CPI do BNDES

irregularidades

02/04/2019

Dilma, que escapa de fininho, pode virar ‘bola da vez’ na CPI do BNDES

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08/03/2019

Justiça aceita denúncia contra investigados por pagamento de propina no BRB

Operação Circus Maximus

Justiça aceita denúncia contra investigados por pagamento de propina no BRB

Esquema de propina ocorreu no banco durante o governo Rollemberg

A Justiça Federal aceitou nesta quinta (7) a denúncia do Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Circus Maximus, contra 17 pessoas acusadas de praticarem irregularidades em investimentos realizados pelo Banco de Brasília (BRB), em um esquema de pagamento de propina que ocorria desde 2014. Na decisão, o juiz federal Vallisney Oliveira, da 10ª Vara de Justiça Federal em Brasília, afirmou que “está demonstrada até agora a plausibilidade das alegações contidas na denúncia em face da circunstanciada exposição dos fatos tidos por criminosos e as descrições das condutas em correspondência aos elementos que instruem a denúncia”. Entre os agora réus está o ex-presidente do BRB do governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), Vasco Cunha Gonçalves, que chegou a ser preso em janeiro deste ano. Cunha e outras 16 pessoas (confira os nomes abaixo) responderão por crimes contra o sistema financeiro, gestão fraudulenta, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros. Além da condenção pelos crimes, o MPF pediu o confisco de valores dos envolvidos e o pagamento de uma indenização correspondente ao triplo das quantias desviadas por cada um. Procuradores estimam um prejuízo de R$ 348 milhões ao BRB, participantes de fundos de pensão, poupadores. Com o pagamento de propina a ex-dirigentes do banco, recursos de fundo de pensão de estatais, órgãos públicos e do próprio BRB eram liberados para financiar projetos que davam prejuízo. Os investimentos teriam ocorrido em, pelo menos, dois investimentos: o FIP LSH, relacionado ao antigo Trump Hotel, no Rio de Janeiro; e o FII SIA, relacionado ao empreendimento Praça Capital, desenvolvido pela Odebrecht. Eram emitidas notas frias a fim de “branquear dinheiro em espécie acumulado, que não poderia entrar novamente no sistema legítimo sem uma base negocial com aparência de legitimidade”. Foram apuradas ainda troca de e-mails com informações privilegiadas entre os acusados. Os dados trariam ganhos financeiros ilícitos aos envolvidos nos esquemas. Confira a lista dos denunciados: 1. Ricardo Luís Peixoto Leal, ex-conselheiro do BRB, arrecadador de campanha de Rodrigo Rollemberg e apontado como chefe da organização; 2. Henrique Domingues Neto; 3. Henrique Leite Domingues; 4. Adonis Assumpção Pereira Júnior; 5 . Vasco Cunha Gonçalves, ex-presidente do BRB; 6 . Nilban De Melo Júnior, ex-diretor do BRB; 7. Arthur César De Menezes Soares Filho; 8 . Paulo Renato De Oliveira Figueiredo Filho; 9 . Ricardo Siqueira Rodrigues; 10. Felipe Bedran Calil; 11. Felipe Bedran Calil Filho; 12. Nathana Martins Bedran Calil; 13. Diogo Rodrigues Cuoco; 14. Adriana Fernandes Bijara Cuoco; 15. Paul Elie Altit; 16. Paulo Ricardo Baqueiro De Melo; 17. Dilton Castro Junqueira Barbosa.
10/02/2019

MP reunirá dirigentes do Flamengo para avaliar medidas após mortes em incêndio

Dez mortos

MP reunirá dirigentes do Flamengo para avaliar medidas após mortes em incêndio

Objetivo é buscar apoio imediato a famílias de vítimas e sanar irregularidades

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) convocou para esta segunda (11) reunião com dirigentes do Flamengo e autoridades para discutir o incêndio no centro de treinamento do clube que deixou dez mortos e três feridos na sexta (8). O objetivo, segundo a promotoria, é buscar soluções imediatas relativas às famílias atingidas e a regularização das instalações do clube, que não têm alvará da prefeitura nem certificado de autorização do Corpo de Bombeiros. Participarão do encontro o Ministério Público do Trabalho, a Defensoria Pública do Estado do Rio, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e a prefeitura do Rio. O Ministério Público informou que convidou representantes do Flamengo, que confirmaram presença. O clube trouxe ao Rio familiares das treze vítimas do incêndio. Três continuam hospitalizadas, sendo uma em estado grave. Os dez mortos já foram identificados pelo IML (Instituto Médico Legal) e liberados para suas famílias. Quatro deles, já foram sepultados. No sábado (9), o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, participou de reuniões com as famílias em um hotel na zona oeste da cidade. Ele garantiu apoio financeiro e psicológico às famílias e disse que o clube bancaria traslado e sepultamento dos corpos. As reuniões contaram ainda com o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, e com o médico do clube, Marcio Tannure, além de assistentes sociais e psicólogos. As vítimas fatais do incêndio foram Arthur Vinicius de Barros Silva; Pablo Henrique da Silva Matos; Vitor Isaias Coelho da Silva; Bernardo Augusto Manzke Pisetta; Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos; Athila de Souza Paixão; Christian Esmerio Candido; Rykelmo de Souza Viana; Jorge Eduardo dos Santos Pereira Dias e Samuel Thomas de Souza Rosa. (Com informações da Folhapress)
09/02/2019

Flamengo pagou apenas 10 de 31 multas cobradas por Prefeitura do Rio

Ignorou irregularidades

Flamengo pagou apenas 10 de 31 multas cobradas por Prefeitura do Rio

Falta de certificado dos Bombeiros impediu emissão de alvará

A Prefeitura do Rio de Janeiro informou hoje (9), por meio de nota, que o Flamengo pagou somente 10 das 31 multas aplicadas por irregularidades no licenciamento do centro de treinamento do clube. Conhecido como Ninho do Urubu, o Centro de Treinamento Presidente George Helal, em Vargem Grande, sofreu um incêndio que matou 10 adolescentes na madrugada de ontem (8). As penalidades foram aplicadas em um intervalo de pouco mais de um ano pela Secretaria Municipal de Fazenda do Rio. O primeiro auto de infração foi emitido em 20 de outubro de 2017; e o último auto de infração, em 14 de dezembro de 2018. De acordo com a prefeitura, o pedido de alvará de funcionamento foi apresentado em setembro de 2017. No entanto, como o certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros não foi apresentado, o documento não foi concedido. A prefeitura informou ainda que a área de alojamento atingida pelo incêndio não consta como área edificada no último projeto aprovado pela área de licenciamento, em 5 de abril de 2018. No projeto, a área está descrita como um estacionamento de veículos, não como um alojamento. A prefeitura afirmou não ter registros de novo pedido de licenciamento da área para uso como dormitórios. (Agência Brasil)