59 anos

homenagem

Capital completa 59 anos no dia 21 de abril; bancada do DF e figuras importantes para a cidade estão presentes
15/04/2019

Câmara realiza sessão solene em homenagem ao aniversário de Brasília

59 anos

Câmara realiza sessão solene em homenagem ao aniversário de Brasília

Capital completa 59 anos no dia 21 de abril; bancada do DF e figuras importantes para a cidade estão presentes

A capital federal completa 59 anos no próximo domingo (21) e as homenagens a Brasília já começaram na Câmara dos Deputados. Acontece na manhã desta segunda (15) uma sessão solene em homenagem ao aniversário da cidade. A sessão foi presidida pela deputada federal Flávia Arruda (PR-DF) e contou com a presença do vice-governador do DF, Paco Britto. A bancada eleita no Distrito Federal, também pela Câmara Legislativa e no Senado, e figuras importantes para a construção da capital, inaugurada em 1960 pelo então presidente Juscelino Kubitschek, estão presentes na sessão especial. Por meio de uma carta lida pela deputada Flávia Arruda, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, parabenizou a cidade. Segundo o deputado, Brasília foi construída com o objetivo de representar o povo brasileiro como um todo. “Brasília mostra o país que somos e o que podemos ser, por isso festejar o aniversário de Brasília é festejar esse processo de construção nacional.” Brasília é a maior cidade do mundo construída no século XX. Por seu conjunto arquitetônico e urbanístico — idealizado por nomes como Lúcio Costa e Oscar Niemeyer —, a capital federal é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Em 2017, Brasília atingiu a marca dos 3 milhões de habitantes.
05/04/2019

Bolsonaro homenageia militar premiada pela ONU por defesa de gênero

Marcia Andrade Braga

Bolsonaro homenageia militar premiada pela ONU por defesa de gênero

Comandante Marcia Andrade Braga atuou em missões no exterior

O presidente Jair Bolsonaro entregou hoje (5) a Medalha da Vitória, do Ministério da Defesa, à comandante Marcia Andrade Braga, capitão de Corveta da Marinha do Brasil. Ela é membro da Missão de Paz das Nações Unidas na República Centro-Africana (Minusca) e, em março, recebeu o prêmio de Defensora Militar da Igualdade de Gênero da Organização das Nações Unidas (ONU), por seu trabalho realizado como assessora militar de gênero na missão. “A missão tem uma série de situações complexas, ambiente hostil, não tem o conforto, tem a questão da segurança, distância da família. Mas o foco maior é desenvolver o trabalho, porque, estando ali, a gente sente a dificuldade que aquelas pessoas sentem. A ONU simboliza esperança e liberdade para as pessoas, então a gente se sente na obrigação de fazer algo”, disse a comandante Marcia. A missão foi iniciada em abril de 2014 para proteger os civis da República Centro-Africana da violenta guerra civil no país. Atuando na missão de paz desde abril de 2018, a comandante Marcia ajudou a construir uma rede de assessores treinados para questões de gênero dentro das unidades militares. Segundo Marcia, seu principal objetivo é a proteção civil e a prevenção de violações, usando a perspectiva de gênero para entender como o conflito afeta cada um dos grupos, principalmente mulheres e crianças, “que são o maior alvo das violações na República Centro-Africana”. O trabalho desenvolvido ao longo do último ano buscou o engajamento com as comunidades locais. A interação facilita, por exemplo, denúncias de casos de violência e abuso sexual, à medida em que há maior abertura para o diálogo. Além de aumentar a presença da missão, as equipes ajudaram a desenvolver projetos que podem aumentar a segurança, como a instalação de bombas de água perto de vilarejos, sistemas de energia solar e o desenvolvimento de jardins comunitários. “Se eu tenho mulheres que estão muito expostas, porque estão indo a plantações muito longe, algumas vezes 10 quilômetros, então, pensando que são pessoas deslocadas por causa do conflito, nós desenvolvemos hortas comunitárias perto das casas. É uma forma de diminuir essa exposição às violações”, explicou. O trabalho da comandante na missão termina no final deste mês. Brasil na ONU O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, agradeceu à comandante Marcia “pelo exemplo que inspira mulheres que lutam para construir suas vidas, “por fazer orgulhosos todos os brasileiros” e por “confirmar que a presença feminina nas Forças Armadas nos torna melhores”. “O prêmio da ONU vai além do reconhecimento de um feito. Traduz a confiança de uma mulher, que se expôs a um ambiente hostil, fundamentada na crença de que poderia fazer”, ressaltou. “É uma importante conquista no caminho da valorização e da competência militar feminina.” De acordo com o ministro, nos mais de 70 anos da ONU, cerca de 46 mil civis e militares brasileiros utilizaram o capacete azul, característico das missões de paz, em 41 das 71 operações de paz desdobradas sobre a bandeira da ONU. Em cinco delas, o Brasil liderou a missão: Egito, Moçambique, Angola, Timor Leste e Haiti. Atualmente, o país exerce liderança militar no Congo e participa com 300 pessoas de 9 das 14 missões conduzidas pelo departamento de operações paz das Nações Unidas, seja com tropa ou observadores. Cumprimentos Também foram condecorados hoje, com a Medalha Militar de 50 anos de serviços prestados os ministros do Superior Tribunal Militar, o almirante de esquadra Carlos Augusto de Sousa e tenente brigadeiro do Ar Francisco Joselini Parente Camelo. O presidente Jair Bolsonaro cumprimentou os novos oficiais generais das Forças Armadas promovidos recentemente. “A cada promoção vem um filme do passado, o que cada um dos senhores fez para que esse momento se tornasse realidade. Dias, anos de sacrifício, comprometimento, lealdade, patriotismo e vontade de cada vez mais servir  a essa pátria maravilhosa chamada Brasil”, disse. Bolsonaro citou ainda recente pesquisa da XP Investimentos que aponta que as Forças Armadas são a instituição com maior nível de confiança no país, com 66% de aprovação. “É sinal que estamos no caminho certo. O povo é quem tem que dizer para onde iremos e não o contrário”, disse. “As pesquisas demostram o trabalho de cada um dos senhores e obviamente os desafios que se apresentam. Nós [militares], juntamente com os civis, temos esse grande compromisso de colocar essa pátria maravilhoso no lugar de destaque que ela merece.” (ABr)
01/04/2019

Paris vai batizar um espaço público com o nome de Marielle Franco

Homenagem

Paris vai batizar um espaço público com o nome de Marielle Franco

Conselho Municipal aprovou a proposta nesta segunda-feira

O Conselho Municipal de Paris aprovou hoje (1º) a proposta de intenção para dar o nome de vereadora assassinada Marielle Franco (PSOL-RJ), em 14 de março de 2018, a um espaço público na cidade. O anúncio foi feito pela prefeita da capital francesa, Anne Hidalgo. A prefeita disse que a proposta foi apresentada por ela e comemorou a aprovação via conta pessoal no Twitter. “Os representantes eleitos parisienses aprovaram esta manhã a proposta que lhes apresentei com a minha equipe: um lugar em Paris levará o nome de Marielle Franco, ativista dos direitos humanos, eleita do Rio de Janeiro, assassinada em março de 2018.” O local que receberá o nome da vereadora assassinada ainda não foi definido. Pode ser uma rua, praça ou passarela. Marielle Franco e o motorista Anderson Pedro Gomes foram mortos, no ano passado, no centro do Rio de Janeiro. Recentemente a polícia prendeu dois suspeitos de execução do crime. A vereadora e o motorista foram assassinados com vários tiros. Uma pessoa sobreviveu. (ABr)
28/03/2019

Brasileira vence Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas

Homenagem

Brasileira vence Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas

A capitã de corveta da Marinha brasileira Márcia Andrade Braga serve na Missão da ONU na República Centro-Africana

A capitã de corveta da Marinha brasileira Márcia Andrade Braga é a vencedora do Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas. A boina-azul serve na Missão da ONU na República Centro-Africana (Minusca) desde 2018. A homenagem, criada em 2016, reconhece a dedicação e os esforços individuais de um soldado de paz para “promover os princípios da Resolução de Segurança da ONU 1325 sobre mulheres, paz e segurança”. A oficial brasileira receberá o prêmio nesta sexta-feira (29) das mãos do secretário-geral da ONU, António Guterres, na Reunião Ministerial de Manutenção de Paz de 2019, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Orgulho Márcia Braga foi professora e também ajudou a treinar e a aumentar a consciência dos seus colegas sobre a dinâmica de gênero na operação de paz. Ao saber do prêmio, ela disse estar muito orgulhosa por sua seleção e que “missões da ONU precisam de mais mulheres para manter a paz, para que as mulheres locais possam falar mais livremente de questões que afetam suas vidas”. Para o subsecretário-geral do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas, Jean-Pierre Lacroix, a oficial brasileira “é um excelente exemplo” da razã, porque a ONU precisa de mais mulheres na manutenção da paz. Lacroix destaca que essa tarefa “funciona de forma eficaz quando as mulheres desempenham papéis significativos e quando as mulheres nas comunidades anfitriãs estão diretamente envolvidas.” Necessidades e realizações Como conselheira militar de Gênero na Minusca, a capitã ajudou a criar uma rede de conselheiros de gênero e a capacitar pontos focais entre as unidades militares. Ela também promoveu o uso de equipes mistas de homens e mulheres para realizar patrulhas no país que “reuniram informações para ajudar a entender as necessidades exclusivas de proteção” de pessoas de todos os gêneros. Os beneficiários ajudaram a desenvolver projetos comunitários em prol de comunidades vulneráveis, que incluem a instalação de bombas de água perto de aldeias, a iluminação com energia solar e o desenvolvimento de hortas comunitárias. Um dos objetivos era que as mulheres não tivessem que percorrer grandes distâncias para cuidar das plantações. Segundo a ONU, Márcia Braga foi “uma força motriz por trás do envolvimento da liderança da missão com mulheres líderes locais, assegurando que a voz de mulheres centro-africanas seja ouvida no processo de paz em curso”. (ABr)