Prévia de março

dinheiro

Resultado ficou acima da inflação verificada na segunda prévia de fevereiro
19/03/2019

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 1,06%

Prévia de março

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação de 1,06%

Resultado ficou acima da inflação verificada na segunda prévia de fevereiro

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 1,06% na segunda prévia de março. O resultado ficou acima da inflação verificada na segunda prévia de fevereiro (0,55%). Os dados foram divulgados nesta terça (19), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A inflação pelo IGP-M é de 8,05% em doze meses. A alta da taxa foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,73% em fevereiro para 1,41% em março. Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,17% para 0,5% no período. E o Índice Nacional de Custo da Construção teve queda. Ele passou de 0,29% na prévia de fevereiro para 0,11% na prévia de março. (ABr)
18/03/2019

PGR pede informações sobre dinheiro depositado em conta da Lava Jato

R$ 2,5 bilhões

PGR pede informações sobre dinheiro depositado em conta da Lava Jato

O montante é de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, equivalente a US$ 680 milhões

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (18) que a Caixa Econômica Federal apresente informações sobre os valores que foram depositados na conta judicial aberta para receber os valores do acordo feito entre a força-arefa da Operação Lava Jato e a Petrobras para ressarcimento dos prejuízos causados a investidores dos Estados Unido pelos casos de corrupção na Petrobras. O acordo foi suspenso na sexta-feira (15), a pedido de procuradora, pelo ministro Alexandre de Moraes. Na decisão, o ministro também bloqueou valores depositados na conta, que está vinculada à 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba. O montante é de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, equivalente a US$ 680 milhões. Segundo Dodge, o banco deverá fornecer informações sobre os rendimentos, taxas incidentes e forma de remuneração do valor. “A depender da alteração das regras de atualização monetária e dos rendimentos estabelecidas originariamente, poderá ocorrer uma perda significativa dessa correspondência, o que causará prejuízo ao interesse público”, diz a procuradora. Em nota à imprensa, após a decisão do ministro, a força-tarefa da Lava Jato disse que pediu a suspensão do fundo antes mesmo do pedido feito por Raquel Dodge ao STF. Os procuradores também disseram que desde o início das tratativas para assinatura do acordo, a procuradora estava ciente sobre a negociação. “No documento, ainda explicita-se que esta força-tarefa, desde o ano de 2015, quando começaram as tratativas, até depois da posse da atual procuradora-geral, informou a negociação oficialmente à procuradoria-geral da República por diversas vezes”, diz a nota. (ABr)
27/02/2019

Após dobrar número de casos julgados, CVM aplica R$ 350 milhões em multas

Só em 2018

Após dobrar número de casos julgados, CVM aplica R$ 350 milhões em multas

Foi o maior valor já aplicado em multas em um ano pela autarquia responsável pela fiscalização do mercado financeiro

Em um esforço para reduzir o estoque de processos sobre irregularidades no mercado financeiro, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) mais do que dobrou o número de casos julgados e, consequentemente, de sanções aplicadas em 2018. Durante o ano, a CVM aplicou R$ 350,3 milhões em multas, 102% a mais do que no ano anterior, já desconsiderando a inflação do período. Foi o maior valor já aplicado em multas em um ano pela autarquia, que é responsável pela fiscalização do mercado financeiro. Mais da metade desse valor refere-se a um só processo, em que o o ex-deputado Eduardo Cunha e outros 15 foram condenados a pagar R$ 183 milhões por irregularidades em contratos com fundos da Prece, o fundo de pensão dos empregados da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto). Em balanço divulgado nesta quarta (27), a CVM informou que foram 109 processos julgados em 2018, alta de 113,7% com relação ao ano anterior. O número de sanções aplicadas cresceu 140%, para 307. Destas 249 foram multas (aumento de 132,7%). “Em 2018, nosso foco foi aumentar a quantidade de julgamentos”, diz o superintendente de processos sancionadores da autarquia, Guilherme Aguiar. “Na medida em que dobramos a quantidade de julgamentos, a quantidade de pessoas que eventualmente possa ser imputada a penalidades aumenta.” O estoque de processos à espera de julgamento pela diretoria colegiada do órgão regulador caiu 14,2%, para 157. Segundo Aguiar, contribuíram para a redução o fato de o colegiado estar completo durante o ano, além de um esforço das áreas técnicas para acelerar a análise dos casos. Ele citou ainda o crescimento no número de acordos, que reduz o volume de processos que chegam à diretoria colegiada. Chamados de termos de compromisso, esses acordos estipulam o pagamento de multas por acusados de atuação irregular no mercado. Em 2018, foram 57 termos de compromisso negociados com agentes do mercado financeiro, com multas de R$ 41,2 milhões. Em 2017, haviam sido 43 acordos, com multas de R$ 21,6 milhões, em valores corrigidos pela inflação. Durante o ano, cresceu também o número de comunicações de indícios de crimes feitos pela autarquia ao Ministério Público. Ato todo, foram 130, nove a mais do que em 2017. Desse total, 83 comunicações foram feitas ao Ministério Público Federal e 47 a Procuradorias estaduais. A CVM trabalha na regulamentação de novas regras para aplicação de multas, que deve ser concluída ainda no primeiro semestre, segundo Aguiar. O texto regulamenta a lei 13.506, de 2017, que ampliou o valor máximo da penalidade de R$ 500 mil para até R$ 50 milhões. A autarquia tinha a prerrogativa de impor multas maiores, mas só quando identificava o valor do ganho com irregularidades -nesses casos, as multas eram baseadas no lucro obtido com as operações. Em casos em que o ganho não era estimado, a penalidade era menor. Na nova regulamentação, a autarquia definirá questões como procedimentos prévios de apuração de irregularidades, rito de processos, dosimetria das penas, termos de compromisso e acordo administrativa em processo de supervisão, uma espécie de acordo de leniência. (FolhaPress)
27/02/2019

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação em fevereiro deste ano

Economia

Índice usado no reajuste do aluguel registra inflação em fevereiro deste ano

Com a inflação de 0,88% neste mês, GP-M acumula taxas de 0,89% no ano e de 7,6% nos últimos 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,88% em fevereiro deste ano, acima do 0,01% de janeiro. Com isso, o IGP-M acumula taxas de 0,89% no ano e de 7,6% nos últimos 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). A alta da inflação foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que registrou inflação de 1,22% em fevereiro. Em janeiro, o subíndice havia registrado deflação (queda de preços) de 0,26%. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,58% em janeiro para 0,26% em fevereiro. O Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,4% em janeiro para 0,19% em fevereiro. (ABr)