Educação

manutenção

Recursos serão destinados à universidades e hospitais universitários de todo o país e serão aplicados na manutenção, custeio, entre outros
26/02/2019

Governo libera R$ 1,574 bilhão para instituições federais de ensino do país

Educação

Governo libera R$ 1,574 bilhão para instituições federais de ensino do país

Recursos serão destinados à universidades e hospitais universitários de todo o país e serão aplicados na manutenção, custeio, entre outros

O Ministério da Educação liberou R$ 1,574 bilhão às instituições federais de ensino do país. Os recursos serão destinados para quase 150 instituições do Brasil e serão aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outros. Segundo a assessoria do ministério, a maior parte dos valores, R$ 1,091 bilhão, foi repassada às universidades federais e inclui repasses para hospitais universitários. Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebeu R$ 462,79 milhões. O restante, R$ 19,79 milhões, foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Os gestores das instituições têm autonomia para definir, de acordo com os cronogramas estabelecidos internamente, onde serão aplicados esses recursos. O que permite atender melhor às necessidades de cada instituição e dos seus estudantes. Estão previstos, por exemplo, gastos com contas de água e luz, além de pequenas obras. Os valores foram liberados na última semana. O MEC ressalta que este repasse “representa a primeira liberação de limite de empenho para o ano de 2019 e visa atender a despesas referentes aos meses de janeiro a março de 2019, nos termos do Decreto nº 9.711, de 15 de fevereiro de 2019, que estabelece o cronograma mensal de repasses de recursos do governo federal”.
26/02/2019

MEC libera R$ 36,72 milhões para instituições federais de ensino do Distrito Federal

Custeio e manutenção

MEC libera R$ 36,72 milhões para instituições federais de ensino do Distrito Federal

Objetivo é garantir o funcionamento e autonomia das instituições federais de ensino,

Para garantir o funcionamento e autonomia das instituições federais de ensino, o Ministério da Educação liberou R$ 1,574 bilhão. Desse total, R$ 36.725.456 foram repassados às instituições do Distrito Federal. Os recursos serão destinados para quase 150 instituições de todo o país e serão aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outros. A maior parte dos valores totais, R$ 1,091 bilhão, foi repassada às universidades federais e inclui repasses para hospitais universitários. Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebeu R$ 462,79 milhões. O restante, R$ 19,79 milhões, foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Os gestores das instituições têm autonomia para definir, de acordo com os cronogramas estabelecidos internamente, onde serão aplicados esses recursos. O que permite atender melhor às necessidades de cada instituição e dos seus estudantes. Estão previstos, por exemplo, gastos com contas de água e luz, além de pequenas obras. Os valores foram liberados na última semana. Este repasse representa a primeira liberação de limite de empenho para o ano de 2019 e visa atender a despesas referentes aos meses de janeiro a março de 2019, nos termos do Decreto nº 9.711, de 15 de fevereiro de 2019, que estabelece o cronograma mensal de repasses de recursos do governo federal.
23/01/2019

Equipes do SOS DF fizeram mais de 12 mil ações em 20 dias de programa

Recuperação da cidade

Equipes do SOS DF fizeram mais de 12 mil ações em 20 dias de programa

Trabalhos incluíram funcionários do DER-DF, Novacap, CEB, DF Legal, SLU, entre outros

Desde o lançamento do Programa SOS DF, na primeira semana de janeiro, já foram realizadas mais de 12 mil ações. Entre os trabalhos realizados, está a recuperação de ruas e rodovias da capital, com mais de 3 mil toneladas de massa asfáltica, produzida pela Novacap, distribuídas para o DER e regiões administrativas. O Departamento de Parques e Jardins (DPJ) contabiliza quase 4 milhões de m2 de área roçada, o equivalente a 470 campos de futebol. No mesmo períoro, a CEB fez reparos ou trocou 497 lâmpadas, o Detran pintou 429 faixas de pedestres e o SLU retirou das ruas quase 14 mil toneladas de lixo. A ação inclui orientação de moradores por agentes do DF Legal, antiga Agefis, sobre o descarte de objetos e materiais sem utilidade. Até agora, as equipes do programa realizaram 2.600 visitas no Sol Nascente, Itapoã, Paranoá, Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia, Santa Maria, Vicente Pires, São Sebastião, Gama e Samambaia. “Essas obras fazem a diferença na vida dos moradores. São pequenos reparos que fazem a população se sentir cuidada. É isso o que queremos: trabalhar para dar melhor qualidade de vida às pessoas. Com isso, os próprios moradores vão entrar nesse programa com a gente, não vão jogar mais lixo nas ruas, nem quebrar os equipamentos públicos, como lixeiras”, afirmou o governador Ibaneis Rocha (MDB). A equipe do SOS DF passou ainda pela Catedral Metropolitana de Brasília, onde realizou trabalho de recuperação e manutenção da área externa do ponto turístico. O sistema de escoamento foi desobstruído para evitar transbordamentos e desperdício de água. Equipes de jardinagem também estiveram no local e realizaram a roçagem do mato alto ao redor de todo o monumento. Grandes intervenções Além das pequenas ações, o governo do DF já deu inicio a obras de grande porte pela cidade. Na noite desta segunda (21), o DER-DF começou a recuperação do Eixão. A obra está orçada em R$ 13 milhões e tem prazo de entrega de seis meses. A intervenção compreende o microrrevestimento asfáltico da pista de rolamento – incluindo serviços de reparos localizados – e a sinalização horizontal da rodovia, no trecho entre o Trevo de Triagem Norte (TTN) e o Trevo de Triagem Sul (TTS) – aproximadamente 16 km – , além da faixa de pavimento de concreto entre o túnel do aeroporto e o viaduto da DF-051/DF-002. (Com informações da Agência Brasília)
09/01/2019

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

Obras

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

GDF espera que a obra do viaduto seja entregue no final de março, e não em maio como no prazo atual

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), visitou na manhã desta quarta (9) a obra de reconstrução do viaduto sobre a Galeria dos Estados, que desabou em fevereiro do ano passado. Segundo Ibaneis, com a visita, o objetivo era entender o que havia acontecido para que o mesmo não ocorresse em outros viadutos do Distrito Federal. “A queda desse viaduto era plenamente previsível por qualquer engenheiro e até por um leigo. Com a infiltração da água, os cabos que estavam ali dentro foram apodrecendo e se romperam. Isso deve estar acontecendo em todos os viadutos do Distrito Federal”, afirmou o governador. “Isso aqui foi a queda de um viaduto pelo descaso das administrações que passaram ao longo dos anos.” A obra de reconstrução do viaduto no Eixão Sul, executada pela Via Engenharia, vai custar R$ 10,9 milhões aos cofres públicos, com conclusão prevista para maio deste ano. Ibaneis afirmou que já pediu agilidade para empresa para que a obra seja entregue no final de março. Com a volta aos trabalhos após o recesso de fim de ano, os funcionários devem trabalhar em dois turnos e o número de pessoas no canteiro de obras deve aumentar durante o dia. O início das obras foi adiado diversas vezes durante o ano passado: em um primeiro momento, a gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg decidiu demolir as quatro faixas do viaduto que não desabaram, após voltar atrás da decisão de apenas fazer uma restauração com a estrutura que ainda permanecia em pé, sem a necessidade de demolição completa. A primeira decisão ia contra o laudo da Universidade de Brasília (UnB), que recomendava a demolição. Depois, a reconstrução do viaduto ganhou um novo obstáculo, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) barrou o projeto do GDF para reconstruir a estrutura. Segundo o órgão, a proposta feria o tombamento de Brasília ao alterar a arquitetura original. O governo chegou a argumentar que o projeto apresentado pelos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) seguia questões de segurança, economia e meio ambiente. Alguns dias depois, um novo projeto foi apresentado pelo GDF e aprovado pelo Iphan. Segundo o governador Ibaneis Rocha, a maneira como a obra está sendo feita um novo viaduto está sendo construído dentro de um velho. “Essa obra sai mais cara do que seria se tivesse colocado tudo no chão e feito novamente. Da maneira como está sendo feita existe um desperdício de recursos públicos e de mão de obra. É muito mais fácil construir do que incorporar uma obra antiga dentro de uma nova”, argumentou. Prevenção O governador afirmou que na próxima semana ele, o secretário de Obras, o DER-DF e a Novacap devem visitar os viadutos que constam em um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) de 2012 por necessidade de manutenção e reparos urgentes — documento que incluía o viaduto sobre a Galeria dos Estados. Entre as obras apontadas pela auditoria do tribunal estão ainda o viaduto na saída do Buraco do Tatu; entre as quadras 115/116 Norte; entre as quadras 215/216 Norte; entre as quadras 203/204 Sul; entre as quadras 215/216 Sul; sobre a N2. O relatório aponta ainda necessidade de obras urgentes na Ponte Costa e Silva e na Ponte das Garças. No ano passado, o TCDF refez a análise e constatou que oito das 11 estruturas apontadas em 2012 ainda tinham risco de desabamento. “Temos que cuidar da revitalização desses viadutos. Eles envelheceram muito rápido; não foi dado manutenção ao longo de 50 anos; e a cidade está prestes a cair como caiu aqui”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, que trabalha na criação de um programa permanente de verificação e recuperação dos viadutos de todo o Distrito Federal. Via Engenharia e a Panatenaico A ganhadora da licitação para a obra do viaduto, a Via Engenharia, foi alvo da denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) e teve diretores investigados por suposta participação no desvio de recursos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. A obra mais cara para a Copa do Mundo de 2014, realizada no país, foi inicialmente orçada em R$ 600 milhões, mas acabou custando aos cofres públicos mais de R$ 1,6 bilhão. Questionado sobre a situação da Via Engenharia, Ibaneis ressaltou que a empresa não está impedida de participar de licitações. Antes proibida pela Justiça de participar de contratos do governo, a Via Engenharia conseguiu reverter sua situação junto ao Ministério Público Federal (MPF). “O processo licitatório ocorreu e os órgãos de fiscalização estão acompanhando. Eles têm o direito, não estão proibidos de participar de processo de licitação”, declarou o governador.