Liderou para senador

Renan Calheiros

Ronaldo Lessa chegou a liderar disputa pelo Senado, contra Renan
01/03/2019

Ex-governador que perdeu mandato ao apoiar Renan vira secretário em Alagoas

Liderou para senador

Ex-governador que perdeu mandato ao apoiar Renan vira secretário em Alagoas

Ronaldo Lessa chegou a liderar disputa pelo Senado, contra Renan

O ex-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT-AL), foi nomeado ontem para o cargo de secretário estadual de Agricultura, após sacrificar seu mandato na Câmara Federal para apoiar as reeleições dos emedebistas Renan Filho e Renan Calheiros, aos cargos de governador e senador, em 2018. O novo secretário é irmão do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/AL), Otávio Lessa. A nomeação é o cumprimento de acordo político firmado por Renan Filho no ano passado, quando Ronaldo Lessa era incentivado a disputar o governo de Alagoas pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e pelo candidato pedetista a presidente da República, Ciro Gomes, que acabaram cedendo e dando aval para a aliança do ex-governador com o clã Calheiros. Depois de se aliar com o maior rival dos Renans em Alagoas, há dois anos, Ronaldo Lessa chegou a liderar a disputa pelo senado em Alagoas, com dez pontos percentuais à frente de Renan Calheiros, que apareceu listado na terceira posição da pesquisa de intenções de votos do Instituto Paraná Pesquisa, no ano pré-eleitoral de 2017. Lessa foi coordenador da bancada federal de Alagoas no Congresso Nacional e não conseguiu de reeleger como deputado federal, depois de se render à aliança com a coligação de Renan, após a oposição desandar, com a indefinição de qual seria a cabeça da chapa que enfrentaria o favorito Renan Filho, reeleito praticamente sem adversários, com 77% dos votos válidos, em 2018. Cenário de crises A nomeação acontece em meio à crise que ameaça o Programa do Leite de Alagoas e enquanto o governo de Renan Filho se defende das denúncias de ilegalidade no contrato que sangrou R$ 12 milhões dos cofres públicos, sem licitação, sob a gestão de outro pedetista, ainda mantido na presidência da Agência Reguladora de Serviços de Alagoas (Arsal), alvo de denúncias do Ministério Público Estadual. Renan Filho chegou a oferecer cargos de secretários aos deputados federais Nivaldo Albuquerque (PTB-AL) e Marx Beltrão (PSD-AL), com o objetivo de abrir espaço para o ex-governador Ronaldo Lessa assumir a suplência do cargo de deputado federal, em Brasília (DF). Ronaldo Lessa substitui Carlos Henrique de Amorim Soares, na pasta que foi ocupada por quase todo o primeiro mandato de Renan Filho pelo agropecuarista indicado pelo senador Fernando Collor (Pros-AL), Álvaro Vasconcelos, demitido em outubro de 2017, através de um recado por telefone enviado pelo governador por meio de um assessor do governo.  
13/02/2019

Davi Alcolumbre dispensa diretor da polícia do Senado ligado a Renan Calheiros

Troca de comando

Davi Alcolumbre dispensa diretor da polícia do Senado ligado a Renan Calheiros

Pedro Ricardo Araújo Carvalho era homem de confiança de Renan e Sarney

O novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), resolveu retirar de seu entorno um dos homens de confiança do senador Renan Calheiros (MDB-AL), ao trocar o comando da Polícia Legislativa que atua na Casa. Pedro Ricardo Araújo Carvalho, que também é próximo ao ex-presidente José Sarney (MDB-AP), foi dispensado na segunda-feira (11) do cargo de diretor da Secretaria de Polícia do Senado Federal. No seu lugar entra Alessandro Morales Martins, que já atua na Polícia Legislativa. “O diretor da Polícia Legislativa é um cargo de confiança do presidente e achei por bem fazermos uma oxigenação na gestão, especialmente na Polícia do Senado”, afirmou Davi. Indagado se havia pesado para a decisão o fato de Pedro Ricardo, conhecido no Senado como Pedrão, ser ligado ao MDB, ele negou. “Pesou o fato de o DEM, aliado a todos os outros partidos, entender que precisávamos mudar a gestão do Senado Federal”, declarou. Fraude investigada Renan renunciou à candidatura a presidente do Senado, quando viu que perderia a eleição para Davi Alcolumbre, que determinou abertura de investigação para apurar suspeita de fraude na disputa. Na primeira votação, foram registrados 82 votos, apesar de haver apenas 81 senadores. O caso está sendo apurado pela corregedoria da Casa. Em 2016, Pedrão, que é servidor desde 1993, foi um dos alvos da Operação Métis, da Polícia Federal, que visava desarticular uma suposta organização criminosa que tentava atrapalhar investigações da Lava Jato. Além de Pedro Ricardo, outros três policiais legislativos foram presos provisoriamente. À época, a Folha de S.Paulo apurou que a investigação nasceu a partir de informações fornecidas à PF, no âmbito do STF, por um policial legislativo. Ele contou que estavam sendo feitas varreduras eletrônicas anti-grampo telefônico em endereços fora do Senado. Pelas normas da Casa, as varreduras podem ser feitas nas dependências do Senado. Em 2006, a Polícia do Senado foi acusada de sabotar a Operação Mão-de-Obra, que desbaratou uma quadrilha que fraudava contratos milionários de terceirização na Casa. Na época, o Ministério Público Federal protestou contra uma possível intervenção do Senado para retirar documentos na madrugada de 15 de julho daquele ano e, depois, esconder as câmeras de vigilância. As gravações do circuito interno jamais apareceram. (Com informações da Folhapress)
13/02/2019

Simone Tebet na CCJ impõe nova derrota a Renan Calheiros no Senado

Derrota dupla

Simone Tebet na CCJ impõe nova derrota a Renan Calheiros no Senado

Por aclamação, MDB indicou rival do senador para não perder presidência da CCJ

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) sofreu ontem (12) sua segunda derrota consecutiva em dez dias de convivência com o novo perfil de formação do parlamento, ao ser preterido pelo MDB na indicação de um nome do partido para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que terá como presidente a adversária do alagoano, Simone Tebet (MDB-MS), escolhida por aclamação. A Presidência da CCJ era o plano B do senador, após pular fora da eleição pela Presidência do Senado em 3 de fevereiro, ao sentir que perderia a disputa com a abertura dos votos pelos senadores em plenário. Mas o MDB foi informado de que Renan não seria aceito pelas demais lideranças partidárias, para evitar a repetição das cenas de vexame para o Legislativo protagonizadas pelo ex-presidente do Senado na tumultuada eleição. O plano de Renan junto ao líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), era que o senador aliado o indicasse para presidir a CCJ. Mas o líder emedebista teve de assumir o compromisso de indicar Simone Tebet, caso contrário, o MDB poderia perder a indicação da presidência da comissão. Simone Tebet chegou a registrar candidatura avulsa a presidente do Senado, mesmo depois de perder para Renan, por 7 votos a 5, a disputa interna no MDB para ser o nome do partido na eleição interna. Mas desistiu da disputa para apoiar Davi Alcolumbre (DEM-AP) e impedir a eleição de Renan Calheiros para um frustrado quinto mandato na Presidência do Senado.
08/02/2019

Kátia & cia podem responder ao Conselho de Ética por quebra de decoro

Baderna

Kátia & cia podem responder ao Conselho de Ética por quebra de decoro