Novo governo

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O presidente eleito também confirmou Teresa Cristina no comando da Agricultura
07/11/2018

Quatro mulheres são confirmadas na equipe de transição de Jair Bolsonaro

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Quatro mulheres são confirmadas na equipe de transição de Jair Bolsonaro

O presidente eleito também confirmou Teresa Cristina no comando da Agricultura

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta quarta-feira (7) o nome de quatro mulheres que vão compor sua equipe de transição. Os nomes devem ser publicados nos próximos dias no Diário Oficial da União. No Twitter, Bolsonaro ressaltou que não está preocupado com “a cor, sexo ou sexualidade” dos integrantes da sua equipe. Ontem, Bolsonaro havia sido questionado por jornalistas se haveriam mulheres em sua equipe de transição e até mesmo na ministerial, sem citar nomes, ou ao menos sinalizar as novas indicações, o capitão reformado apenas respondeu que tinha 10 ou 12 vagas em aberto, “Pode ter, com toda  certeza vai ter”. Entre as futuras ministras, três são militares e uma doutora em economia. Clarissa Gandour é doutora em economia, com ênfase em desenvolvimento econômico, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Silvia Nobre Waiãpi é tenente do Exército, sendo a primeira indígena a integrar as Forças Armadas Brasileiras. Márcia Amarílio da Cunha Silva é tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e especialista em segurança pública. Liane de Moura Costa é ex-tenente do Exército é especialista em construções sustentáveis e engenheira ambiental formada pela Fundação Universidade Federal do Tocantins. No começo da noite, Bolsonaro fez o anúncio da deputada federal e presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) como a primeira ministra de seu futuro governo, sendo assim, Tereza Cristina (DEM-MS) será a ministra da Agricultura. Com isso são 27 integrantes da equipe de transição que pode ter até 50 nomes.
20/08/2018

Ministras do STF conclamam mulheres a buscar igualdade pelo voto

Elas por Elas

Ministras do STF conclamam mulheres a buscar igualdade pelo voto

A ministras participaram do seminário Elas por Elas, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

As presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, também do STF, fizeram hoje (20) um apelo para que as mulheres exerçam seu direito a voto com consciência, de modo a aumentar a participação feminina na política. As ministras participaram do seminário Elas por Elas, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sobre a temática da mulher no poder estatal e na sociedade. Durante o evento foi comemorado o fato inédito de mulheres ocuparem nesta semana, simultaneamente, os cargos máximos de cinco órgãos de Justiça brasileiros. Também participou do evento a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça. Em seu discurso, Rosa Weber destacou que as mulheres constituem 52,5% do eleitorado (73.337.919 eleitoras) nas próximas eleições, mas constam como candidatas em apenas 30,7% (8.353) dos pedidos de registro para os 1.654 cargos eletivos em disputa neste ano. A ministra ressaltou que, mesmo entre esses registros, há provavelmente muitos casos de candidaturas “fantasma”, feitas por partidos cujas candidatas não entram de fato na disputa. Destacou ainda o fato de que menos de 10% dos cargos para deputado federal serem ocupados por mulheres e apenas 18% para senadoras. Rosa Weber conclamou as brasileiras a reverterem “o paradoxo desse quadro, quando a maioria do eleitorado é feminino”. “Façamos, mulheres, ao exercer todas nós esse direito essencial da cidadania que é o voto, a diferença para um fortalecimento do estado democrático de direito, conquista diária e permanente de todas nós, com a consciência de que em nossas mãos, mulheres, está o destino do país, com a construção de sociedade que todas queremos igualitária, justa e inclusiva”, disse. Consciência Em seguida, Cármen Lúcia afirmou ser excepcional o fato de tantas mulheres ocuparem posições de poder no campo da Justiça, e que isso somente intensifica os preconceitos, não os diminui. Ela defendeu que as mulheres tomem consciência de sua condição feminina para avançar na libertação de outras que ainda não têm a liberdade de falar, pensar e se posicionar no mundo. “Para não termos mais o quadro que a ministra Rosa Weber acaba de traçar aqui, em termos de representação, é preciso que a mulher esteja presente para se fazer representar”, afirmou Cármen Lúcia, também conclamando as eleitoras a fazerem diferença pelo voto na busca pela igualdade. Ao mencionar as eleições deste ano, a ministra Laurita Vaz disse que a situação “rara” da presença de mulheres em posições de comando na Justiça não significa que elas deixaram de ser preteridas ao buscar crescer em suas carreiras. Como exemplo, ela citou o fato de as mulheres serem quase metade dos aprovados em concursos para juiz de primeira instância, sendo que há apenas seis ministras entre os 33 ministros do STJ. “Essa realidade distorcida precisa ser mudada”, afirmou. “Precisamos ter a plena consciência de que estamos aqui hoje vivendo um momento mais do que especial, mas esse momento não é a regra, e tanto não é regra que hoje ainda é notícia”, disse a advogada-geral da União, Grace Mendonça. “A notícia de que as cinco principais instituições inseridas no sistema de Justiça no Brasil hoje são comandadas por mulheres. Quando teríamos o mundo ideal? O dia em que as mulheres ocuparem essas funções, e isso será visto de modo tão natural que nem será notícia mais”. (ABr)
07/02/2014

DEM exige apoio de ministras à médica cubana dissidente

Mais Médicos

DEM exige apoio de ministras à médica cubana dissidente

Ministra Maria do Rosário será solicitada a proteger a dissidente cubana

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE) protocolou nesta sexta-feira (7) dois ofícios para as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria das Mulheres) pedindo uma audiência para discutir a situação da médica cubana Ramona Matos Rodríguez, que abandonou o Programa Mais Médicos, do Governo Federal. Além de um posicionamento das ministras, ele exige ainda proteção, apoio e segurança à profissional. Segundo Mendonça, Ramona vem sofrendo ataques orquestrados por petistas, incluindo o deputado paraense Zé Geraldo, que subiu à tribuna da Câmara para caluniar e atacar a honra da médica. “É de extrema importância que as ministras se posicionem, recebam Ramona, para que possamos preservar sua vida e honra”, disse. Para ele, o deputado petista usou termos ?inadequados, mentirosos e caluniosos?. “E ainda se achou no direito de falar uma barbaridade, que afronta as mulheres, dissemina o ódio e o machismo”, disse, ao se referir à frase do deputado Zé Geraldo, que afirmou que a doutora Romana “bebia e se deitava com homens”. O deputado Mendonça Filho reclama ainda que o PT insufla a sua militância nas redes sociais para propagar mentiras, a exemplo do que fez o deputado Zé Geraldo. “Isso coloca em risco a segurança da doutora”, disse.