Exploração de reservas

Jair Bolsonaro

O assunto está sendo analisado junto com os futuros ministros de Minas e Energia e da Agricultura
16/12/2018

Bolsonaro analisa potencial de reservas de potássio, cálcio e magnésio

Exploração de reservas

Bolsonaro analisa potencial de reservas de potássio, cálcio e magnésio

O assunto está sendo analisado junto com os futuros ministros de Minas e Energia e da Agricultura

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (16), em uma postagem no Twitter, que está analisando o potencial de exploração de reservas de potássio, cálcio e magnésio no país junto com os futuros ministros de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, e da Agricultura, Tereza Cristina. “Junto aos futuros ministros de Minas e Energia e Agricultura, estamos analisando o potencial de exploração de reservas de potássio, cálcio e magnésio em regiões do nosso país. Hoje, mesmo com as maiores reservas, dependemos de matéria-prima importada para produzir fertilizantes”, escreveu na rede social. Na última terça-feira (11), ao ser perguntado sobre as ações da pasta para 2019, Albuquerque disse que os desafios são “enormes”. “Não só no setor elétrico, mas também na questão de óleo e gás, da mineração tem a cessão onerosa, tem Itaipu, daqui a pouco vamos ter que discutir o contrato de Itaipu. E na questão de energia elétrica é aquilo: fornecer energia mais barata para o consumidor e para aquele que está investindo no país, que vai começar a crescer”. Reservas Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), as reservas brasileiras de potássio estão localizadas em Sergipe e no Amazonas. Na Amazônia, a reserva em Autazes, a 113 quilômetros de Manaus, tem 800 milhões de toneladas. Com a sua descoberta, o Brasil saltou da 11º para o 8º maior reservatório do mineral no mundo. Por causa da pequena produção interna, o Brasil importa cerca de 90% do potássio, principalmente do Canadá, da Rússia, da Alemanha, e de Israel. O calcário é considerado uma das principais fontes de cálcio. Dados da ANM apontam que as reservas lavráveis de calcário no Brasil estão relativamente bem distribuídas pelos estados e, como em muitos países, representam centenas de anos de produção nos níveis atuais. Os estados que mais se destacam são Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás, que juntos detêm quase 60% das reservas medidas de calcário do país, além de Mato Grosso, Bahia, São Paulo e Ceará. O magnésio pode ser obtido, principalmente, por meio da exploração da dolomita, magnesita e dos sulfatos. Segundo a ANM, o Brasil tem extensos depósitos de magnesita na Bahia e também conta com reservas no Ceará.(ABr)
16/12/2018

Pena de morte ‘não será motivo de debate’ em meu governo, diz Jair Bolsonaro

Ao contrário de Eduardo

Pena de morte ‘não será motivo de debate’ em meu governo, diz Jair Bolsonaro

O presidente eleito ainda ressaltou que se trata de uma cláusula pétrea da Constituição

Logo cedo, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já se pronunciou em suas redes sociais, sobre o polêmico tema da pena de morte no Brasil, algo que garantiu não ter sido tema de sua campanha, e tão pouco será pauta de debate em seu governo.”Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus propositais diários”. Na manhã deste domingo (16), a edição do  jornal O Globo traz a entrevista com o filho de Bolsonaro, “Eduardo Bolsonaro quer exceção para implantar pena de morte no país”, onde o deputado federal defende a possibilidade do debate sobre a pena de morte para tráfico de drogas e crimes hediondos. Ainda de acordo com a reportagem, Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) falou sobre a possibilidade de um plebiscito ser realizado para consultar os brasileiros sobre o assunto. “Eu sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?”. Em 2017, Eduardo esteve na Indonésia, quando conheceu o presídio de Tangerang, na região metropolitana de Jacarta. O parlamentar desejava conhecer também o complexo prisional de Nusakanbangan, onde dois brasileiros condenados por tráfico foram fuzilados em 2015. No decorrer da matéria, o repórter faz alusões a antigos discursos, tanto de Jair como de Eduardo,  sobre o tema e afirma. “A posição assumida por Eduardo marca um retorno dos Bolsonaro a um assunto que eles haviam deixado para trás para tornar a candidatura do pai menos radicalizada. A pena de morte era presença constante nos discursos mais inflamados da família. As falas foram moduladas e os Bolsonaro passaram a evitar o tema”.
16/12/2018

Trump pode vir à posse, mas aguardado mesmo é o secretário de Estado

EUA no Brasil

Trump pode vir à posse, mas aguardado mesmo é o secretário de Estado

Limusines blindadas e seguranças dos EUA foram enviados a Brasília

Ainda não é oficial, mas todos os indícios apontam para a presença do presidente Donald Trump na posse do presidente Jair Bolsonaro, dia 1º. Está em Brasília o escalão precursor do serviço secreto americano, que cuida da segurança presidencial, e seis veículos blindados para uso da comitiva, trazido por aviões de carga da US Air Force. Trump pode até não vir, mas estão criadas as condições para isso. Por enquanto, o governo brasileiro conta com a presença de Mike Pompeo, secretário de Estado, representando Trump. A informação é de Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder. Futuro ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno prioriza agora os preparativos para a posse. Veículos blindados da comitiva têm a resistência de tanques de guerra. E são dotados até de metralhadora capazes de cortar blindagem. A eventual confirmação da presença de Trump pode provocar uma revoada de chefes de Estado e de governo para a posse de Bolsonaro. Posse presidencial no Brasil foi esvaziada após mudar para 1º de janeiro, quando até os presidentes preferem estar com suas famílias.
14/12/2018

Bolsonaro afirma que ‘tudo será normalizado’ em relação a extradição de Battisti

Ministro da itália

Bolsonaro afirma que ‘tudo será normalizado’ em relação a extradição de Battisti

Ministro da Itália publicou no Twitter que ficará grato com ajuda de Bolsonaro para extraditar terrorista

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em seu perfil no Twitter, nesta sexta-feira (14),  em relação a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, que “em breve tudo será normalizado”. A publicação foi uma resposta ao ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, que mais cedo já tinha afirmado que dará grande mérito a Bolsonaro se “ajudar a Itália a fazer justiça”. Na noite de ontem (13), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux determinou a prisão de Cesare Battisti. O terrorista  já é considerado foragido pela Polícia Federal, e nesta tarde as buscas continuam.  Esse fato gerou revolta em Salvini “Uma prisão perpétua que goza as vidas, nas praias do Brasil, para o rosto das vítimas, me deixa com raiva!”. Desde 2015, o italiano mora na cidade de Cananeia, no litoral paulista. E foi visto pela última vez na terça-feira (11). Apesar do advogado de Battisti garantir a PF que não sabe do paradeiro de seu cliente, Igor Tomasaukas  afirmou que vai recorrer da decisão do STF. “Recebemos com surpresa a decisão diretamente pela mídia. Recorreremos para resguardar a segurança jurídica. Certa ou errada, a decisão de 2010 que autorizou a permanência de Battisti se consolidou pelo tempo”. A extradição do terrorista Battisti vem sendo discutida entre Bolsonaro e a Itália desde os  primeiros dias após os resultados das urnas, no dia 5 de novembro o presidente eleito recebeu o embaixador italiano no Brasil, Antonio Bernardini que entregou à Bolsonaro uma carta do presidente italiano Sérgio Matarella reiterando o pedido de extradição de Battisti. Lula livrou Battisti Em dezembro de 2010, o então presidente Lula negou o pedido do governo italiano sobre a extradição de Battisti. Cesare Battisti foi condenado duas vezes a prisão perpétua na Itália, ele é acusado da prática de terrorismo e de quatro assassinatos, além de ter deixado um adolescente paraplégico, a quem feriu a bala. Os crimes ocorreram quando ele era integrante do Partido Proletariado Comunista.