Articulação

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Nome do deputado do PSL de Goiás já havia sido anunciado pelo presidente em janeiro
04/02/2019

Bolsonaro formaliza indicação de Major Vitor Hugo como líder do governo na Câmara

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Bolsonaro formaliza indicação de Major Vitor Hugo como líder do governo na Câmara

Nome do deputado do PSL de Goiás já havia sido anunciado pelo presidente em janeiro

O presidente Jair Bolsonaro formalizou nesta segunda (4) a indicação do deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO) como líder do governo na Câmara dos Deputados. A escolha foi oficializada por meio de mensagem enviada ao Congresso Nacional, publicada no “Diário Oficial da União”. O nome do parlamentar já havia sido anunciado pelo presidente em janeiro. Em seu primeiro mandato, Vitor Hugo será o responsável por articular a votação de projetos de interesse do governo, como a reforma previdenciária, considerada a prioridade na agenda econômica do presidente. O deputado é egresso da Aman (Academia Militar de Agulhas Negras), como Bolsonaro, e é próximo do presidente por ter sido consultor legislativo na Câmara de 2015 até sua eleição, na área de segurança pública e defesa. A indicação de Vitor Hugo tem também a ver com uma “dívida” de Bolsonaro com o aliado, que se sentiu preterido quando o presidente deu ao Delegado Waldir, atual líder da bancada na Câmara, a presidência do PSL em Goiás. Na avaliação de aliados do presidente, o nome do major tem força por se tratar de um “meio termo” entre os parlamentares reeleitos e novatos do PSL, além dele ter experiência como servidor concursado sobre regimento e funcionamento da Casa. (FolhaPress)
11/01/2019

“Amigo particular” de Bolsonaro é indicado para gerência na Petrobras

Da casa há 11 anos

“Amigo particular” de Bolsonaro é indicado para gerência na Petrobras

Presidente postou no Twitter que 'era do indicado sem capacitação técnica acabou', mas depois apagou esse trecho do post

O presidente Jair Bolsonaro indicou para assumir a gerência executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras o capitão-tenente da reserva da Marinha Carlos Victor Guerra Nagem. ‘Amigo particular’ do presidente, ele é funcionário da estatal há 11 anos e atualmente trabalha em Curitiba. Para defender a nomeação de Nagem, Bolsonaro postou na quinta-feira no Twitter que “a era do indicado sem capacitação técnica acabou”. O post, no entanto, foi apagado pouco depois, e republicado sem esse trecho. Desde que ingressou na Petrobras, Nagem se licenciou em duas ocasiões, para disputar as eleições de 2002 e de 2016, usando a alcunha de Capitão Victor e filiado ao PSC (partido que Bolsonaro integrou e pelo qual foi eleito deputado federal em 2014). Na primeira vez, Capitão Victor tentou se eleger deputado federal pelo Paraná; na segunda, disputou uma cadeira de vereador em Curitiba. Nas duas foi derrotado. Em 2016, Bolsonaro gravou um vídeo pedindo votos para Nagem, que se candidatou a vereador por Curitiba com o nome de Capitão Victor. Bolsonaro classificava o então candidato como “meu amigo particular”. “É um homem, um cidadão que conheço há quase 30 anos. Um homem de respeito, que vai estar à disposição de vocês na Câmara lutando pelos valores familiares. E quem sabe, no futuro, tendo mais uma opção para nos acompanhar até Brasília”, afirmou Bolsonaro no vídeo de 2016, publicado no perfil do youtube do presidente. O nome de Carlos Victor ainda será submetido a procedimentos internos de governança corporativa, incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade. Segundo a estatal, ele é graduado em Administração pela Escola Naval e há seis anos atua na área de Segurança Corporativa da Petrobras. A empresa afirma ainda que o indicado possui mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem dez anos de experiência como professor no ensino superior. O salário do Capitão Victor na empresa, segundo o site, passará de R$ 15 mil mensais para mais de R$ 50 mil. Nagem vai substituir Regina de Luca, indicada pelo ex-presidente da Petrobras Pedro Parente.
08/01/2019

Petrobras anuncia novo diretor executivo de Exploração e Produção

Substituição

Petrobras anuncia novo diretor executivo de Exploração e Produção

Carlos Alberto Pereira de Oliveira vai substituir Solange Guedes; nome do indicado será submetido aos procedimentos internos

O presidente da Petrobras, Roberto da Cunha Castello Branco, indicou o funcionário de carreira Carlos Alberto Pereira de Oliveira para ocupar a diretoria executiva de Exploração e Produção (E&P), em substituição a Solange Guedes. A decisão foi comunicada à imprensa em nota. “A Petrobras agradece a dedicação de Solange Guedes ao longo de seus trinta e três anos na área de Exploração e Produção e seu importante trabalho à frente desta diretoria desde 2015”, diz a nota. Segundo informações da empresa, o nome do indicado será submetido aos procedimentos internos de governança corporativa, “incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade necessárias ao processo sucessório da companhia”. A indicação ainda será encaminhada para apreciação do Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão e posterior deliberação do Conselho de Administração. Quem é o indicado Carlos Alberto Pereira de Oliveira é graduado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Militar de Engenharia e em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem mestrado em Finanças e Análise de Investimentos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Janeiro. Atua na Petrobras há 38 anos, onde ingressou em 1981, especializando-se em Engenharia de Petróleo. (ABr)
20/12/2018

Ricardo Salles indica o procurador Eduardo Bim para presidência do Ibama

Governo Bolsonaro

Ricardo Salles indica o procurador Eduardo Bim para presidência do Ibama

Especialista em direito ambiental, Bim é autor de livros como Licenciamento Ambiental

O futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, confirmou hoje (20) o nome do advogado Eduardo Fortunato Bim para a presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Integrante da Advocacia-Geral da União (AGU), Bim é procurador federal no instituto há cinco anos. Mestre em direito e especialista em direito ambiental, Eduardo Bim é autor de livros como Licenciamento Ambiental, que trata de pontos polêmicos em torno do tema destacando soluções jurídicas para o assunto. Em várias ocasiões, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, destacou sua preocupação em torno das concessões de licenças ambientais e também da aplicação de multas – que ele chamou, por mais de uma vez, de “indústria da multa”. Salles defende a desburocratização de processos que esbarram em restrições ambientais e afetam setores da economia. A presidência do Ibama é o primeiro anúncio de Salles que foi o último ministro confirmado para o primeiro escalão de Bolsonaro. O novo ministro do Meio Ambiente também informou que a integração do Ibama com o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que chegou a ser analisada pela equipe de transição do governo, está descartada neste momento. Salles aproveitou para afirmar que o Ibama continuará responsável pelo licenciamento ambiental e pela fiscalização ambiental. O futuro ministro decidiu que uma de suas primeiras ações será suspender o decreto que permite a conversão de multas em prestação de serviços ambientais por ONGs. Ainda de acordo com ele, o decreto será suspenso por 90 dias para ganhar novas atribuições. Hoje as ONGs são as principais prestadoras desse serviço de conversão de multas. Salles quer incluir a possibilidade de os proprietários de terra que cometeram a infração possam prestar o serviço ambiental e que empresas privadas também sejam aptas à prestação do serviço. Condenado Ricardo Salles foi condenado nesta quarta (19) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por improbidade administrativa, em um ação movida pelo Ministério Público em 2017, quando ele ocupava o cargo de secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo durante o governo Geraldo Alckmin. O juiz Fausto José Martins Seabra condenou Salles à suspensão dos direitos políticos por três anos e o pagamento de uma multa equivalente a dez vezes o salário de cerca de R$20 mil que recebia quando secretário. Com a decisão, ele também fica proibido de ser contratado pelo Poder Público. A ação acusa Salles de cometer fraude na elaboração do plano de manejo da Área de Proteção Ambiental Várzea do Rio Tietê, com propósito de beneficiar empresas de mineração e filiadas à Fiesp (Federação da Indústria do estado de São Paulo).  Inquérito civil apurou irregularidades como a modificação de mapas, alteração da minuta do decreto do plano de manejo e perseguição a funcionários da Fundação Florestal.