Visita oficial

Donald Trump

Diplomatas continuam empenhados na construção da agenda da visita oficial
11/02/2019

Alheio à cirurgia, governo prepara visita de Bolsonaro a Trump

Visita oficial

Alheio à cirurgia, governo prepara visita de Bolsonaro a Trump

Diplomatas continuam empenhados na construção da agenda da visita oficial

Sem orientação em contrário, diplomatas brasileiros continuam empenhados na construção da agenda da visita oficial do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, nos dias 18, 19 e 20 de março, a convite do presidente Donald Trump. Isso indica que, apesar da apreensão causada na recuperação de Bolsonaro, o Planalto conta com o seu retorno ao trabalho no prazo estimado antes da sua nova cirurgia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Além de encontro para fotos diante da lareira, os dois presidentes terão reunião de trabalho na Casa Branca. A visita de Bolsonaro está restrita a Washington, mas há possibilidade de evento em Nova York com empresários brasileiros e americanos. Após a visita a Washington, Bolsonaro fará um pit-stop em Brasília e segue para outra viagem: visitará Santiago nos dias 22 e 23 de março.
09/02/2019

Trump terá segundo encontro com Kim Jong-un, no Vietnã

Desnuclearização em pauta

Trump terá segundo encontro com Kim Jong-un, no Vietnã

Presidente dos EUA disse estar ansioso para encontrar ditador e promover a paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se reunir pela segunda vez com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Hanói, capital do Vietnã. O anúncio do encontro foi feito pelo próprio líder norte-americano, por meio de sua conta no Twitter, na noite desta sexta-feira (8). “Estou ansioso para encontrar o presidente Kim e promover a causa da paz”, escreveu Trump na rede social. O objetivo da cúpula é tratar do processo de desnuclearização da Coreia do Norte, que avançou pouco após o primeiro encontro dos dois líderes, em junho do ano passado, em Singapura. O país asiático interrompeu testes nucleares e deu passos simbólicos para a desnuclearização, como destruir partes do local que usava para realizar os testes. Mas houve poucos avanços além desses. Para que o progresso continue, Pyongyang quer que os EUA retirem sanções econômicas impostas contra o regime. (Folhapress)
06/02/2019

Em discurso anual, Trump pressiona democratas por financiamento de muro

EUA

Em discurso anual, Trump pressiona democratas por financiamento de muro

Presidente norte-americano pediu que Congresso governasse "não como dois partidos, mas como uma nação"

O presidente dos EUA, Donald Trump, usou seu discurso anual sobre o Estado da União, nesta terça (5), para pressionar os democratas a aprovar o financiamento ao muro que ele quer construir na fronteira com o México para impedir a entrada de imigrantes, em um impasse que ameaça jogar o governo em uma nova paralisação parcial. Trump discursou na Câmara dos Deputados, em uma sessão conjunta que reuniu congressistas das duas Casas. Marcado para 21h (0h de Brasília), o discurso começou sete minutos depois, tempo que ele levou para chegar ao púlpito. Atrás do presidente sentaram-se o vice Mike Pence e a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi. Trump abriu o pronunciamento pedindo que os membros do Congresso pudessem “governar não como dois partidos, mas como uma nação”. “A agenda que eu vou expor nesta noite não é uma agenda republicana ou uma agenda democrata. É a agenda do povo americano”, disse. “Juntos, nós podemos romper décadas de impasse político”. Mas logo criticou as políticas de “revanche, resistência e retaliação” e “investigações partidárias ridículas” como algo que poderiam comprometer essa união bipartidária. A campanha eleitoral de 2016 do republicano é alvo de uma investigação da Procuradoria Especial por suspeita de conspiração com a Rússia para interferir no resultado. “O Congresso tem dez dias para aprovar uma lei que vai financiar nosso governo, proteger nossa terra, e segurar nossa fronteira sul”, afirmou Trump, sobre a aprovação do orçamento e o que chamou de uma “crise nacional urgente”. Trump afirmou que o país tem o “dever moral ” de criar um modelo que “proteja as vidas e os empregos” dos cidadãos americanos. E anunciou o envio de 3.750 soldados à fronteira com o México para se preparar para a chegada de mais uma caravana de imigrantes rumo aos EUA. O impasse em torno do muro fez levou à paralisação mais longa da história do país (35 dias) e ao adiamento do próprio discurso de Trump, originalmente previsto para 29 de janeiro. Agora, republicanos e democratas tentam chegar a um acordo para manter o governo financiado depois do dia 15 de fevereiro, quando termina o prazo para um acordo. O presidente não descartou declarar emergência nacional, o que lhe permitiria financiar o muro com outros recursos. Mas tal declaração não é assunto pacificado nas fileiras republicanas. O líder da maioria do partido no Senado, Mitch McConnell, por exemplo, já advertiu o presidente de que recorrer à medida poderia inflamar uma rebelião na legenda. Trump também defendeu a política externa de seu governo. Sobre a Venezuela, afirmou apoiar a população “em sua nobre jornada pela liberdade” e voltou a condenar a “brutalidade do regime de Maduro, cujas políticas socialistas transformaram aquela nação de ser o mais rico da América do Sul em um estado de pobreza abjeta e desespero”. Trump defendeu ainda a decisão de retirar as tropas americanas da Síria, afirmando que os EUA “virtualmente liberaram todo o território” controlado pelo Estado Islâmico no país e no Iraque das “garras desses assassinos sanguinários.” No entanto, ele admitiu a existência de membros remanescentes do grupo extremista. Quando anunciou a retirada, havia dito que EI estava derrotado. Trump confirmou ainda a realização de uma segunda cúpula com o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, nos dias 27 e 28 de fevereiro no Vietnã. “Ainda há muito trabalho a ser feito, mas meu relacionamento com Kim Jong-un é bom.” Em junho de 2018, os dois se encontraram em Singapura para debater a desnuclearização da Coreia do Norte. Houve momentos de surpresa durante o discurso. Em um deles, congressistas democratas vestidas de branco, cor do movimento sufragistas, aplaudiram o presidente quando ele falou sobre o papel das mulheres no mercado de trabalho -pegando o republicano desprevenido. “Vocês não deveriam fazer isso”, brincou. “Muito obrigado. Todos os americanos podem se orgulhar de ter mais mulheres na força de trabalho do que antes.” (FolhaPress)
01/02/2019

EUA deixarão pacto sobre armas nucleares de alcance intermediário com a Rússia

Guerra Fria

EUA deixarão pacto sobre armas nucleares de alcance intermediário com a Rússia

Trump fala em 'negar à Rússia qualquer vantagem militar'; Washington acusa Moscou de ter violado o acordo feito durante a Guerra Fria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta sexta, 1º, que seu país vai se retirar do acordo de desarmamento com a Rússia devido a suposta violação do INF (sigla inglesa para Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário) por Moscou e afirmou que irá desenvolver “opções de resposta militar” para a situação. Trump fez ainda uma promessa de corrida armamentista para “negar à Rússia qualquer vantagem militar decorrente de sua conduta ilegal”. O INF, de 1987, foi um dos principais acordos entre americanos e soviéticos no ocaso da Guerra Fria. Ele baniu 1.846 mísseis da União Soviética e 846 dos EUA, todos com capacidade nuclear, estacionados no teatro de guerra europeu, a linha de frente do confronto entre os blocos comunista e capitalista. Os EUA acusam a Rússia de ter violado o acordo após testar em 2015 o míssil de cruzeiro 9M729, que tem um alcance estimado em 2.000 km, e de tê-lo instalado a partir de 2017 perto das fronteiras europeias. O INF veta qualquer míssil com alcance entre 500 km e 5.500 km na região. A Rússia nega a violação, afirmando que o míssil é lançado de aviões ou navios, e não do solo, como o INF proíbe. O presidente russo Vladimir Putin convocou uma reunião de seu Conselho de Segurança Nacional para discutir o caso, mas o Kremlin foi comedido em sua reação, afirmando apenas que a medida americana era esperada. Segundo informou o secretário de Estado, Mike Pompeo, os EUA suspenderão o cumprimento de suas obrigações e darão seis meses para uma resposta russa ao caso. Caso ela não venha, como quase certamente não virá, Washington deixará definitivamente o acordo. “Estamos prontos para engajar uma negociação de controle de armas com a Rússia. Uma vez que isso esteja feito, talvez desenvolver, pela primeira vez, uma ótima relação nos níveis econômicos, comerciais, políticos e militares”, escreveu o presidente. (Com informações da FolhaPress)