Economia

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Taxa é superior ao registrado na prévia de dezembro de 2018, mas inferior ao 0,39% da prévia de janeiro do ano passado
23/01/2019

Índice que mede a inflação oficial fica em 0,3% em janeiro deste ano

Economia

Índice que mede a inflação oficial fica em 0,3% em janeiro deste ano

Taxa é superior ao registrado na prévia de dezembro de 2018, mas inferior ao 0,39% da prévia de janeiro do ano passado

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a inflação oficial, ficou em 0,3% em janeiro deste ano. A taxa é superior ao registrado na prévia de dezembro de 2018 (-0,16%), mas inferior ao 0,39% da prévia de janeiro do ano passado. Segundo dados divulgados nesta quarta (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa acumulada em 12 meses é de 3,77%. A taxa da prévia de janeiro foi puxada principalmente pela alta de preços de 0,87% dos alimentos. Comprar alimentos para comer em casa, por exemplo, ficou 1,07% mais caro, devido a aumentos de produtos como carnes (1,72%), cebola (17,5%) e batata-inglesa (11,27%). O custo de comer fora de casa subiu 0,53% no período. Outros grupos de despesas com impacto importante na prévia da inflação de janeiro foram saúde e cuidados pessoais, com aumento de preços de 0,68%, e despesas pessoais, com taxa de 0,43%. Por outro lado, as reduções de custo dos transportes (-0,47%) e do vestuário (-0,16%) ajudaram a evitar uma inflação maior. Entre os principais responsáveis pela queda de preços dos transportes estão a gasolina (-2,73%), que também teve o principal impacto individual para frear a inflação, o etanol (-1,17%), o óleo diesel (-3,43%) e as passagens aéreas (-3,94%). (ABr)
08/01/2019

Petrobras reduz preço da gasolina em 1,38% nas refinarias

R$ 1,4337

Petrobras reduz preço da gasolina em 1,38% nas refinarias

O litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,4337 a partir de amanhã

A Petrobras anunciou hoje (8) uma redução de 1,38% no preço da gasolina vendida em suas refinarias. O litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,4337 a partir de amanhã (9), dois centavos a menos do que o preço praticado hoje (R$ 1,4537). É o patamar mais baixo desde o R$ 1,4259 visto em 24 de outubro de 2017, segundo dados da petroleira. Essa é a terceira queda consecutiva do preço do combustível, que começou o ano sendo vendido a R$ 1,5087 por litro. Desde o dia 1º, a gasolina acumula queda de 4,97% no preço nas refinarias da estatal. O preço da gasolina vem caindo desde meados de dezembro diante da depreciação da moeda norte-americana. O outro componente de peso seguido pela estatal em seu mecanismo de reajustes é o mercado internacional de petróleo, que também apresentou quedas recentemente.Só neste ano, o dólar já caiu 3,65%. O preço do diesel foi mantido em R$ 1,8545, o mesmo valor desde 1º de janeiro. Preços nos postos Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina e do diesel nas bombas caiu na primeira semana de 2019. Na semana encerrada em 5 de janeiro, o valor médio da gasolina caiu 0,32%, ou R$ 0,01, para R$ 4,33. O preço é uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, o valor pode variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras baixou os preços nas refinarias em cerca de R$ 0,05, ou aproximadamente 3,65%. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.
31/12/2018

Com fim de programa de subsídio, Petrobras eleva preço do diesel em 2,5%

Combustível

Com fim de programa de subsídio, Petrobras eleva preço do diesel em 2,5%

Programa foi criado pelo governo para encerrar greve dos caminhoneiros, deflagrada em maio deste ano

Petrobras eleva preço do diesel em 2,5% nesta terça (1º), após o fim do programa do governo federal de subvenção criado para encerrar a greve dos caminhoneiros, deflagrada em maio deste ano. O preço médio do combustível passará para R$ 1,8545 por litro, alta de R$ 0,0457 por litro com relação ao vigente nesta segunda. Segundo a Petrobras, o preço que será praticado a partir desta terça é 11,75% inferior ao praticado no dia 31 de maio, o último antes da intervenção federal nos preços. O programa de subvenção garantiu ressarcimento de até R$ ,030 por litro a empresas que se comprometessem a vender o diesel a preços definidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustível (ANP). O governo reservou R$ 9,5 bilhões para o pagamento do subsídio. No entanto, com a queda de cotações do petróleo e o recuo do câmbio após a eleição, a necessidade de recursos será menor. O cenário favoreceu também o governo Bolsonaro, já que não haverá repique de preços com a retirada do subsídio. Considerando que o preço cobrado pela Petrobras corresponde a metade do valor de venda do produto nos postos – o restante são impostos e margens de lucro – o repasse ao consumidor ficaria em torno de R$ 0,02 por litro. (Com informações da FolhaPress)
06/12/2018

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

Dieese

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%)

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 330,17) e Natal (R$ 332,21). Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%). De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais. Com base nesses valores, o Dieese estimou em R$ 3.959,98 o salário mínimo necessário para a uma família de quatro pessoas no mês de novembro, o equivalente a 4,15 vezes o mínimo atual, de R$ 954. Em outubro, o salário mínimo foi estimado em R$ 3.783,39. O tempo médio que um trabalhador levou para adquirir os produtos da cesta básica, em novembro, foi de 91 horas e 13 minutos. Em outubro de 2018, ficou em 88 horas e 30 minutos. (ABr)