Sem data marcada

transição

“As coisas estão caminhando para isso [apoio à base do governo]", declarou o presidente da legenda, ACM Neto
12/12/2018

Participação do DEM na base de apoio do novo governo será definida em janeiro

Sem data marcada

Participação do DEM na base de apoio do novo governo será definida em janeiro

“As coisas estão caminhando para isso [apoio à base do governo]", declarou o presidente da legenda, ACM Neto

A participação do DEM na base de apoio ao futuro governo de Jair Bolsonaro, a partir de 1° de janeiro, deve ser definida nos primeiros dias de janeiro pela Executiva Nacional do partido. O presidente da legenda, ACM Neto disse nesta quarta (12) que vai colocar a questão em votação em reunião ainda sem data marcada. “As coisas estão caminhando para isso [apoio à base do governo]. Não podemos esconder que o partido tem satisfação de ter três ministros”, disse depois da reunião de 20 parlamentares democratas com o presidente eleito, no gabinete de transição em Brasília. ACM Neto afirmou apoio mesmo diante do posicionamento de Bolsonaro pelo fim da política do “toma lá dá cá”, que garante apoio em votações de interesse do Executivo em troca de cargos. O DEM elegeu 10 novos deputados em outubro e tem agora 29 parlamentares na Câmara. Um dos principais desafios do futuro governo é a reforma da Previdência que ainda aguarda decisão dos parlamentares. Para ACM neto o novo governo deve apontar o modelo ideal de alteração da lei. “É precipitado falar sobre esse ou aquele modelo. Temos um novo governo e ele deve dizer o modelo que prefere. O tema deve ser conversado com os partidos. Bolsonaro já falou sobre isso”, afirmou. Presidência Perguntado sobre as eleições para a presidência da Câmara e do Senado, ACM Neto defendeu a independência entre os Poderes. Segundo ele, deixar a “dinâmica” seguir seu curso é a melhor saída para captar apoio posteriormente. (ABr)
11/12/2018

Destino da Funai será decidido por Bolsonaro, afirma futura ministra da Mulher

"Novo momento"

Destino da Funai será decidido por Bolsonaro, afirma futura ministra da Mulher

"A gente quer um novo momento para os povos indígenas no Brasil”, declarou Damares Alves

O destino da Fundação Nacional do Índio (Funai) no futuro governo será decidido pela equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada nesta terça (11), em Brasília, por Damares Alves, convidada para ser ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos a partir de 1º de janeiro. No Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde se reúne a equipe de transição, Damares afirmou que o assunto está sendo tratado “com calma” e atenção. “Desde o início foi um ponto complexo e delicado. A gente quer um novo momento para os povos indígenas no Brasil”, disse. Segundo ela, ainda não há nomes cotados para assumir a presidência da Funai e a escolha será feita por Bolsonaro e por ela. “O índio vai ser tratado como um todo. Vamos dar atenção especial para a educação indígena”, garantiu. Sobre a demarcação de terras, ela disse que há um trabalho e um estudo sendo desenvolvidos e evitou antecipar detalhes. Damares recebe novas lideranças indígenas ainda hoje, mas garantiu que serão conversas sobre os pontos em construção para o ministério. Família A respeito das medidas adotadas pelo futuro governo que contemplem o novo espectro da pasta – Famílias -, Damares explicou que as políticas estão sendo construídas e vão envolver ações de diversos ministérios. (ABr)
11/12/2018

Cerimonial do novo governo deve cair por ‘like’ contra Bolsonaro

Novo governo

Cerimonial do novo governo deve cair por ‘like’ contra Bolsonaro

Curtida na rede social deve render dispensa do chefe do Cerimonial da transição

Menos de um mês depois de sua designação para coordenar o cerimonial da Secretaria-geral do Gabinete de Transição, o embaixador Paulo Uchoa Ribeiro Filho deve ser afastado das suas atribuições. É que o entorno do presidente eleito descobriu nas redes sociais supostos “likes” do diplomata a postagens críticas a Jair Bolsonaro (PSL), que foi considerado falta grave e colocou em xeque sua confiabilidade. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Primeiro embaixador nascido em Brasília, Paulo Uchoa Ribeiro Filho já serviu em postos importantes como Paris, Nova York, Riad e Beirute. Paulo Uchoa Ribeiro Filho é diplomata por mais de duas décadas e tem bom conceito entre colegas, apesar de considerado “muito vaidoso”. O futuro chefe do Cerimonial deve ser escolhido em comum acordo com o futuro ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores).
08/12/2018

Paulo Guedes anuncia seis novos nomes para sua equipe econômica

Futuro ministro da Economia

Paulo Guedes anuncia seis novos nomes para sua equipe econômica

Marcelo Guaranys, ex-diretor da Anac, foi um dos anunciados; ele será secretário-executivo da pasta

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou neste sábado (8) o nome de Marcelo Guaranys, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como secretário-executivo da pasta. Servidor da carreira de Analista de Finanças e Controle do Tesouro Nacional, Guaranys é mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília e é o atual Subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. Equipe Guedes confirmou, em nota, seis novos nomes de sua equipe. Como secretário geral da Fazenda, o escolhido foi Waldery Rodrigues Júnior. Engenheiro formado pelo ITA, mestre e doutor em economia, Rodrigues Junior tem larga experiência no setor público. É pesquisador concursado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e consultor do Senado Federal na área política econômica. O atual ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, será o secretário geral adjunto da Fazenda. O secretário geral de Desburocratização, Gestão e Governo Digital será Paulo Uebel, ex-diretor executivo do Instituto Millenium, fundado por Guedes para promover o liberalismo econômico. Ele é especialista em direito tributário, financeiro e econômico. Foi secretário de Gestão da prefeitura de São Paulo e CEO Global do Lide – Grupo de Líderes Empresariais. Servidor da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Gleisson Cardoso Rubin será o novo secretário geral adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. Atualmente, ele ocupa o cargo de secretário-executivo do Ministério do Planejamento. O economista Carlos da Costa ocupará o cargo de secretário geral de Produtividade e Competitividade. Ele já foi diretor de Planejamento, Crédito e Tecnologia do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes disso, presidiu o Instituto de Performance e Liderança e foi sócio-diretor do Ibmec Educacional. (ABr)