Começo dos trabalhos

transição

Presidente participará da cerimônia de transmissão de cargo de cinco dos 22 ministros nomeados
02/01/2019

Ministros do governo Bolsonaro recebem cargos dos antecessores nesta quarta

Começo dos trabalhos

Ministros do governo Bolsonaro recebem cargos dos antecessores nesta quarta

Presidente participará da cerimônia de transmissão de cargo de cinco dos 22 ministros nomeados

Um dia depois da cerimônia de posse do governo Jair Bolsonaro, será a vez de os ministros receberem os cargos dos antecessores. Haverá solenidades praticamente durante toda esta quarta (2), a partir das 9h até as 18h. Bolsonaro participará da cerimônia de transmissão de cargo de cinco dos 22 ministros nomeados – Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência, general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e general Augusto Heleno (Segurança Institucional). As quatro áreas são diretamente vinculadas à Presidência da República. No final do dia, Bolsonaro também deve comparecer à solenidade de transmissão do cargo do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo. De manhã, há transmissão de cargo do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para Marcos Pontes, e da Justiça e Segurança Institucional para Sérgio Fernando Moro, além de Minas e Energia, almirante Bento Costa e Lima, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. À tarde, as solenidades são dos ministros de Cidadania e Ação Social, Osmar Terra, da Saúde, Luiz Mandsetta, da Economia, Paulo Guedes, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, além do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. No final da tarde, haverá transmissão de cargo da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. (ABr)
27/12/2018

Futuros ministros do governo Bolsonaro se reúnem em Brasília

Nesta quinta

Futuros ministros do governo Bolsonaro se reúnem em Brasília

Serão duas etapas inicialmente para capacitação e outra de trabalho

Os ministros do futuro governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, reúnem-se nesta quinta (27) em Brasília. Serão duas etapas de reuniões: inicialmente para capacitação e outra de trabalho. A segunda reunião, de caráter ministerial, será no gabinete de transição, que funciona no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Antes, pela manhã, haverá um encontro na Escola Nacional de Capacitação Pública (Enap), utilizada com freqüência para cursos destinados a funcionários graduados da União. O ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, deve coordenar as atividades. Não foram divulgados os temas nem detalhes sobre os participantes. As reuniões ocorrem a cinco dias da posse de Bolsonaro, no próximo dia 1º de janeiro de 2019. A expectativa é que o presidente eleito e sua família desembarquem em Brasília no sábado (29) já para se preparar para as cerimônias. Bolsonaro passou o feriado do Natal na Restinga da Marambaia, região litorânea do Rio de Janeiro. A previsão é que ele retorne ainda hoje para a capital fluminense.
24/12/2018

Regulamentações que “só servem para arrecadação” serão revogadas, diz Bolsonaro

Retorno ao cidadão

Regulamentações que “só servem para arrecadação” serão revogadas, diz Bolsonaro

A seis dias da posse, presidente eleito critica decisões "sem nenhum retorno prático ao cidadão"

A seis dias da posse, o presidente eleito Jair Bolsonaro reafirmou nesta segunda (24) a defesa dos interesses da população e do desenvolvimento do país. Em mais uma postagem em sua conta no Twitter, Bolsonaro disse que assim que assumir vai revogar decisões tomadas em diferentes áreas que não têm beneficiado os brasileiros. “Inúmeras regulamentações em todos os setores que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão, irão ser revogadas rapidamente em meu governo”, destacou. Desde a campanha eleitoral, a equipe de transição tem como principal bandeira a redução dos gastos e estrutura da máquina pública. “Menos interferência do Estado significa melhores condições de vida ao brasileiro”, voltou a defender Bolsonaro na manhã desta segunda. Nas últimas semanas, foram aprovadas medidas pelo Judiciário, Executivo e Legislativo que podem gerar mais custos para o futuro governo, o que podem dificultar o avanço de algumas medidas prometidas por Bolsonaro. O futuro secretário-geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, chegou a reforçar que a administração a partir de 1º de janeiro terá dificuldades em garantir o equilíbrio das contas. Mas, mesmo admitindo o desafio, a equipe de Bolsonaro tem reforçado que a prioridade será o redesenho das atividades de Estado para que o cidadão possa ser melhor servido. Natal Mais cedo, o presidente eleito deixou uma mensagem de Natal. “Com humildade, aceitando quem tem no coração a vontade de construir um Brasil melhor, buscaremos nos próximos anos restaurar o sentimento familiar há muito desgastado em nossa sociedade, bem como a paz dentro de nossos lares. Tenhamos todos um Feliz Natal”, afirmou. Desde sábado (22), Bolsonaro está na Ilha de Marambaia, no litoral sul fluminense. Bolsonaro passará o Natal com a família na Base da Marinha. (ABr)
24/12/2018

Romero Jucá surpreende e emplaca protegido no governo Bolsonaro

Novo governo

Romero Jucá surpreende e emplaca protegido no governo Bolsonaro

Apadrinhado do senador divulga que continuará na Secretaria do Patrimônio

Chefe da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) por indicação do seu padrinho e senador Romero Jucá (MDB-RR), Sidrack de Oliveira Correia enviou mensagem aos superintendentes regionais garantindo ter sido confirmado no cargo durante o governo de Jair Bolsonaro (PSL). O apadrinhado de Jucá poderá, assim, operacionalizar a venda futura dos imóveis da União, avaliados em cerca de R$800 bilhões. A venda ao menos parcial de imóveis da União é uma das possibilidades avaliadas pela equipe econômica de Bolsonaro. O valor de todos os imóveis da União é comparável apenas àquele montante que seria obtido com a exploração de todo o Pré-sal. O Gabinete de Transição desconhece qualquer entendimento de Jucá com o futuro governo, mas a presença de Sidrack sugere o contrário. Na mensagem por Whatsapp aos subordinados, o chefe da SPU diz um “fica (sic) com Deus” e pede “sangue nos olhos e faca nos dentes”.