Cúpula em junho

Japão

Governo do país estaria decidido a combater o terrorismo com outros membros da comunidade internacional
19/03/2019

Japão quer incluir prevenção de ataques terroristas na pauta do G20

Cúpula em junho

Japão quer incluir prevenção de ataques terroristas na pauta do G20

Governo do país estaria decidido a combater o terrorismo com outros membros da comunidade internacional

Um porta-voz de alto-escalão do governo do Japão disse que a prevenção de ataques terroristas vai ser incluída na pauta da reunião de cúpula do G20 (o grupo dos 20 países mais desenvolvidos), que será realizada em junho na cidade de Osaka, no oeste do Japão. Nesta terça (19), Yoshihide Suga, chefe do gabinete do governo do Japão, disse à imprensa que o governo condena veementemente o ataque a tiros contra uma multidão na sexta-feira passada (15) em Christchurch, na Nova Zelândia. Suga acrescentou que o Japão está decidido a combater o terrorismo num trabalho coordenado minuciosamente com a Nova Zelândia, a Europa e outros membros da comunidade internacional. Suga disse ainda que, como anfitrião da próxima reunião de cúpula, o Japão espera discutir medidas de prevenção do terrorismo durante o encontro. Os ataques à mão armada a duas mesquitas em Christchurch deixaram 50 mortos. O governo da Nova Zelândia está trabalhando no sentido de modificar a legislação para tornar mais rigoroso o controle de armas no país.
06/03/2019

Ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn deixa a prisão após pagar fiança de R$ 34 milhões

Fraude e violações

Ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn deixa a prisão após pagar fiança de R$ 34 milhões

Ghosn foi indiciado por suspeita de fraudes e violação de instrumentos legais da empresa

Após 108 dias preso em Tóquio (Japão), o executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, foi libertado nesta quarta (6) sob fiança de U$S 9 milhões (cerca de R$ 34 milhões) e uma série de exigências. O ex-presidente da Nissan Motor deixou a prisão usando uniforme, gorro azul e máscara. Ghosn foi indiciado por suspeita de fraudes e violação de instrumentos legais da empresa. A pena foi agravada pela quebra de confiança por transferir inadequadamente os fundos da Nissan. Em janeiro, o segundo pedido de liberdade, feito pela defesa de Ghosn, foi negado por um tribunal de Tóquio. Na ocasiã,o os advogados prometeram apelar. Nesta terça (5), o Tribunal Distrital de Tóquio rejeitou os recursos da Promotoria contra a libertação de Ghosn e o pagamento de fiança. Foi seu terceiro pedido, mas primeiro com uma nova equipe jurídica que ele contratou no mês passado. Pelos termos de fiança, Ghosn fica proibido de deixar o país e deve aderir às condições destinadas a impedi-lo de fugir ou destruir provas. Também precisa de aprovação do tribunal para participar de reuniões de diretoria na Nissan ou na Renault. Ele supervisionou a aliança entre as montadoras e a Mitsubishi Motors. A Nissan e Mitsubishi retiraram Ghosn da presidência. A Renault o manteve na direção. Mas ele finalmente renunciou em janeiro. (ABr)
05/03/2019

Justiça nega recurso e autoriza libertação de Carlos Ghosn no Japão

Ex-presidente da Nissan

Justiça nega recurso e autoriza libertação de Carlos Ghosn no Japão

Ex-presidente pagou fiança de 1 bilhão de ienes, ou R$ 33,8 milhões, para ser solto

O Tribunal Distrital de Tóquio, no Japão, autorizou a libertação do executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, ex-presidente da Nissan. A Justiça rejeitou o recurso impetrado pelos promotores que tentaram reverter a concessão da fiança e as exigências impostas. Não foi informado quando ocorrerá a libertação. Acusado de fraude e aplicação indevida de recursos, a fiança imposta a Ghosn é no valor de US$ 9 milhões, ou R$ 33,8 milhões. Ele está proibido de deixar o Japão. A Justiça determinou a instalação de uma câmera na entrada de sua residência, o uso de um computador no escritório de seu advogado e a utilização de celular desde que a internet bloqueada. Ghosn foi preso em novembro do ano passado e indiciado por suspeita de fraudes e violação de instrumentos legais da empresa. A pena foi agravada pela quebra de confiança por transferir inadequadamente os fundos da Nissan. (ABr)
05/03/2019

Justiça concede fiança ao franco-brasileiro Carlos Ghosn, preso há 107 dias

Ex-presidente da Nissan

Justiça concede fiança ao franco-brasileiro Carlos Ghosn, preso há 107 dias

A Promotoria de Tóquio vai recorrer da concessão de fiança ao ex-presidente da Nissan

A Promotoria de Tóquio vai recorrer ao Tribunal Distrital da capital japonesa na tentativa de impedir a concessão de fiança ao executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, ex-presidente da Nissan Motors. O pagamento da fiança e algumas exigências foram autorizados pela Justiça. Pelos termos de fiança, Ghosn fica proibido de deixar o país e deve aderir às condições destinadas a impedi-lo de fugir ou destruir provas. Preso há 107 dias, o tribunal fixou a fiança no valor de US$ 8,9 milhões. Ghosn foi preso em novembro do ano passado e indiciado por suspeita de fraudes e violação de instrumentos legais da empresa. A pena foi agravada pela quebra de confiança por transferir inadequadamente os fundos da Nissan. Em janeiro, o segundo pedido de liberdade, feito pela defesa de Ghosn, foi negado por um tribunal de Tóquio. Na ocasião os advogados prometeram apelar. Há cerca de dois meses, os comandos das empresas Nissan e Mitsubishi Motors estudam processar o ex-presidente. As montadoras acusam Ghosn de receber compensação indevida de joint venture. Segundo as empresas, o executivo recebeu cerca de US$ 9 milhões. De acordo com as montadoras, o dinheiro foi pago sob um contrato assinado por Ghosn com a joint venture, sem a aprovação do conselho de administração. (ABr)