Enem 2019

resultado

Estudantes deverão consultar a Página do Participante
17/04/2019

Resultado do pedido de isenção da taxa do Enem será divulgado hoje

Enem 2019

Resultado do pedido de isenção da taxa do Enem será divulgado hoje

Estudantes deverão consultar a Página do Participante

Participantes que solicitaram a isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem conferir hoje (17) se os pedidos foram ou não aceitos. O resultado estará disponível na Página do Participante. Para consultar o resultado, será necessário informar o CPF e a senha criada na hora de fazer a solicitação. Os estudantes que não tiverem a solicitação aceita poderão entrar com recurso no período de 22 a 26 de abril, também na Página do Participante. O resultado do recurso será divulgado no mesmo endereço, a partir de 2 de maio. Para participar do exame, os estudantes – com ou sem isenção da taxa – devem fazer a inscrição no período de 6 a 17 de maio. Ao todo, 3.687.527 estudantes solicitaram a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo para pedir a isenção da taxa do Enem terminou no último dia 10. A taxa de inscrição deste ano é R$ 85. Também nesta quarta-feira será divulgado o resultado das justificativas dos estudantes que não pagaram o Enem 2018 e que, por algum motivo, faltaram às provas. Para pedir isenção novamente este ano, esses estudantes tiveram que apresentar uma justificativa da ausência. Estudantes isentos  Têm direito à isenção da taxa os estudantes que estão cursando a última série do ensino médio em 2019 em escola da rede pública; aqueles que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio, o que, em valores de 2019, equivale a R$ 1.497. São também isentos os participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ou seja, membros de família de baixa renda com Número de Identificação Social (NIS), único e válido, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 499), ou renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 2.994). Enem 2019 O Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. As notas do exame podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). (ABr)
11/04/2019

Aumento de 3,4% na produção de grãos garante safra de 235,3 milhões de toneladas

Agronegócio

Aumento de 3,4% na produção de grãos garante safra de 235,3 milhões de toneladas

Segundo a Conab, essa é a maior safra dos últimos 41 anos

A produção de grãos no Brasil no período 2018/2019 deve alcançar 235,3 milhões de toneladas, após crescimento de 3,4% em relação à safra passada. Os dados são do 7º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo a companhia, essa é a maior safra dos últimos 41 anos. Soja, milho, arroz e algodão representam 94,5 % da safra produzida no país. Com exceção do arroz, essas culturas contribuíram com a elevação de 2,1% na área de plantação em relação à safra anterior. Também contribuiu para o resultado positivo da safra atual a melhora na produção de milho na segunda safra: é prevista uma colheita de 68,1 milhões de toneladas. A colheita prevista para o milho é de 94 milhões de toneladas, um aumento de 16,5% em relação ao registrado na safra anterior. O algodão em pluma também registrou um bom desempenho, com um aumento de 32% em relação à safra 2017/2018, chegando a 2,6 milhões de toneladas. A Conab aponta retrações nas safras de arroz, feijão, milho na primeira safra e girassol. O arroz registrou queda de 11,7% na área, com uma produção de 10,7 milhões. Já o milho primeira safra perdeu espaço para o feijão, cana-de-açúcar e pastagens, de acordo com o superintendente de Informações do Agronegócios da Conab, Cleverton Santana.
10/04/2019

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 0,62%

1ª prévia de abril

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 0,62%

Com o resultado, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,32% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,62% na primeira prévia de abril, taxa acima da registrada pela prévia de março (0,71%). Com isso, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,32% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta (10) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda da taxa foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que registraram inflação de 0,65% em abril, ante o 0,9% de março. Por outro lado, a inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,47% para 0,65% e a taxa do Índice Nacional de Custo da Construção cresceu de 0,02% para 0,36%. (ABr)
09/04/2019

Tragédia em Brumadinho provoca queda na indústria de MG e Espírito Santo

Rompimento de barragem

Tragédia em Brumadinho provoca queda na indústria de MG e Espírito Santo

Resultado nos dois estados foi pressionado pela redução na produção de minério de ferr

O rompimento da barragem de Brumadinho (MG) provocou queda de 9,7% na indústria do Espírito Santo e de 4,7% na de Minas Gerais na passagem de janeiro para fevereiro. Esses foram os dois estados com maiores recuos na produção industrial no período, segundo dados divulgados nesta terça (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Bernardo Almeida, analista da pesquisa, o resultado nos dois estados foi pressionado pela redução na produção de minério de ferro, após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 25 de janeiro. Outros locais com queda na produção industrial de janeiro para fevereiro foram Goiás (-2,6%), Rio de Janeiro (-2,1%), Rio Grande do Sul (-1,4%) e Pará (-0,1%). Ao mesmo tempo, nove dos 15 locais pesquisados pelo IBGE tiveram alta na produção: Bahia (6,5%), Região Nordeste (6,2%), Pernambuco (5,9%), São Paulo (2,6%), Mato Grosso (1,7%), Amazonas (1,5%), Paraná (1,1%), Ceará (1,1%) e Santa Catarina (0,5%). Na média nacional, a indústria cresceu 0,7%. Outras comparações Na comparação com fevereiro de 2018, a produção industrial avançou em dez dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pará (12,7%) e Paraná (10,8%). Mato Grosso e Região Nordeste mantiveram-se estáveis. No acumulado do ano, houve perdas em sete dos quinze locais pesquisados, com destaque para o Espírito Santo (-6,2%). Dois locais mantiveram-se estáveis (São Paulo e Minas Gerais) e seis tiveram alta. O maior avanço ocorreu no Paraná (10,3%). Já no acumulado de 12 meses, oito dos 15 locais tiveram alta. A maior delas foi registrada no Pará (9,1%). São Paulo mantém-se estável. Seis locais apresentaram queda. Goiás acumula a maior perda: -4%. (ABr)