Dados FGV

Salvador

Vestuário e habitação foram as classes de despesa que mais contribuíram para essa alta
03/01/2019

IPC-S cresce em sete capitais e o Rio tem a maior inflação: 0,73%

Dados FGV

IPC-S cresce em sete capitais e o Rio tem a maior inflação: 0,73%

Vestuário e habitação foram as classes de despesa que mais contribuíram para essa alta

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) terminou o ano de 2018 em alta em sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A variação de preços geral na quarta semana de dezembro foi de 0,29%, mas o indicador chegou a 0,73% no Rio de Janeiro. Ainda no Rio, foi registrada a maior inflação entre as cidades brasileiras que fazem parte do estudo. Belo Horizonte (0,25%), Porto Alegre (0,25%) e Salvador (0,22%) não chegaram a 0,3% de variação. Recife (0,19%), São Paulo (0,11%) e Brasília (0,09%) tiveram as menores taxas. A inflação do Rio de Janeiro subiu 0,18 ponto percentual em relação à terceira semana de dezembro, quando havia atingido 0,55%. Vestuário e habitação foram as classes de despesa que mais contribuíram para essa alta, mas alimentação e educação também pressionaram o índice por já se encontrarem em um patamar mais elevado. Apesar de ter a menor taxa de inflação semanal entre todas as capitais, Brasília teve um avanço de 0,38 ponto percentual na variação de preços. O movimento de preços na capital federal foi influenciado por vestuário e transportes, disse a FGV.(ABr)
06/12/2018

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

Dieese

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%)

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 330,17) e Natal (R$ 332,21). Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%). De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais. Com base nesses valores, o Dieese estimou em R$ 3.959,98 o salário mínimo necessário para a uma família de quatro pessoas no mês de novembro, o equivalente a 4,15 vezes o mínimo atual, de R$ 954. Em outubro, o salário mínimo foi estimado em R$ 3.783,39. O tempo médio que um trabalhador levou para adquirir os produtos da cesta básica, em novembro, foi de 91 horas e 13 minutos. Em outubro de 2018, ficou em 88 horas e 30 minutos. (ABr)
15/02/2017

Nove mil turistas desembarcam no Porto de Salvador durante o Carnaval

Temporada

Nove mil turistas desembarcam no Porto de Salvador durante o Carnaval

A cidade também conta com opções para quem não quer cair na folia

Durante o Carnaval, Salvador receberá 9.231 turistas oriundos de navios de cruzeiro. Dois deles chegam do Rio de Janeiro com cerca de cinco mil pessoas. A temporada de cruzeiros teve início em outubro de 2016 e segue até abril deste ano. Ao fim deste período, 155 mil passageiros terão desembarcado de 20 navios oriundos de diversas partes do Brasil e do exterior. Para recepcionar os visitantes, apresentar opções de roteiro para o Carnaval e para as demais atrações culturais e gastronômicas da capital baiana, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) terá equipes de monitores destinadas especificamente para atender esse público. "O turista que vem para o Carnaval fica um tempo curto na cidade. É a partir da boa recepção que passam a ter a cidade como opção para uma nova visita, esta mais demorada, para aproveitar ainda mais o que Salvador tem a oferecer", diz o secretário Cláudio Tinoco. Além da chegada de visitantes pelo Porto, a Secult estima que Salvador receba cerca de 450 mil turistas a mais por via terrestre, sendo que 400 mil chegando de outras cidades da Bahia e aproximadamente 50 mil de outros estados do país. Ainda segundo a pasta, o Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães terá 1,6 mil voos no período, sendo 250 extras, vindo de diversas partes do Brasil e do Mundo. Opções Como alternativas para aqueles que não vão participar diretamente do Carnaval ou que buscam algo para aproveitar as horas que antecedem o momento de cair na folia, existem roteiros específicos para quem desejar conhecer melhor as ruas, becos e ladeiras históricas de Salvador. "Outra opção é o roteiro tradicional do Centro Histórico que, com suas igrejas e ladeiras históricas, atende o público que não pretende ir aos circuitos tradicionais do Carnaval e podem optar por um passeio mais tranquilo, podendo ainda apreciar a folia alternativa do Pelourinho", aponta Tinoco.
23/11/2016

Artistas defendem parecer do Iphan em obra que gerou crise no governo

Prédio em Salvador

Artistas defendem parecer do Iphan em obra que gerou crise no governo

Eles também criticam a pressão que teria sido feita pelo ministro

Um grupo de 132 nomes do setor cultural e acadêmico, como Caetano Veloso, Tom Zé, Luís Fernando Veríssimo, Otto, Wagner Moura, Sônia Braga, Anna Muylaert, Nana Caymmi e Jean Tible, subscreveu um abaixo-assinado para que a construção do edifício La Vue, em Salvador, respeite o limite de 13 pavimentos determinado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Cultural (Iphan).  O empreendimento é o epicentro da atual crise política no governo federal desde que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou o titular da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, de pressioná-lo a aprovar o empreendimento com 30 andares. Geddel nega. O texto do abaixo-assinado pede que seja respeitado o parecer do Iphan. "O projeto terá um impacto brutal sobre a paisagem do sítio histórico do Porto da Barra, uma das mais belas praias urbanas do mundo e patrimônio precioso da primeira capital do Brasil".  Sem citar o nome de Geddel, os signatários também criticam a pressão que teria sido feita pelo ministro, que afirmou ter comprado um apartamento no edifício. "São reprováveis as pressões imobiliárias de toda natureza sobre os órgãos estaduais e federais de proteção. Esperamos que o Iphan defenda os interesses públicos dos baianos e dos brasileiros, assegurando o gabarito baixo da referida obra e preservação das paisagens históricas e ambientais de Salvador". (AE)