auditoria do tribunal estão ainda o viaduto na saída do Buraco do Tatu; entre as quadras 115/116 Norte; entre as quadras 215/216 Norte; entre as quadras 203/204 Sul; entre as quadras 215/216 Sul; sobre a N2. O relatório aponta ainda necessidade de obras urgentes na Ponte Costa e Silva e na Ponte das Garças. No ano passado, o TCDF refez a análise e constatou que oito das 11 estruturas apontadas em 2012 ainda tinham risco de desabamento. “Temos que cuidar da revitalização desses viadutos. Eles envelheceram muito rápido; não foi dado manutenção ao longo de 50 anos; e a cidade está prestes a cair como caiu aqui”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, que trabalha na criação de um programa permanente de verificação e recuperação dos viadutos de todo o Distrito Federal. Via Engenharia e a Panatenaico A ganhadora da licitação para a obra do viaduto, a Via Engenharia, foi alvo da denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) e teve diretores investigados por suposta participação no desvio de recursos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. A obra mais cara para a Copa do Mundo de 2014, realizada no país, foi inicialmente orçada em R$ 600 milhões, mas acabou custando aos cofres públicos mais de R$ 1,6 bilhão. Questionado sobre a situação da Via Engenharia, Ibaneis ressaltou que a empresa não está impedida de participar de licitações. Antes proibida pela Justiça de participar de contratos do governo, a Via Engenharia conseguiu reverter sua situação junto ao Ministério Público Federal (MPF). “O processo licitatório ocorreu e os órgãos de fiscalização estão acompanhando. Eles têm o direito, não estão proibidos de participar de processo de licitação”, declarou o governador.
17/12/2018

Recuperação do viaduto que cedeu em São Paulo vai demorar até 5 meses

Ao custo de R$ 30 milhões

Recuperação do viaduto que cedeu em São Paulo vai demorar até 5 meses

Obras incluem reconstrução de pilares e têm custo estimado em R$ 30 milhões

A prefeitura de São Paulo informou que será de cinco meses o prazo para a conclusão das obras de recuperação do viaduto na interligação da pista expressa na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte do Jaguaré, que cedeu no dia 15 de novembro. O custo total será de R$ 30 milhões. O prefeito Bruno Covas disse que o montante poderá ser ressarcido futuramente pelo governo estadual, mas que, em princípio, o valor será desembolsado pela própria prefeitura. A empresa contratada, em caráter emergencial, foi a JZ Engenharia e Comércio. “A prefeitura tem assumido toda a responsabilidade sobre as previdências que estão sendo tomadas no viaduto”, declarou. Causas As causas do rompimento da ponte foram apontadas pela prefeitura como uma composição de fatores. Foram identificados fadiga do concreto e defeitos ocultos (não identificáveis em inspeção visual), como a ruptura na parte intermediária de uma viga, que dobrou e se apoiou sobre o pilar. “Vamos reformar os pilares, reparar a viga e fazer o reparo no tabuleiro”, disse Vitor Aly, secretário municipal de Infraestrutura e Obras. De acordo com o secretário, a obra mais importante e que demandará maior tempo é o reparo do tabuleiro. Nele, algumas das fissuras, que chegavam a 5 milímetros, terão de receber preenchimento com resina. “Vamos remover o concreto comprometido, reconstituir a lage de fundo e reforçar com fibras de carbono”, disse. Após ser erguido, no último dia 2, segundo o secretário, foi possível notar que o viaduto apresentava desgaste desigual. “Depois que colocamos os macacos hidráulicos, a gente percebeu que houve encurtamento não simétrico do tabuleiro. Em um dos lados, teve um encurtamento maior que no outro. No projeto inicial, era para [o tabuleiro] se deformar por igual e simetricamente”, explicou o secretário. Além disso, o ponto que cedeu era onde havia mais tensão de impacto. A prefeitura descartou a necessidade de demolição do viaduto, já que demoraria até três anos para que um novo viaduto ficasse pronto. Além disso, demandaria processo licitatório e os gastos estimados seriam de R$ 70 milhões. O prefeito reforçou que serão feitos laudos para avaliar a situação de 185 pontes e viadutos em São Paulo, a fim de evitar novos acidentes. (ABr)
01/12/2018

Prefeitura de São Paulo inicia testes para reerguer viaduto

Marginal Pinheiros

Prefeitura de São Paulo inicia testes para reerguer viaduto

Estrutura começou a ser levantada por macacos hidráulicos na manhã deste sábado

A prefeitura de São Paulo iniciou hoje (1º) testes para reerguer parte do viaduto na Marginal Pinheiros que cedeu cerca de 2 metros no feriado de 15 de novembro. A ação pretende examinar as reações da estrutura quando submetida à força de macacos hidráulicos para colocá-la na posição adequada. “Não sabemos a reação do viaduto ao esforço de trazê-lo de volta, por isso, estamos sendo muito precavidos, é um teste”, disse o secretário de Infraestrutura e Obras da prefeitura, Vitor Aly. “Vamos começar fazendo um deslocamento mínimo, ver o que acontece e entender como aquela estrutura vai reagir no momento que colocarmos a carga. Nossa preocupação é com a segurança”, acrescentou. Em razão dos testes, a circulação de trens foi interrompida na Linha 9-Esmeralda entre as estações Villa Lobos-Jaguaré e USP-Cidade Universitária. A ciclofaixa Rio Pinheiros também está bloqueada no trecho. A linha férrea e a a ciclofaixa passam por baixo do viaduto afetado. Os usuários poderão percorrer o trecho interditado em ônibus gratuitos da prefeitura. Os passageiros serão informados das mudanças por meio de cartazes e avisos sonoros nos trens e estações. Também podem buscar informações na página da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e pelo telefone 0800-0550121. Neste domingo (2), a circulação na Linha 9 também poderá ser alterada, dependendo da avaliação da prefeitura em relação aos testes feitos hoje. A administração municipal anunciou ainda a implantação de uma ciclofaixa provisória na Rua Costa Carvalho, ligando a ciclovia da Avenida Pedroso de Moraes à Estação Pinheiros. Segundo a prefeitura, a ação foi motivada pelo aumento do uso de bicicletas na região após os problemas no viaduto. (ABr)