Brasília

indicado

Atitude incomum no DF: novo governador manterá indicado de ex-governador no cargo
08/11/2018

No DF, em caso raro, Ibaneis mantém indicado de adversário no cargo

Brasília

No DF, em caso raro, Ibaneis mantém indicado de adversário no cargo

Atitude incomum no DF: novo governador manterá indicado de ex-governador no cargo

Atitude incomum em política foi adotada nesta quarta-feira (7) pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB): ele convidou a permanecer no cargo um dos mais importantes integrantes do governo atual, de Rodrigo Rollemberg (PSB), que o atacou pessoalmente, durante a campanha. Sem demonstrar rancor, convidou Júlio Cesar Reis, a continuar presidindo a agência de desenvolvimento Terracap. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Executivo arrojado e funcionário de carreira do órgão, Júlio Cesar Reis sempre foi considerado uma escolha feliz do atual governador do DF. O presidente da Terracap definiu prioridades com Ibaneis, incluindo fechar parcerias no autódromo para sediar a Fórmula 1 em Brasília. Outras parcerias com o setor privado devem avançar, em Brasília. A gestão do Estádio Nacional Mané Garrincha será logo privatizada.
11/05/2017

Marun pede afastamento do presidente da Comissão de Ética da Presidência

Indicado por Dilma

Marun pede afastamento do presidente da Comissão de Ética da Presidência

Menezes foi nomeado por Dilma Rousseff em cargos influentes

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) entrou nesta quarta-feira, dia 10, com pedido de representação na Comissão de Ética da Presidência para afastar o presidente do órgão, Mauro Menezes, um dos últimos remanescentes do governo Dilma Rousseff em cargos no Planalto. Marun admitiu que pediu o afastamento pela relação dele com o “governo deposto”. Menezes divulgou nota dizendo que suas decisões são fundamentadas em “normas legais” de “regulação de conduta” das autoridades e não têm “caráter partidário”. Segundo Marun, a atuação de Menezes tem sido diferente no governo de Michel Temer, muito mais rígida e que vem constrangendo ministros e o próprio presidente. Após as delações da Obdebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato, Menezes decidiu abrir investigação contra os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria de Governo, Moreira Franco, e da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. Entre outras ações, criticou Temer, quando afirmou que só vai demitir ministros que se tornarem réus.
30/03/2015

CNMP quer barrar indicado de Eduardo Cunha

CNMP

CNMP quer barrar indicado de Eduardo Cunha

Órgão de controle do Ministério Público não quer seu indicado

Membros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), presidido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estão incomodados com a possibilidade de o advogado Gustavo do Vale Rocha integrar o colegiado. Rocha é advogado do deputado Eduardo Cunha, fiador da indicação, e do PMDB, o que, segundo o parlamentar, legitima sua indicação para o colegiado. Cunha está na Lista de Janot. Como na indicação de Gim Argello no TCU, conselheiros articulam a rejeição a Gustavo Rocha no CNMP. Mas lhes falta força política. Dos 14 conselheiros do CNMP, um é indicado pela Câmara. Membros avaliam que Eduardo Cunha indicou Rocha para “afrontar” Janot. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto
06/02/2015

Novo presidente da Petrobras é velho conhecido de escâdalos

Substituto enrolado

Novo presidente da Petrobras é velho conhecido de escâdalos

Novo presidente da Petrobras ganhou suspeição no Banco do Basil

Aldemir Bendine, indicado da presidente Dilma para assumir a presidência da Petrobras, é presidente do Banco do Brasil, mas não é estranho a escândalos e acusações. No final de 2014 Bendine foi alvo de denúncias , como o financiamento concedido pelo BB à socialite Val Marchiori em condições suspeitas de favorecimento e o relato de seu ex-motorista, ao Ministério Público Federal, confessando que fez diversos pagamentos em dinheiro vivo a mando do chefe. Val Marchiori, por exemplo, levou mais de R$ 2,7 milhões em um empréstimo do BB, através de verba concedida pelo BNDES. A transação violou normas de ambos os bancos já que a socialite era inadimplente em outro empréstimo e não apresentou condições para realizar o pagamento ao banco. Já o ex-motorista de Bendine, Sebastião Ferreira da Silva, contou, em depoimento ao Ministério Público Federal, que se ?sente ameaçado? por pessoas do governo federal. Ele revelou ao Ministério Público Federal em São Paulo que fez pagamentos em dinheiro vivo a mando de Bendine quando trabalhava no banco, e uma vez o ajudou a transportar uma sacola cheia de dinheiro. O desgaste de Bendine foi tão grande nos últimos meses de 2014, que o indicado da presidente Dilma não chegou nem a indicar seu sucessor no cargo. Aldemir Bendine, vulgo “Dida”, é conhecido por suas ligações históricas com o PT, apesar de nunca ter se filiado a qualquer partido político.