Governo do DF

Ibaneis Rocha

Futuro diretor-presidente do SLU é procurador aposentado do DF
14/12/2018

Ibaneis convida Félix Palazzo para cuidar da limpeza pública do DF

Governo do DF

Ibaneis convida Félix Palazzo para cuidar da limpeza pública do DF

Futuro diretor-presidente do SLU é procurador aposentado do DF

O governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), acaba de definir o comando do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) em sua administração. Ele convidou Felix Palazzo um procurador aposentado do DF, Felix Palazzo, para o cargo de diretor presidente dessa empresa que é responsável pela limpeza da cidade. “Vamos consertar e limpar de verdade esta cidade”, disse Ibaneis ao Diário do Poder, ao confirmar o nome de Palazzo, muito otimista com a escolha. Palazzo é advogado há 36 anos, formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) com atuação na área de Direito Civil e do Trabalho. Ocupou o cargo de sub-procurador do DF e eleito conselheiro seccional da OAB-DF, onde foi também diretor-tesoureiro e vice-presidente. Foi também conselheiro federal da OAB, quando Ibaneis presidiu a entidade no DF.
13/12/2018

Rafael Parente busca valorização, motivação e tecnologia para a educação do DF

Entrevista

Rafael Parente busca valorização, motivação e tecnologia para a educação do DF

Futuro secretário de Ibaneis aposta em bom começo do ano letivo

Em menos de um mês, Rafael Parente irá assumir a Secretaria de Educação do Distrito Federal, a convite do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). Ao Diário do Poder, o PhD em educação pela Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês) disse que espera começar bem o ano letivo de 2019. O sentimento é de otimismo: “a gente já tem uma rede qualificada, muitos programas e ações acontecendo nas escolas, mas com pouca visibilidade. Vamos seguir a linha da valorização, motivação”, afirma o futuro secretário. Os últimos anos foram difíceis para a educação da capital: no ano passado, estudantes da rede pública de ensino passaram 29 dias fora das salas de aula por causa da greve de professores, que reivindicavam reajuste salarial e o pagamento da última parcela do aumento aprovado em 2013. Um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) trata de outra preocupação na rede pública de educação: de cada dez escolas na capital, pelo menos nove precisam de reformas médias ou grandes. Mesmo assim, no primeiro trimestre deste ano, o GDF empenhou para reparos nas escolas apenas 6% do orçamento prevista para a educação, de acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Em 2015, uma auditoria do TCDF apontava problemas graves no transporte escolar oferecido aos alunos da capital. Os auditores do tribunal visitaram as escolas: 32,7% dos diretores entrevistados disseram que os alunos têm atrasos constantes por causa do transporte. Em 36,8% dos casos analisados, o atraso causou perda no conteúdo e na carga horária. O orçamento que estará disponível para o ano que vem é um ponto importante para que esses e outros problemas sejam trabalhados. Questionado sobre o orçamento, Parente afirma a preocupação do governo como um todo, não somente da pasta que irá chefiar. A gestão de Rollemberg já afirmou que não conseguirá fechar o mandato com as contas em dias. As previsões do GDF apontam déficit de R$ 600 milhões. “É uma preocupação, com certeza. Mas eu sei que o Ibaneis Rocha e os secretários estão em meio de articulações para conseguir aumentar as verbas. Eu também estou fazendo o que eu posso”, disse o futuro secretário. Parente fala ainda sobre uma análise mais profunda em relação aos dados apresentados sobre a educação, como os relacionados à infraestrutura das unidades de ensino da capital. “Às vezes existem escolas em piores condições que não foram condenadas.” Para ele, faltam dados que tratem de políticas públicas que funcionam ou não na educação pública do DF. “Não se tem metodologias, estruturas de avaliação de aprendizado [para essas políticas].” Tecnologia, uma aliada da educação O futuro secretário de Educação do DF é um grande defensor do uso de tecnologias digitais no ensino. “A gente tem modelos e metodologias hoje que estão completamente ultrapassadas. O professor falando lá na frente, uma aula centrada no professor são métodos que não funcionam mais”, afirma. Nada melhor que a tecnologia para a reformulação do jeito de ensinar as crianças, quem Parente chama de “nativos digitais”. Há anos Parente trabalha aliando tecnologia e aprendizado. Implantado em 2015, uma de suas criações, o Conecturma oferece a professores e alunos uma maneira diferente de apresentar o conteúdo na sala de aula a partir das novas tecnologias e suas ferramentas. O programa de Parente abrange da educação infantil ao 5º ano do ensino fundamental, estando em escolas públicas de 81 municípios em sete estados. O projeto é composto por várias mídias que, apesar de independentes, foram desenvolvidas para oferecer “uma experiência mais completa, imersiva e engajadora” por meio de atividades lúdicas envolvendo conteúdos de matemática e português, tanto por meios digitais quanto por livros didáticos. Respeito à diversidade, autoconhecimento, inclusão são alguns dos outros tópicos que estimulam o desenvolvimento socioemocional dos estudantes. Por possíveis conflitos de interesses, que ainda estão sendo avaliados pelo novo governo, o Conecturma provavelmente não chegará ao Distrito Federal durante a gestão de Ibaneis Rocha. O que não significa que a tecnologia não fará parte dos planos do governo para a educação no Distrito Federal.  Parente afirma, que ainda em 2019, a pasta terá projetos nesta área. “A gente quer ter mais computadores e projetores na sala de aula, quer criar com os professores e alunos uma plataforma digital, em que os conteúdos e games serão criados pelos alunos e professores.” A ideia é trabalhar ainda em conjunto com startups para a criação de aplicativos e conteúdos que contribuam com a educação na capital. Cursos técnicos voltado para o empreendedorismo também estão na pauta: “Brasília não precisa ser a cidade do serviço público”. Novo currículo Aprovada na última terça (4), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera de todos os alunos que passam pela educação básica. Com a BNCC, matemática e português terão carga horária obrigatória nos três anos do ensino médio, enquanto os demais conhecimentos poderão ser distribuídos ao longo destes três anos — permitindo que o aluno escolha parte das disciplinas que serão estudadas no ensino médio. As aprendizagens essenciais definidas na nova base curricular estão organizadas por áreas do conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Antes da aprovação da Base Nacional Comum Curricular o Brasil não tinha um currículo obrigatório; a lei previa apenas que as disciplinas de português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia eram obrigatórias nas escolas. O documento cita algumas possibilidades de “situações pedagógicas mais colaborativas, que se organizem com base nos interesses dos estudantes e favoreçam seu protagonismo”: laboratórios, oficinas, clubes, núcleos de criação artística e de estudos são algumas das sugestões. Parente vê com bons olhos as mudanças propostas pela nova base curricular. Para ele, a o texto privilegia conteúdos essenciais para o aprendizado dos estudantes. O futuro secretário acredita que dificuldades na interpretação de texto e no desenvolvimento de um raciocínio matemático acabam atrapalhando o aprendizado em outras disciplinas. Matemática e português são de fato preocupações dos educadores. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), sete a cada dez alunos do 3º ano do ensino médio têm nível insuficiente nas duas disciplinas. Por meio do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017, as etapas da educação básica foram classificadas em níveis de proficiência: os de 0 a 3 são considerados insuficientes; entre 4 e 6 se encontram os estudantes com nível de conhecimento básico; e de 7 até 9, adequado. Tanto o 9º ano do ensino fundamental quanto o 3º ano do ensino médio apresentaram desempenhos classificados como insuficientes. No primeiro, foi registrado o nível 3 de proficiência e, no segundo, o nível 2. O 5º ano do ensino fundamental apresentou um resultado melhor, no nível 4, mas mesmo assim está fora do considerado adequado pelo Ministério da Educação. O futuro secretário do DF acredita que com a implementação da nova base curricular, que deve acontecer até 2020 nas escolas públicas e particulares de todo o Brasil, seja possível conquistar uma equidade educacional no país.
13/12/2018

Ibaneis quer administradores regionais vinculados às respectivas cidades

Governo do DF

Ibaneis quer administradores regionais vinculados às respectivas cidades

Câmara derruba veto de Rollemberg e impõe lista tríplice de candidatos

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) afirmou esta manhã que não conhece o teor do projeto aprovado pela Câmara Legislativa sobre a escolha de administradores regionais, mas aditou: “Somente farei se não for eleição”. O projeto teve o veto do atual ocupante do cargo Rodrigo Rollemberg (PSB) derrubado pela Câmara Legislativa nesta quarta-feira (12). Ibaneis esclareceu sua posição em mensagem enviada por Whatsapp ao jornalista Cláudio Humberto no momento em que ele comentava o assunto no programa Gente Brasília, da rádio BandNews FM: “Aceito e quero a participação da população e das entidades associativas na escolha dos administradores”, mas concorda que eleição de administrador regional é impraticável, O governador eleito adiantou ainda o princípio fundamental que utilizará na escolha desses auxiliares, que são fundamentais na gestão do DF: “Quero a identidade do administrador com a comunidade”. O projeto, de autoria do deputado Chico Vigilante (PT), na verdade prevê eleição indireta dos administradores, e foi vetado por Rollemberg após sucessivos adiamentos, desde fevereiro deste ano. A lei a ser promulgada prevê a participação de qualquer eleitor inscrito na seção eleitoral da respectiva região administrativa, mas decisão final caberá ao governador. De acordo com a lei, todo esse processo deverá ser organizado e concluído nos três primeiros meses do mandato do governador e terá validade de quatro anos. Ibaneis Rocha foi o anfitrião nesta quarta (12), em Brasília, dos colegas eleitos de todo o País em mais uma edição do Forum de Governadores. Ele também se encontrou com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), com quem posou para fotos ao lado do filho João Pedro, 13 anos, um apaixonado pela política. A agenda de Ibaneis, nesta quinta, prevê almoço com o ministro Blairo Maggi (Agricultura). Ele se fará acompanhar de Eumar Novack, futuro secretário da Casa Civil do DF, e do adjunto Marcelo Cunha.
13/12/2018

Meire Mota Coelho foi convidada por Ibaneis a assumir a direção do Procon-DF

Governo Ibaneis

Meire Mota Coelho foi convidada por Ibaneis a assumir a direção do Procon-DF

Quando procuradora, ela prendeu a maior fraudadora da história do INSS

A advogada e ex-procuradora Meire Mota Coelho foi convidada pelo governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, para assumir a direção do Procon-DF, um dos órgãos governamentais mais ambicionados, por sua visibilidade e pelo trabalho em defesa do consumidor, uma das demandas mais importantes da sociedade. Quando procuradora, Meire Mota Coelho comandou corajosamente as investigações que levaram à prisão da quadrilha liderada, entre outros, por Georgina Freitas, a maior fraudadora da história do INSS. Graças a esse trabalho foi desbarato o esquema, formado por juízes, advogados, procuradores e peritos que fraudaram a Previdência em mais de R$2 bilhões. Ex-candidata a deputada federal, Meire é fundadora e primeira presidente da Associação Brasileira de Advogadas (Abra), entidade que se destaca inclusive pela discussão sobre a participação da mulher na política e na defesa dos seus direitos.