373 mortos em Tsunami

Solidariedade

Ao menos 373 pessoas morreram após um tsunami na manhã de domingo, 23
24/12/2018

Governo brasileiro manifesta solidariedade ao povo da Indonésia

373 mortos em Tsunami

Governo brasileiro manifesta solidariedade ao povo da Indonésia

Ao menos 373 pessoas morreram após um tsunami na manhã de domingo, 23

Por meio do Itamaraty, o governo brasileiro divulgou nota de pesar e solidariedade ao povo e ao governo da Indonésia, que continua trabalhando no resgate de mortos e feridos desde a manhã deste domingo (23), quando praias ao redor do Estreito de Sunda foram atingidas por um tsunami. “O governo brasileiro expressa suas condolências às famílias das vítimas, seus votos de recuperação aos feridos e sua solidariedade ao povo e ao governo da Indonésia”, diz o texto. Hoje (24), as autoridades da Indonésia confirmaram a morte de 373 pessoas e 1.459 feridos que estavam nas ilhas de Java e Sumatra. Até o momento, o Itamaraty não tem registro de brasileiros atingidos pelo maremoto. O monitoramento está sendo feito por meio da embaixada brasileira em Jacarta e da Divisão de Assistência Consular (DAC) em Brasília, Os telefones de plantão foram divulgados para que qualquer cidadão possa notificar a emergência. O contato com a unidade consular da embaixada em Jacarta é +62 811 800 662. Em Brasília, o Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty pode ser acionado pelos telefones +55 61 2030-8803/8804 (das 8h às 20h) e + 55 61 98197-2284 (plantão consular, das 20h às 8h) e pelo e-mail dac@itamaraty.gov.br. (ABr)
04/09/2018

Ufal critica cortes de até 85% em universidades, ao ser solidária ao Museu Nacional

Ciência fragilizada

Ufal critica cortes de até 85% em universidades, ao ser solidária ao Museu Nacional

Consuni condena cortes em investimentos nas universidades públicas

No dia em que empossou novos membros, o Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) aprovou nesta segunda-feira (3) uma nota de solidariedade pela tragédia ocorrida no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro. O documento demonstra indignação diante de cortes orçamentários de até 85% para investimentos em universidades públicas. Na crítica, o Consuni da Ufal destaca que as universidades públicas são as principais instituições que produzem, preservam e socializam o conhecimento científico, histórico e artístico no país, sendo responsável por mais de 90% de toda a produção científica nacional. “Também manifestamos nossa contrariedade ao esvaziamento sistemático do orçamento para o desenvolvimento científico e tecnológico, e para preservação do patrimônio histórico e artístico brasileiro, promovidos pelo governo federal, que fragiliza sobremaneira as instituições responsáveis pela manutenção do patrimônio histórico, cultural e científico nacional”, diz um trecho da nota, que pode ser lida integralmente aqui. A reitora Valéria Correia afirma que as universidades que possuem prédios históricos precisam ter um diferencial em seu custeio, principalmente quando se trata de museu, por causa da especificidade. Além disso, também demonstrou sua tristeza frente ao caso. ‘’Enquanto o Museu Nacional queimava, a nossa história estava sendo apagada. Foi uma consternação nacional’’, lamentou a reitora. O Consuni ainda afirma que a Universidade Federal de Alagoas se coloca a disposição para, através de seus museus, colaborar na reconstrução do Museu Nacional. O diretor do Museu de História Natural (MHN) da Ufal, Jorge Luís Lopes, também se solidarizou com o caso. E ressaltou que, assim como o Museu Nacional, o Museu de História Natural da Ufal detém patrimônios únicos, e que outros museus do Brasil também passam por situações de igual risco. “O fóssil mais importante de mamífero do Brasil, hoje se encontra no MHN, é um fóssil que está sob nossa responsabilidade, porque é a única peça que existe no mundo, não é no país, é no mundo!”, enfatizou ao comentar sobre uma parte do acervo do MHN, que será divulgada posteriormente, após a conclusão das pesquisas. (Com informações da Ascom Ufal)
27/08/2018

PGR denuncia ex-ministro e cinco deputados por organização criminosa

Denúncia

PGR denuncia ex-ministro e cinco deputados por organização criminosa

Roberto Jefferson, Paulinho da Força, Jovair Arantes, Marquezelli e Ademir Camilo são indiciados

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou à Justiça 26 pessoas, entre políticos, servidores públicos, lobistas e sindicalistas, por suposto envolvimento numa organização criminosa no Ministério do Trabalho. Entre os denunciados estão o ex-ministro da pasta Helton Yomura, afastado do cargo no mês passado, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, a filha dele, deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ). Também foram acusados de integrar o esquema os deputados Jovair Arantes (GO), que teve dois sobrinhos presos, e Nelson Marquezelli (SP), ambos do PTB, além de Paulo Pereira da Silva, presidente nacional do Solidariedade e líder da Força Sindical, e de Ademir Camilo (MDB-MG) – este último não está no exercício do cargo. Na peça de acusação, enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta segunda (27), a procuradora-geral Raquel Dodge pede, além da condenação, a perda da função pública para os parlamentares e os servidores envolvidos. Ela requereu o pagamento do valor mínimo de R$ 4 milhões por danos materiais e de outros R$ 4 milhões por morais. Além disso, solicitou a abertura de novos inquéritos para apurar os crimes de corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. De acordo com a denúncia, a liberação de registros sindicais e outras medidas do Ministério do Trabalho eram condicionadas ao pagamento de propinas ou de outras vantagens indevidas, como a concessão de apoio político aos políticos investigados e a filiação de entidades a centrais sindicais por eles controladas. “Os elementos probatórios reunidos no inquérito indicaram que representantes das entidades sindicais ingressam no esquema criminoso em razão da burocracia existente na Secretaria de Relações do Trabalho, que dificulta -e muitas vezes impede- a obtenção de registro àqueles que se recusam a ofertar a contrapartida ilícita que lhes era exigida”, escreveu a procuradora na denúncia. O caso foi investigado na Operação Registro Espúrio, da Polícia Federal. A denúncia será analisada pelo relator da investigação, ministro Edson Fachin. Os denunciados vêm negando participação em ilícitos. Além de provas colhidas nas três fases da operação, a denúncia foi embasada em depoimentos do ex-coordenador de Registro Sindical, Renato Araújo Júnior, que firmou acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal. A reportagem entrou em contato com representantes de Helton Yomura, Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, Nelson Marquezelli e Paulo Pereira da Silva, que ainda não se pronunciaram sobre a denúncia. A assessoria de Jovair Arantes não atendeu aos telefonemas da reportagem. Ademir Camilo não foi localizado. (Com informações da Folhapress)
26/07/2018

‘Blocão’ oficializa apoio à candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência

Eleições 2018

‘Blocão’ oficializa apoio à candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência

Grupo é composto por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade; nome do vice-presidente continua sem definição

Partidos que compõem o chamado Centrão, formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade, oficializaram nesta quinta (26 ) apoio à pré-candidatura do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin à Presidência da República. O nome do vice-presidente continua sem definição. O assunto permanece em reuniões internas com lideranças dos partidos e o presidenciável em Brasília. O bloco aguarda resposta definitiva ao convite feito ao empresário Josué Gomes (PR), filho de José Alencar, vice-presidente do governo Luiz Inácio Lula da Silva, morto em 2011, vítima de câncer. Ao ser questionado sobre o vice, Alckmin voltou a dizer que “não está com pressa” e que tem até o dia 4 de agosto, dia da convenção nacional dos tucanos, para definir um nome. Por enquanto, a certeza dada pelo presidenciável é que o vice não virá de São Paulo. Além de Josué, nomes de outras siglas do bloco foram discutidos. O Solidariedade, por exemplo, sugeriu para compor a chapa o ex-deputado e ex-ministro Aldo Rebelo (SP), e o PP queria a cadeira para o empresário Benjamin Steinbruch. Ao discursar e agradecer o apoio do Centrão, Alckmin lembrou a campanha de 2006, quando foi derrotado por Lula no segundo turno. Disse que, desta vez, se sente mais maduro para a disputa e lembrou que não é um momento fácil. “Quem assumir em 1º de janeiro enfrentará mais um ano de déficit primário”, destacou. Ele acrescentou que, além disso, o país tem mais de 13 milhões de pessoas desempregadas e enfrenta o “ drama da segurança pública”. “O caminho não é nem autoritarismo, nem populismo, mas a democracia”, disse o tucano, que prometeu focar seu governo na geração de emprego e renda. Rodrigo Maia Em entrevista coletiva, em Brasília, o presidente do Democratas, ACM Neto, leu uma carta enviada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está em Miami. Na carta, Maia, pré-candidato à Presidência da República, disse que a decisão de abandonar a corrida presidencial foi tomada em conjunto com os partidos do bloco e que o caminho foi unir esforços em torno do projeto político que “parece mais viável para evitar marcha à ré no país”. Ao declinar da pré-candidatura, Maia disse que vai tentar se reeleger como deputado federal. (ABr)