Pesquisa do Sipri

recorde

Resultado foi alimentado pelo aumento dos gastos dos Estados Unidos e China, as duas maiores economias globais
30/04/2019

Gastos militares globais atingem o nível mais alto em 30 anos

Pesquisa do Sipri

Gastos militares globais atingem o nível mais alto em 30 anos

Resultado foi alimentado pelo aumento dos gastos dos Estados Unidos e China, as duas maiores economias globais

Alimentados pelo aumento dos gastos dos Estados Unidos e China, as duas maiores economias globais, os gastos militares atingiram o nível mais alto. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri). Nos Estados Unidos, os gastos aumentaram 4,6% em 2018, chegando a 649 bilhões de dólares e colocando o país ainda mais na dianteira em relação às demais nações. Os EUA foram responsáveis por 36% do total de despesas militares globais, valor próximo aos gastos combinados dos oitos países seguintes na lista, segundo o Sipri. A China, em segundo lugar, apresentou seu 24º crescimento anual consecutivo, aumentando seus gastos militares em 5%, num total de 250 bilhões de dólares. A lista segue com Arábia Saudita (67,6 bilhões de dólares) Índia (66,5 bilhões) e França (63,8 bilhões). Em sexto lugar está a Rússia (61,4 bilhões), que, pela primeira vez desde 2006, deixa de fazer parte dos cinco maiores da lista do Sipri. (ABr)
29/03/2019

Caixa Econômica registra lucro recorde de R$ 12,7 bilhões em 2018

Economia

Caixa Econômica registra lucro recorde de R$ 12,7 bilhões em 2018

O resultado representa um crescimento de 40% em relação ao ano anterior

A Caixa Econômica Federal registrou lucro recorrente recorde de R$ 12,7 bilhões em 2018, um crescimento de 40% em relação a 2017. O lucro recorrente desconsidera efeitos extraordinários. Segundo o banco, esse resultado é fruto direto de medidas realizadas ao longo do ano passado, como a melhoria da eficiência operacional e o aumento de receitas, especialmente o resultado da intermediação financeira e a prestação de serviços. Com mais de 93 milhões de clientes e responsável por 37% da poupança nacional e 69% do mercado habitacional, a Caixa ressaltou, em comunicado, seu papel como principal agente de políticas públicas do governo federal. O saldo da carteira de crédito habitacional cresceu 3% em 12 meses, totalizando R$ 444,7 bilhões em dezembro último. Desse total, R$ 265,2 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e R$ 179,4 bilhões com recursos da poupança Segundo a Caixa, até dezembro de 2018, foram contratados R$ 62,5 bilhões no Programa Minha Casa Minha Vida, equivalente a 505.494 novas unidades habitacionais. Dessas novas moradias, 21,1% foram destinadas à faixa 1 do programa, para pessoas com renda mensal de até R$ 1,8 mil. As operações de infraestrutura também obtiveram um incremento de 2%, alcançando R$ 84,3 bilhões em dezembro de 2018. “Por se configurar de grande relevância e incentivar o desenvolvimento econômico nacional, além de gerar relacionamento de longo prazo com os clientes pessoa jurídica, esse segmento está inserido no escopo de atuação estratégica da Caixa”, informou o banco. As loterias Caixa arrecadaram R$ 13,9 bilhões em 2018, mantendo o mesmo patamar de 2017. Dentre os valores arrecadados, R$ 5,2 bilhões foram transferidos aos programas sociais do governo federal nas áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde, o que corresponde a 37,4% do total. Crédito e patrimônio A carteira de crédito amplo da instituição atingiu o saldo de R$ 694,5 bilhões em dezembro de 2018, redução de 1,7% em 12 meses. Segundo a Caixa, o comportamento da carteira repercutiu “a estratégia adotada pela empresa para equilíbrio de sua estrutura de capital.” Como reflexo, houve crescimento nas carteiras de menor risco, como habitação e infraestrutura, e redução nas carteiras comerciais, tendo como efeito a redução da reserva para devedores duvidosos. A carteira de crédito comercial somou R$ 137,2 bilhões, redução de 15,2% em 12 meses, atingindo 7,8% de participação no mercado. A poupança da Caixa mantém a liderança no mercado, com 37,4% de participação. As captações totais apresentaram saldo de R$ 1 trilhão em dezembro de 2018. Depósitos à vista Os depósitos à vista somaram R$ 30,4 bilhões e o saldo da poupança foi de R$ 298,4 bilhões, alta de 7,8% em 12 meses. Em dezembro de 2018, a empresa possuía 78 milhões de contas de poupança, incremento de 3,2 milhões de contas em relação ao registrado em dezembro de 2017. De acordo com a Caixa, sua estratégia de captação determinou a redução de 45,9% em 12 meses das letras imobiliárias, hipotecárias, financeiras e agrícolas, que totalizaram R$ 63,6 bilhões em dezembro do ano passado. O banco encerrou 2018 com um patrimônio líquido de R$ 81,2 bilhões, incremento de 15,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A variação de R$ 10,7 bilhões no patrimônio líquido em 12 meses foi decorrente, principalmente, da evolução de 41% nas reservas de lucro. (ABr)
24/03/2019

Com reforma da Previdência aprovada, Bovespa deve bater 130 mil pontos

Reforma da Previdência

Com reforma da Previdência aprovada, Bovespa deve bater 130 mil pontos

B3, ex-Bovespa, deve superar 130 mil pontos se tudo der certo na Câmara

Após uma semana de altos e baixos na Bolsa de Valores (B3), ex-Bovespa, que chegou a bater o recorde histórico de alta de 99.994 e também ultrapassou a marca simbólica dos 100 mil pontos, analistas de mercado apostam que a B3 deve ultrapassar a marca dos 130 mil pontos, talvez 140 mil, com a aprovação da reforma da Previdência. Apesar da oscilação negativa na semana passada, o movimento da bolsa é 10% maior que o último pregão de 2018. No último pregão de 2018, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores, fechou em 87,8 mil pontos. Em 2017 não passou de 76 mil. O primeiro pregão de 2019 já registrou mais de 91 mil pontos e, mesmo após a queda com a prisão de Temer, não voltou a esse patamar. Em 2014, reeleição da petista Dilma, por exemplo, o Ibovespa fechou o ano em 50.144. Já no primeiro pregão do ano caiu para 48.512.
15/03/2019

Ibovespa fecha acima de 99 mil pontos pela primeira vez

Recorde

Ibovespa fecha acima de 99 mil pontos pela primeira vez

Os indicadores refletiram o desempenho do leilão de 12 aeroportos, realizado hoje pela manhã

Em um dia de ganhos no mercado financeiro, a bolsa de valores bateu recorde e fechou pela primeira vez acima de 99 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (15) aos 99.137 pontos, com alta de 0,54%. Apenas nesta semana, o indicador subiu 3,96%. Essa foi a segunda semana seguida que o Ibovespa se valorizou. No início do mês, a bolsa registrou volatilidade em meio a tensões no mercado doméstico e na economia global. No mercado de câmbio, o dia também foi marcado pelo otimismo. O dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 3,821, com queda de R$ 0,027 (-0,71%). Apesar de ter subido ontem (14), a divisa fechou a semana com recuo acumulado de 1,28%. Nas últimas três semanas, a moeda norte-americana tinha se valorizado. Leilão de aeroportos Os indicadores refletiram o desempenho do leilão de 12 aeroportos, realizado hoje pela manhã. Os terminais foram arrematados por R$ 2,377 bilhões, com ágio médio de 986% em relação ao valor mínimo fixado para o leilão. Em vez de serem leiloados individualmente, os aeroportos foram vendidos em três blocos, dos quais dois foram comprados por consórcios estrangeiros. (ABr)