Alta de 4,2%

reajuste

O valor representa alta de 4,2% em relação ao atual de R$ 998
15/04/2019

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 para o próximo ano

Alta de 4,2%

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 para o próximo ano

O valor representa alta de 4,2% em relação ao atual de R$ 998

Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.040 para 2020, o que representa alta de 4,2% em relação ao atual (R$ 998). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (15) pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Até este ano, o mínimo era corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores. Como a lei que definia a fórmula deixará de vigorar em 2020, o governo optou por reajustar o mínimo apenas pela inflação estimada para o INPC. A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta. O valor do salário mínimo pode subir ou cair em relação à proposta original durante a tramitação do Orçamento, caso as expectativas de inflação mudem nos próximos meses. (ABr)
15/04/2019

Onyx Lorenzoni reúne ministros para discutir política de preços de combustíveis

Petrobras

Onyx Lorenzoni reúne ministros para discutir política de preços de combustíveis

Semana passada, a Petrobras anunciou reajuste de 5,7% do no preço do diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido de Bolsonaro

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, coordena hoje (15), uma reunião para discutir a política de preços de combustíveis e o tabelamento do frete para caminhoneiros. O encontro está marcado para as 14h30. São esperados no Palácio do Planalto os ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; da Economia, Paulo Guedes; da Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz, e da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto. Os presidentes do BNDES, Joaquim Levy, e da Petrobras, Roberto Castello, também deverão participar da reunião. Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,7% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro quer entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras e negou que haja interferência do governo na política de preços da estatal. O presidente disse que há preocupação com o reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros. Em maio do ano passado, a alta no preço do combustível levou à paralisação da categoria, e que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos, causando prejuízos a diversos setores produtivos. Após a decisão de suspender o reajuste do diesel na sexta-feira (12), houve queda na bolsa de valores e desvalorização de 8,54% das ações da Petrobras. Apesar de negar que está intervindo nos preços, o mercado costuma reagir mal quando o governo interfere diretamente em uma estatal competitiva como a Petrobras. Amanhã (16), outra reunião está agendada para tratar do assunto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. (ABr)
10/04/2019

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 0,62%

1ª prévia de abril

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 0,62%

Com o resultado, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,32% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,62% na primeira prévia de abril, taxa acima da registrada pela prévia de março (0,71%). Com isso, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,32% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta (10) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda da taxa foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que registraram inflação de 0,65% em abril, ante o 0,9% de março. Por outro lado, a inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,47% para 0,65% e a taxa do Índice Nacional de Custo da Construção cresceu de 0,02% para 0,36%. (ABr)
28/03/2019

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 1,26%

Em março

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 1,26%

IGP-M é de 2,16% no ano e de 8,27% em 12 meses, segundo a FGV

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 1,26% em março deste ano, taxa superior ao 0,88% de fevereiro. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M é de 2,16% no ano e de 8,27% em 12 meses. A alta da taxa foi provocada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 1,22% em fevereiro para 1,67% em março, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor passou de 0,26% para 0,58% no período. O Índice Nacional de Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-M, ficou em 0,19% em março, mesma taxa do mês anterior. (ABr)