Viagens

Estados Unidos

Viajantes com passaporte brasileiro precisam de visto para entrar em 43 de 199 países
16/04/2019

Saiba quais são os países que cobram visto dos brasileiros e de quem o Brasil cobra

Viagens

Saiba quais são os países que cobram visto dos brasileiros e de quem o Brasil cobra

Viajantes com passaporte brasileiro precisam de visto para entrar em 43 de 199 países

É sempre bom viajar e curtir as férias, mas nem sempre este ato está livre das burocracias necessárias para conhecer um país diferente do nosso. Por isso é sempre bom estar de olho em quais países cobram visto dos brasileiros, e de quem o nosso país cobra. Algumas coisas podem mudar com o Programa de Isenção de Visto, então fique por dentro e confira como pode ficar depois do acordo dos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump. As informações contidas neste infográfico leva em conta as informações presentes no próprio Itamaraty. Para conferir o infográfico animado, basta clicar no link aqui embaixo: Neon Maps Infogram
11/04/2019

Marcelo Álvaro defendeu decreto de isenção de visto em audiência no Senado

Ministro do Turismo

Marcelo Álvaro defendeu decreto de isenção de visto em audiência no Senado

#política #poder #bastidores #notícias #diariodopoder Siga @DiariodoPoder Gostou do post? Compartilhe no WhatsApp! 📲📲
10/04/2019

Sérgio Amaral é removido da Embaixada do Brasil nos Estados unidos

Ainda não há substituto

Sérgio Amaral é removido da Embaixada do Brasil nos Estados unidos

Bolsonaro indicou, em mais de uma ocasião, que pretendia substituir os embaixadores em locais estratégicos para o governo brasileiro

O embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Sérgio Amaral, foi removido do cargo, em portaria publicada hoje (10), no Diário Oficial da União. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, assina a remoção. É a primeira mudança de postos no exterior anunciadas pelo governo federal. No mês passado, durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington (Estados Unidos), Sérgio Amaral o recepcionou na viagem. Bolsonaro indicou, em mais de uma ocasião, que pretendia substituir os embaixadores em locais estratégicos para o governo brasileiro. Até que seja nomeado seu substituto, ficará à frente do posto o encarregado de negócios Fernando Pimentel. (ABr)
06/04/2019

Para FHC, Brasil deve ter cuidado ao se meter na Venezuela com pressão militar

'Vale a pena?'

Para FHC, Brasil deve ter cuidado ao se meter na Venezuela com pressão militar

Ex-presidente alerta que pressão por solução militar prejudica amadurecimento da ruptura

O Brasil precisa tomar cuidado para não entrar em uma disputa de poder entre China, Rússia e Estados Unidos, ao fazer intervenções para restaurar a democracia na Venezuela, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em debate na Brazil Conference, realizada pela universidade Harvard e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Hoje a Venezuela é sustentada pela Rússia e China e conta com presença cubana, e isso se contrapõe à pressão americana. Até que ponto nos vamos nos meter? Vale a pena?”, afirmou, em debate ao lado do ex-presidente do Equador, Jamil Mahuad, e de Gonzalo Koncke, chefe de gabinete do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. “Há interesses grandes que não são nossos.” FHC voltou a advertir para o perigo de qualquer intervenção militar no país e se referiu a experiências anteriores desastrosas, como as intervenções no Iraque e na Líbia. “Usar pressão militar para tentar resolver crises como a venezuelana não dá resultado ou demora muito. A Líbia foi bombardeada e olhem como está. O Iraque também foi um desastre.” Segundo o tucano, certa vez um general americano foi falar com ele sobre o conflito no Iraque e tinha todas as credenciais acadêmicas. “Ele sabia tudo sobre o Iraque, só não sabia que existia um povo ali. Essa é a questão na Venezuela, lá também tem um povo.” Para FHC, a redemocratização brasileira é um bom exemplo de como é necessário apoio popular maciço para mudança de regime. “No Brasil, o regime [militar] só mudou quando houve a forte mobilização pelas eleições diretas”, disse. “É preciso haver um amadurecimento interno, que pode ser precipitado por pressões externas, mas precisa haver esse amadurecimento”. E o ex-presidente diz achar que talvez isso ainda não esteja amadurecido dentro da sociedade venezuelana. Isso não significa que o Brasil e a OEA devam deixar de fazer pressão para que haja uma transição democrática, mas é preciso tomar cuidado com o tipo de ação que o Brasil fará em relação ao país vizinho. “A Venezuela vai seguir sendo nosso vizinho e nossas ações deixarão marcas, dependendo do que se fizer no presente se pagará no futuro”, disse. Ele lembrou da invasão americana na República Dominicana em 1965 –o Brasil enviou tropas para lá a pedido dos americanos. “Custou muito para recuperarmos nossa reputação entre esses países.” Mahuad, ex-presidente do Equador que foi deposto em 2000, alertou para o fato de que “dezenas de milhares de soldados de outros países estão na Venezuela e a população está armada, nos coletivos, o que complica tudo.” (Folhapress)