Obras em andamento

Galeria dos Estados

Outros locais, apontados pelo relatório do Tribunal de Contas do DF também foram visitados
17/01/2019

Governador do DF faz vistorias nas obras do viaduto do Eixão e da Ponte do Bragueto

Obras em andamento

Governador do DF faz vistorias nas obras do viaduto do Eixão e da Ponte do Bragueto

Outros locais, apontados pelo relatório do Tribunal de Contas do DF também foram visitados

Logo pela manhã desta quinta-feira (17), o governador Ibaneis Rocha começou o dia nas ruas,  para vistoriar todas as obras que estão em andamento, e foram citadas no relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). O primeiro compromisso ocorreu na saída norte do DF, nas obras do Trevo de Triagem Norte, Ibaneis acompanhou de perto o trabalho que está sendo realizado ao lado da Ponte do Bragueto, onde duas pontes estão sendo levantadas paralelamente. “A condição dos viadutos já é de conhecimento dos engenheiros. Já me passaram a situação, agora é hora de tocar as obras”, afirmou Ibaneis. As pontes Costa e Silva e das Garças, no Lago Sul, também receberam a visita do governador e sua equipe. Durante a manhã, também foram fiscalizadas as tesourinhas do Eixo L e Eixo W na Asa Norte e na Asa sul. O viaduto do Eixão Sul, que desabou em 6 de fevereiro do ano passado, não podia ficar fora das vistorias, o governador também foi a  Galeria dos Estados. “Queremos transformar a galeria em um espaço que a população tenha orgulho e que não seja só um ponto de passagem e acesso ao trabalho, mas que se torne mais um endereço de visitação e lazer da cidade”.     Relatório do TCDF Em dezembro do ano passado, após a queda do viaduto, o Tribunal de Contas do DF fez inspeções nas obras em todo o DF e elaborou um relatório com os pontos mais perigosos, e fez um alerta, das 11 pontes e viadutos vistoriados, somente três tinham sido reformados. Foram diagnosticados problemas como oxidação de estruturas, trincas, marcas de infiltração, nos seguintes pontos: Ponte do Bragueto, passagem subterrânea de pedestres, entre as quadras 15 e 16 norte, – tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 norte,  tesourinha do eixo W, entre as quadras 115/116 norte, viaduto sobre a via N2, ao lado do Conjunto Nacional, viaduto da DF-002 (Eixão), saída do Buraco do Tatu, sentido norte/sul, viaduto da DF-002 (Eixão) sobre a via S2,  Galeria dos Estados (os dois trechos, L e W), tesourinha do Eixo L, entre as quadras 203/204 sul, Ponte Costa e Silva,  Ponte das Garças e as tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 sul. Distrito Federal vai ganhar mais cinco viadutos As regiões do Sudoeste, Riacho Fundo I, Itapoã, Recanto das Emas e Jardim Botânico vão ganhar viadutos. De acordo com Ibaneis, o governo já prepara o lançamento dos editais. “Designei uma equipe de engenharia para concluir todos os editais. Vamos deixar tudo pronto e, assim que as emendas parlamentares forem liberadas, tocamos a obra”.
17/01/2019

Ibaneis Rocha promete uma Galeria dos Estados mais moderna e acessível

Melhorias

Ibaneis Rocha promete uma Galeria dos Estados mais moderna e acessível

Entre as obras de intervenção que serão necessárias no local estão o reforço de pilares e trabalhos de revitalização

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), visitou nesta quinta (17) a Galeria dos Estados e falou sobre o projeto de modernização do local, que inclui ainda melhorias na acessibilidade. O objetivo do GDF é transformar o local em “uma área não só de trabalho e de acesso das pessoas, mas em uma área que dê prazer a qualquer visitante ou morador da cidade que vem passear. Com muito paisagismo, mantendo o local limpo, e de forma que a sociedade tenha orgulho de transitar por esse local”, afirmou o governador. Entre as obras de intervenção que serão necessárias no local estão o reforço de pilares e trabalhos de revitalização, como fim das infiltrações e de corrosões na estrutura da galeria. No local, o governador reafirmou a entrega da obra do viaduto que desabou para março deste ano. De acordo com Ibaneis, a Via Engenharia aumentou em 20% o número de pessoas que estão trabalhando no local. A conclusão estava prevista para maio deste ano. Visita a viadutos Na última quarta (9), Ibaneis esteve na obra de reconstrução do viaduto sobre a Galeria dos Estados, que desabou em fevereiro do ano passado, para observar o que havia acontecido no local e buscar em outras obras do DF maneiras de evitar o ocorrido. “A queda desse viaduto era plenamente previsível por qualquer engenheiro e até por um leigo. Com a infiltração da água, os cabos que estavam ali dentro foram apodrecendo e se romperam. Isso deve estar acontecendo em todos os viadutos do Distrito Federal”, afirmou na ocasião, ao declarar que visitaria outros viadutos e pontes que necessitam de reparos urgentes, de acordo com um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) de 2012. Para esta quinta, estavam previstas visitas nos seguintes locais: – Ponte do Braghetto; – Passagem subterrânea de pedestres, entre a 15 e 16 norte; – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 norte; – Tesourinha do eixo W, entre as quadras 115/116 norte; – Viaduto sobre a via N2, ao lado do Conjunto Nacional; – Viaduto da DF-002 (Eixão), saída do Buraco do Tatu, sentido norte/sul; – Viaduto da DF-002 (Eixão) sobre a via S2; – Galeria dos Estados (os dois trechos, L e W); – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 203/204 sul; – Ponte Costa e Silva; – Ponte das Garças; – Tesourinha do Eixo L, entre as quadras 215/216 sul.
09/01/2019

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

Obras

Queda de viaduto no Eixão Sul era previsível “até por um leigo”, afirma Ibaneis

GDF espera que a obra do viaduto seja entregue no final de março, e não em maio como no prazo atual

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), visitou na manhã desta quarta (9) a obra de reconstrução do viaduto sobre a Galeria dos Estados, que desabou em fevereiro do ano passado. Segundo Ibaneis, com a visita, o objetivo era entender o que havia acontecido para que o mesmo não ocorresse em outros viadutos do Distrito Federal. “A queda desse viaduto era plenamente previsível por qualquer engenheiro e até por um leigo. Com a infiltração da água, os cabos que estavam ali dentro foram apodrecendo e se romperam. Isso deve estar acontecendo em todos os viadutos do Distrito Federal”, afirmou o governador. “Isso aqui foi a queda de um viaduto pelo descaso das administrações que passaram ao longo dos anos.” A obra de reconstrução do viaduto no Eixão Sul, executada pela Via Engenharia, vai custar R$ 10,9 milhões aos cofres públicos, com conclusão prevista para maio deste ano. Ibaneis afirmou que já pediu agilidade para empresa para que a obra seja entregue no final de março. Com a volta aos trabalhos após o recesso de fim de ano, os funcionários devem trabalhar em dois turnos e o número de pessoas no canteiro de obras deve aumentar durante o dia. O início das obras foi adiado diversas vezes durante o ano passado: em um primeiro momento, a gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg decidiu demolir as quatro faixas do viaduto que não desabaram, após voltar atrás da decisão de apenas fazer uma restauração com a estrutura que ainda permanecia em pé, sem a necessidade de demolição completa. A primeira decisão ia contra o laudo da Universidade de Brasília (UnB), que recomendava a demolição. Depois, a reconstrução do viaduto ganhou um novo obstáculo, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) barrou o projeto do GDF para reconstruir a estrutura. Segundo o órgão, a proposta feria o tombamento de Brasília ao alterar a arquitetura original. O governo chegou a argumentar que o projeto apresentado pelos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) seguia questões de segurança, economia e meio ambiente. Alguns dias depois, um novo projeto foi apresentado pelo GDF e aprovado pelo Iphan. Segundo o governador Ibaneis Rocha, a maneira como a obra está sendo feita um novo viaduto está sendo construído dentro de um velho. “Essa obra sai mais cara do que seria se tivesse colocado tudo no chão e feito novamente. Da maneira como está sendo feita existe um desperdício de recursos públicos e de mão de obra. É muito mais fácil construir do que incorporar uma obra antiga dentro de uma nova”, argumentou. Prevenção O governador afirmou que na próxima semana ele, o secretário de Obras, o DER-DF e a Novacap devem visitar os viadutos que constam em um relatório do Tribunal de Contas do DF (TCDF) de 2012 por necessidade de manutenção e reparos urgentes — documento que incluía o viaduto sobre a Galeria dos Estados. Entre as obras apontadas pela auditoria do tribunal estão ainda o viaduto na saída do Buraco do Tatu; entre as quadras 115/116 Norte; entre as quadras 215/216 Norte; entre as quadras 203/204 Sul; entre as quadras 215/216 Sul; sobre a N2. O relatório aponta ainda necessidade de obras urgentes na Ponte Costa e Silva e na Ponte das Garças. No ano passado, o TCDF refez a análise e constatou que oito das 11 estruturas apontadas em 2012 ainda tinham risco de desabamento. “Temos que cuidar da revitalização desses viadutos. Eles envelheceram muito rápido; não foi dado manutenção ao longo de 50 anos; e a cidade está prestes a cair como caiu aqui”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, que trabalha na criação de um programa permanente de verificação e recuperação dos viadutos de todo o Distrito Federal. Via Engenharia e a Panatenaico A ganhadora da licitação para a obra do viaduto, a Via Engenharia, foi alvo da denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) e teve diretores investigados por suposta participação no desvio de recursos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. A obra mais cara para a Copa do Mundo de 2014, realizada no país, foi inicialmente orçada em R$ 600 milhões, mas acabou custando aos cofres públicos mais de R$ 1,6 bilhão. Questionado sobre a situação da Via Engenharia, Ibaneis ressaltou que a empresa não está impedida de participar de licitações. Antes proibida pela Justiça de participar de contratos do governo, a Via Engenharia conseguiu reverter sua situação junto ao Ministério Público Federal (MPF). “O processo licitatório ocorreu e os órgãos de fiscalização estão acompanhando. Eles têm o direito, não estão proibidos de participar de processo de licitação”, declarou o governador.
17/09/2018

GDF assina ordem de serviço para início das obras do viaduto no Eixão Sul

Sete meses depois

GDF assina ordem de serviço para início das obras do viaduto no Eixão Sul

Via Engenharia, ganhadora do pregão, tem dez dias para montar o canteiro e começar as obras

O Governo do Distrito Federal assinou nesta segunda (17) a ordem de serviço que garante o início das obras de reconstrução do viaduto do Eixão Sul, que desabou em fevereiro deste ano. A Via Engenharia, ganhadora da licitação, tem dez dias para montar o canteiro e iniciar as obras. O contrato prevê que a obra seja entregue em cinco meses, ou seja, em fevereiro do ano que vem. No entanto, o governo acredita que o prazo informado pelo Executivo anteriormente, até o final deste ano, será cumprido. A obra será dividia em duas partes: a primeira etapa se concentra na fundação dos pilares que desabaram e os que já existem nas faixas que sobraram, depois ocorre a fase de concretagem dos pilares e da pista para pavimentação das faixas do viaduto. O Departamento de Estradas e Rodagens (DER) afirma que a obra não será prejudicada pela chegada da época de chuvas na capital, que começa em setembro. A obra vai custar R$ 10,9 milhões, valor 16% menor que a estimativa no contrato de R$ 12,9 milhões. A estimativa inicial do GDF chegou a ser de R$ 15 milhões. Imbróglio Em março deste ano, o GDF decidiu demolir as quatro faixas do viaduto que não desabaram, após voltar atrás da decisão de apenas fazer uma restauração com a estrutura que ainda permanecia em pé, sem a necessidade de demolição completa. A primeira decisão ia contra o laudo da Universidade de Brasília (UnB), que recomendava a demolição. Dois meses depois, a reconstrução do viaduto ganhou um novo obstáculo: o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) barrou o projeto do GDF para reconstruir a estrutura. Segundo o órgão, a proposta feria o tombamento de Brasília ao alterar a arquitetura original. Em um primeiro momento, o governo argumentou que o projeto apresentado pelos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) seguia questões de segurança, economia e meio ambiente. Alguns dias depois, um novo projeto foi apresentado pelo GDF e aprovado pelo Iphan. Enrolada na Justiça A ganhadora da licitação que teve seis concorrentes, a Via Engenharia, foi alvo da denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) e teve diretores investigados por suposta participação no desvio de recursos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. A obra mais cara para a Copa do Mundo de 2014, realizada no país, foi inicialmente orçada em R$ 600 milhões, mas acabou custando aos cofres públicos mais de R$ 1,6 bilhão.