Desabamento de 2 prédios

escombros

Mais um corpo foi encontrado hoje nos escombros dos dois edifícios que desabaram na sexta-feira
15/04/2019

Sobe para 11 o número de mortos na tragédia em Muzema no Rio

Desabamento de 2 prédios

Sobe para 11 o número de mortos na tragédia em Muzema no Rio

Mais um corpo foi encontrado hoje nos escombros dos dois edifícios que desabaram na sexta-feira

Na manhã de hoje (15) às 10h30 foi retirado mais um corpo dos escombros dos dois prédios que desabaram na sexta-feira na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. Trata-se do corpo de uma mulher. Com isso sobe para 11 o número de mortos na tragédia e 13 pessoas estão desaparecidas. Dos oito sobreviventes, quatro permanecem internados, sendo três do  Hospital Miguel Couto e uma mulher no Lourenço Jorge. Ela está em estado grave. Outras duas pessoas que foram resgatadas com vida não resistiriam aos ferimentos e morreram no hospital. Antes das 9h houve troca de turno nas equipes de busca. O local do desabamento, que é a última rua do condomínio Figueiras do Itanhangá, permanece parcialmente interditado. Um total de 13 prédios foram interditados e os moradores só podem entrar por poucos minutos, para retirar alguns pertences. Segundo moradores, a Defesa Civil os informou que a área ficará interditada enquanto os trabalhos de busca estiveram acontecendo. (ABr)
15/04/2019

Sobe para dez número de mortos em desabamento de prédios no Rio

Na última sexta

Sobe para dez número de mortos em desabamento de prédios no Rio

Bombeiros encontraram o corpo de uma mulher ainda não identificada sob os escombros

Subiu para dez o número de mortes no desabamento de dois edifícios na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. Os bombeiros encontraram o corpo de uma mulher ainda não identificada sob os escombros, no final da noite deste domingo (14). De acordo com os bombeiros, a vítima estava em um local de difícil acesso e os militares levaram cerca de três horas para retirar o corpo dos destroços. Agora as equipes de resgate trabalham com a possibilidade de que 14 pessoas ainda estejam desaparecidas, de acordo com informações registradas na área do desabamento. Até o momento, 18 pessoas foram resgatadas, sendo dez com vida, mas duas morreram no hospital. A operação de resgate segue hoje com a participação de mais de 100 militares, cães farejadores, drone, helicópteros, ambulâncias e veículos de recolhimento de corpos. O trabalho, que entrou hoje no quarto dia, começou logo após o desabamento e segue ininterruptamente desde o início da manhã de sexta-feira (12). Ontem, o pastor Cláudio Rodrigues, de 40 anos, foi a primeira vítima do desabamento dos prédios na Muzema a ser enterrada. O enterro foi à tarde, no Cemitério do Pechincha, na região de Jacarepaguá, também na zona oeste. Rodrigues morava com a mulher e a filha, e os três estavam no apartamento na hora do acidente. A esposa, Adilma Rodrigues, de 35 anos, segue internada em estado grave no Hospital Lourenço Jorge. A filha, Clara Rodrigues, de 10 anos, também ficou ferida, mas já teve alta e passa bem. (ABr)
05/10/2018

Sobe para 1.571 número de mortos pelo terremoto e tsunami na Indonésia

Resgate termina hoje

Sobe para 1.571 número de mortos pelo terremoto e tsunami na Indonésia

Mais de 1.000 pessoas podem estar desaparecidas

Subiu para 1.571 o número de mortos por causa do terremoto de magnitude 7,5 e o posterior tsunami que atingiram, há uma semana, o norte da ilha de Celebes, na Indonésia, em 28 de setembro. O número de feridos subiu para 2.549 e que 152 pessoas ainda estão sob os escombros. O governo indonésio teme que o número de desaparecidos na ilha Sulawesi supere 1.000 pessoas, o que aumentaria de forma drástica o balanço da tragédia. Em Palu, uma das áreas mais afetadas, a rede elétrica segue danificada em 60%, informou a companhia estatal de eletricidade, que espera restabelecer totalmente o serviço até o próximo dia 14. Além de grandes danos em edifícios e estradas, o terremoto causou deslizamentos de terra em alguns lugares, soterrando vários imóveis em um estranho fenômeno chamado “liquefação do solo”. O terremoto de 7,5 graus, seguido por ondas gigantes que chegaram a até 6 metros devastaram a cidade de Palu, com 350.000 habitantes e Donggala, com cerca de 300 mil habitantes. “Acreditamos que mais de 1.000 casas foram destruídas, então é provável um balanço de mais de 1.000 desaparecidos em Balaroa. Ainda existe a possibilidade de que alguns conseguiram sair, mas não podemos ter certeza”, afirmou Yusuf Latif, porta-voz da Agência de Gestão de Desastres. Os sobreviventes saquearam mercados para obter mantimentos, mas a polícia – que em um primeiro momento ignorou os casos – começou a prender os envolvidos. As estradas de acesso e o aeroporto foram muito danificados, o que dificulta o abastecimento. As autoridades fixaram esta sexta como prazo final para encontrar sobreviventes da catástrofe.
14/09/2018

Museu Nacional recebe visita de integrantes da missão da Unesco

Perdas irreparáveis

Museu Nacional recebe visita de integrantes da missão da Unesco

Serão avaliadas ações emergenciais para resgatar peças que estão nos escombros e para resguardar acervo que sobreviveu

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, recebeu nesta quinta (13) a primeira visita dos integrantes da missão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Até a próxima semana, serão avaliadas ações emergenciais necessárias para resgatar peças que estão nos escombros e para resguardar o acervo que tenha sobrevivido ao incêndio de grandes proporções que tomou conta do edifício no dia 2 de setembro. O diretor do Museu Nacional, o paleontólogo Alexander Kellner, explicou que, antes da visita ao edifício incendiado, ocorreu uma primeira reunião de orientação geral entre a missão da Unesco e a diretoria da instituição. Algumas medidas concretas já foram discutidas. “Entre outras coisas, está se pensando em cobrir parte de uma área do acervo para proteger da chuva. É uma situação que está sendo conversada. Entendam que estamos todos muito no início ainda e nós vamos estabelecendo os protocolos corretos de trabalho daqui para frente”, disse. Kellner destacou ainda que, apesar do incêndio, a instituição permanece ativa e funcionando regularmente nos edifícios não atingidos. “O Museu Nacional vive. As pesquisas continuam, as aulas prosseguem, estamos nos adequando a toda essa situação”. Uma campanha com o slogan Museu Nacional Vive foi desencadeada nos últimos dias com adesivos e com interações nas redes sociais. Programa da Síria A chefe da missão é a italiana Cristina Menegazzi, que desde 2014 comanda o Programa de Salvaguarda de Emergência do Patrimônio Cultural Sírio, no escritório da Unesco em Beirute, no Líbano. Ela está sendo acompanhado por José Luiz Perdessoli Junior, gestor de projetos de conservação de coleções do Centro Internacional de Estudos para a Conservação e Restauração de Bens Culturais (Iccrom), sediado em Roma, na Itália. Nenhum dos dois deu declarações à imprensa. Segundo a Unesco, pronunciamentos públicos só devem ocorrer na próxima semana, porque os dois, inicialmente, estão consultando as autoridades e tomando conhecimento da situação. A agenda de amanhã não foi divulgada, mas o diretor do Museu Nacional informou que a ideia é que sejam apresentados os protocolos de preservação e recuperação do acervo em vigor na instituição. O diretor disse também que questões ligadas a recursos não foram tratadas hoje. “A última coisa que estou preocupado é com dinheiro da Unesco. Felizmente, a Unesco tem muito mais a nos aportar, não só em termos de suporte internacional, como também de conhecimento e de como nós podemos tratar dessa situação”. Falta de segurança De acordo com Alexander Kellner, os trabalhos mais intensivos de busca do acervo sob os escombros só poderão ocorrer depois que o prédio oferecer segurança. Ele reconheceu a dificuldade de se garantir essa segurança com rapidez. Há preocupações com a estrutura e a cobertura e existem riscos de desabamento de partes do edifício. Desde terça-feira, tapumes estão sendo instalados no entorno do museu. Kellner não quis comentar a medida provisória assinada pelo presidente Michel Temer que criou a Agência Brasileira de Museus (Abram). A nova estrutura deverá assumir a responsabilidade da reconstrução do Museu Nacional e da gestão de 27 museus em todo o país. A medida gerou críticas de servidores do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e do Sebrae, que entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal pelo fato de a nova instituição concorrer com os recursos das demais serviços sociais autônomos. “O que precisamos ter nesse momento é serenidade. Tenho recorrido à analogia de uma mina que implode e deixa gente presa lá dentro. Qual deve ser o foco dos esforços? Em retirar as pessoas de lá ou em rediscutir o Código de Mineração? Então, por parte do Museu Nacional, não tivemos condições de analisar. Respeitosamente, não é a nossa prioridade. Nossa preocupação agora é com as ações necessárias para que possamos resgatar a maior parte possível do acervo”, disse o diretor. (ABr)