Reeleito

reeleição

Com 334 votos, o deputado do Rio de Janeiro venceu a eleição no 1º turno
01/02/2019

Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara dos Deputados

Reeleito

Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara dos Deputados

Com 334 votos, o deputado do Rio de Janeiro venceu a eleição no 1º turno

O deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito na noite desta sexta-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados. O carioca obteve 334 votos dos 513 deputados federais que tomaram posse esta semana. O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) ficou em segundo lugar com 66 votos e, em terceiro lugar com performance abaixo do esperado, o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ). João Henrique Caldas (PSB-AL) teve 30 votos, Marcel Van Hattem (Novo-RS), 23 votos, o ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP-PR), 4 votos e o deputado General Peternelli (PSL-SP) obteve 2 votos. Apenas 3 deputados votaram em branco.
01/02/2019

Bloco majoritário apoia reeleição do deputado Rodrigo Maia

Câmara dos Deputados

Bloco majoritário apoia reeleição do deputado Rodrigo Maia

O anúncio foi feito após a primeira reunião de líderes partidários da atual legislatura

Com 11 partidos e 301 deputados, o maior bloco parlamentar formado para a eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu apoiar o nome do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidir a Casa por mais dois anos. O anúncio foi feito após a primeira reunião de líderes partidários da atual legislatura (2019-2022), que foi encerrada há pouco. Também concorrerão à vaga os deputados Fábio Ramalho (MDB-MG); JHC (PSB-AL); General Peternelli (PSL-SP); e Ricardo Barros (PP-PR), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Marcelo Freixo (Psol-RJ). Em relação aos demais cargos da Mesa Diretora, houve acordo em relação a quais cargos cada representação terá direito. Os dois outros blocos parlamentares formados nesta sexta-feira (1) também participaram do acordo. Conforme a distribuição de cargos definida pelas lideranças partidárias, caberá ao maior bloco, que é liderado pelo PSL – partido com 52 deputados eleitos –, indicar nomes para ocupar 1ª e 2ª vice-presidências e 1ª, 3ª e 4ª secretarias. Também integram o bloco: PP, PSD, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PTB, PSC e PMN. Segundo as indicações, o deputado Marcos Pereira (PRB-SP) deverá ocupar a 1ª vice-presidência; o deputado Luciano Bivar (PSL-PE) a 2ª vice-presidência; o deputado Giacobo (PR-PR) ficará com a 1ª secretaria; o deputado Fábio Faria (PSD-RN) ficará com a 3ª secretaria; e o deputado André Fufuca (PP-MA) ocupará a 4ª secretaria. Com 105 deputados, o segundo maior bloco parlamentar é formado por PDT, SD, PCdoB, PPS, PV, Patriota, Avante, Pros, DC e Pode. Caberá a esse bloco indicar o nome do 2ª secretário. O nome indicado é o do deputado Mário Heringer (PDT-ES). O bloco liderado pelo PT, que soma 97 deputados e é formado ainda por PSB, PSOL e Rede, terá, pelo acordo, direito a indicar nomes para duas vagas de suplentes de secretário. Por ser o mais idoso entre os eleitos com maior número de mandatos, o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) presidiu a reunião de líderes e deverá presidir a sessão de eleição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Segundo ele, há acordo entre os blocos sobre a quais cargos cada representação terá direito na Mesa Diretora. Segundo ele, caso não haja candidaturas avulsas, os nomes deverão ser confirmados pelo Plenário. Eleição A sessão preparatória para a eleição da Mesa está prevista para as 18 horas. A votação só será iniciada quando houver, pelo menos, 257 deputados no Plenário. A apuração é realizada por cargo, iniciando-se pelo presidente da Câmara. Será considerado eleito o candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos entre os presentes. Caso nenhum candidato alcance essa quantidade de votos, os dois mais votados para cada cargo disputam o segundo turno. A votação é secreta e realizada em cabines eletrônicas. (Agência Câmara)
01/02/2019

Seis dos 70 deputados estaduais do Rio faltarão posse por estarem presos

Alerj

Seis dos 70 deputados estaduais do Rio faltarão posse por estarem presos

Cinco dos parlamentares que estão na prisão já eram deputados e foram reeleitos

Os deputados estaduais do Rio de Janeiro eleitos em outubro tomam posse nesta sexta (1º), em cerimônia às 15h, na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj). Dos 70, seis estão presos, portanto, impossibilitados de comparecer à cerimônia. Pelo Regimento Interno, eles têm 60 dias para tomar posse: “Salvo motivo de força maior ou enfermidade devidamente comprovada, a posse se dará no prazo de trinta dias, prorrogado por igual período a requerimento do interessado”. Cinco dos presos já eram deputados e foram reeleitos: André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius Neskau (PTB). Eles foram presos em novembro na Operação Furna da Onça, acusados de integrarem esquema de corrupção. Anderson Alexandre (SD) é acusado de integrar esquema de arrecadação de vantagens ilícitas na prefeitura de Silva Jardim, na região serrana do Rio. Ele foi eleito prefeito da cidade em 2016 e se licenciou do cargo para concorrer à Alerj em 2018. No dia 28 de outubro, foi acusado de compra de votos nas eleições de 2016 e no dia 30 de novembro foi preso em operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Estado. Suplentes O presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), informou que seguirá o Regimento Interno e que não cabe à direção da Casa tomar qualquer decisão. “Até o início de abril, existe a possibilidade de os deputados afastados tomarem posse. Nós temos informações de que os suplentes estão se movimentando e que também os deputados afastados estão com ações para que possam tomar posse, mas isso está com a Justiça, não é afeto à Mesa Diretora”. Em decisão divulgada nesta quinta (31), o juiz federal Gustavo Arruda negou os pedidos de saída temporária da prisão preventiva para Luiz Martins, Marcos Abrahão e Chiquinho da Mangueira, este em prisão domiciliar, para a posse na Alerj. “A vinculação dos imputados atos de corrupção com a função de Deputado Estadual é incontornável pela sua só descrição, tanto assim que vários dos mandados de busca e apreensão se fizeram cumprir no prédio da própria Alerj, local onde os requerentes pretendem agora comparecer”, destacou o magistrado. Porém, o juiz abriu a possibilidade de o compromisso de posse ser tomado em unidade prisional ou no domicílio do deputado preso, decisão administrativa a ser tomada pelo presidente da Alerj. Ele ressaltou que as ações descritas são incompatíveis com o mandato parlamentar e que tal posse aumentaria a chance de reincidência nos crimes imputados, bem como esvaziaria a função da prisão preventiva. Caso não possam assumir os mandatos, os suplentes, segundo a lista de eleitos do Tribunal Superior Eleitoral, serão: Carlo Caiado (DEM), Sérgio Fernandes (PDT), Capitão Nelson (Avante), Sergio Loubak (PSC), Paula Tringuelê (SD) e Bagueira (SD) – já que o primeiro da lista de suplentes do Solidariedade é o atual deputado estadual Coronel Jairo, que também foi preso na Operação Furna da Onça. Renovação Metade da Alerj foi renovada na última eleição. Apesar de 64% dos atuais deputados terem concorrido à reeleição, apenas 35 dos 45 candidatos obtiveram sucesso nas urnas. Porém, dos 35 novatos na casa, pelo menos cinco já exerciam mandatos eletivos. Além de Anderson Alexandre, que foi prefeito de Silva Jardim, Val Ceasa (Patri) é vereador do Rio de Janeiro, Filippe Poubel (PSL) de Maricá e Valdecy da Saúde (PHS) e Giovani Ratinho (PTC) são vereadores de São João de Meriti. Aumentou de 24 para 28 o número de partidos, considerando os três suplentes que exerciam mandatos após assumirem a vaga deixada por Edson Albertassi, Paulo Melo e Jorge Picciani. Os três são do MDB e foram presos na Operação Cadeia Velha, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro, acusados de corrupção passiva, participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo empresas de transporte coletivo e da construção civil. Os três suplentes concorreram, mas apenas Leo Vieira (PRTB) se elegeu. A bancada que mais cresceu foi a do PSL, do presidente Jair Bolsonaro, que passou de dois deputados para 12 – a maior bancada da Alerj. Quem mais perdeu foi o PDT, que caiu de sete para três deputados; o PP, de seis para dois; e o MDB, de oito para cinco parlamentares. Dos deputados estaduais que concorreram a outros cargos, Flávio Bolsonaro (PSL) foi eleito senador. Quatro dos 12 que tentaram uma vaga na Câmara Federal obtiveram êxito: Chistino Áureo (PP), Marcelo Freixo (PSOL), Paulo Ramos (PDT) e Wagner Montes (PRB), falecido na semana passada. A representatividade feminina e de negros na Alerj aumentou nesta legislatura. Atualmente, são oito mulheres entre os 70 parlamentares, sendo duas negras e seis brancas. A partir de hoje, serão 11 deputadas, com seis negras e cinco brancas. A representatividade negra vai subir de 12 para 22 parlamentares, sendo quatro pretos e 18 pardos. (ABr)
15/01/2019

Aliados preveem reeleição de Rodrigo Maia na Câmara já em 1º turno

Favas contadas

Aliados preveem reeleição de Rodrigo Maia na Câmara já em 1º turno

Presidente da Câmara já contaria com o apoio de 330 deputados

Animados após “conversas promissoras” com líderes de PSB, PDT e PCdoB, aliados já contam com a reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Vai ser no 1º turno”, diz um articulador. Com a provável adição dos 69 deputados de PSB, PDT e PCdoB, e as bancadas dos 12 partidos que declararam apoio oficial, Rodrigo Maia já pode contar com cerca de 330 votos, garantindo com folga a reeleição. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Além de PSB, PDT e PCdoB, apoiam Rodrigo Maia PSL, PSD, PR, PRB, PSDB, DEM, SD, Pode, PSC, Pros, PPS e Avante. O PP lançou Arthur Lira (AL) após perder cargos para o PSD. Já o MDB deve apoiar Fábio Ramalho (MDB-MG) para o comando da Casa. Caso seja reeleito, Rodrigo Maia será o presidente mais longevo desde a redemocratização. Ao todo serão 1.662 dias no comando da Câmara. João Campos (PRB-GO) se lançou como “candidato do governo”, mas não teve apoio nem do próprio partido, que está fechado com Maia.