Reforma da Previdência

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B3, ex-Bovespa, deve superar 130 mil pontos se tudo der certo na Câmara
24/03/2019

Com reforma da Previdência aprovada, Bovespa deve bater 130 mil pontos

Reforma da Previdência

Com reforma da Previdência aprovada, Bovespa deve bater 130 mil pontos

B3, ex-Bovespa, deve superar 130 mil pontos se tudo der certo na Câmara

Após uma semana de altos e baixos na Bolsa de Valores (B3), ex-Bovespa, que chegou a bater o recorde histórico de alta de 99.994 e também ultrapassou a marca simbólica dos 100 mil pontos, analistas de mercado apostam que a B3 deve ultrapassar a marca dos 130 mil pontos, talvez 140 mil, com a aprovação da reforma da Previdência. Apesar da oscilação negativa na semana passada, o movimento da bolsa é 10% maior que o último pregão de 2018. No último pregão de 2018, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores, fechou em 87,8 mil pontos. Em 2017 não passou de 76 mil. O primeiro pregão de 2019 já registrou mais de 91 mil pontos e, mesmo após a queda com a prisão de Temer, não voltou a esse patamar. Em 2014, reeleição da petista Dilma, por exemplo, o Ibovespa fechou o ano em 50.144. Já no primeiro pregão do ano caiu para 48.512.
26/02/2019

Saiba como funcionam as regras de transição

Reforma da Previdência

Saiba como funcionam as regras de transição

Por idade mínima, por pontos e por tempo contribuição

Finalmente foi entregue ao Congresso Nacional a proposta de Reforma da Previdência. O texto estabelece pontos como idade mínima e tempo de contribuição. Para saber mais detalhes sobre os principais pontos de mudança da proposta, clique aqui! Mas para quem já está no mercado de trabalho, serão oferecidas regras de transição. Confira abaixo, para entender melhor cada uma delas.
01/11/2018

Bolsa de Valores bate recorde histórico de 89 mil pontos. Nunca esteve tão alta

Recorde histórico

Bolsa de Valores bate recorde histórico de 89 mil pontos. Nunca esteve tão alta

Indicação do ministro da Justiça leva a Bolsa a 89 mil pontos

A Bolsa brasileira fechou na máxima histórica, neste que é o último pregão da primeira semana após a eleição de Jair Bolsonaro para presidente do país. O exterior positivo e os bons resultados de empresas brasileiras também ajudaram a conduzir o Ibovespa para o recorde. O dólar fechou em leve queda. No fechamento parcial, o Ibovespa, principal índice acionário do país, avançou 1,06%, a 88.350 pontos. Na máxima do dia, chegou a valer 89.017 pontos. O mercado financeiro segue otimista com a perspectiva de reformas que devem ser propostas pelo governo Bolsonaro, ainda que nesta quinta o noticiário tenha sido voltado à indicação do juiz Sérgio Moro a ministro da Justiça no novo governo. Alexandre Espírito Santo, da Órama Investimentos, diz que o mercado trabalhava com um primeiro alvo de 90 mil pontos após a vitória o capitão reformado da Exército. Nesta quinta, a alta foi motivada por bom desempenho das ações do Bradesco, que avançaram mais de 5%. O segundo maior banco privado do país divulgou resultados do terceiro trimestre, com crescimento de 14% no lucro. O dólar caiu 0,45%, e encerrou o dia a R$ 3,6940.
16/08/2014

Geraldo Alckmin é o líder nas pesquisas e nas doações

Eleições 2014

Geraldo Alckmin é o líder nas pesquisas e nas doações

Governador Geraldo Alckmin lidera pesquisas e doações em São Paulo

Doadores de campanha andam confiantes na reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo de São Paulo. O tucano é disparado o que mais arrecadou dinheiro para sua campanha: R$ 5.738.135,08. Com 55% na pesquisa Datafolha, Alckmin é imbatível até mesmo somando a arrecadação de todos os rivais, no total de R$ 4.739.164,79, cerca de R$ 1 milhão a menos da dinheirama doada à campanha do PSDB. Em segundo nas pesquisas, Paulo Skaf (PMDB) rivaliza com Alckmin na arrecadação para sua campanha: até agora, R$ 4,3 milhões. A arrecadação mixuruca de Alexandre Padilha (PT), no valor de R$ 188 mil, rivaliza com os R$ 151 mil de Gilberto Natali (PV). Dos candidatos ao governo paulista, Raimundo Sena (PCO) e Wagner Farias (PCB) até agora não conseguiram arrecadar um só tostão. Leia na Coluna Cláudio Humberto.