"Novo momento"

Damares Alves

"A gente quer um novo momento para os povos indígenas no Brasil”, declarou Damares Alves
11/12/2018

Destino da Funai será decidido por Bolsonaro, afirma futura ministra da Mulher

"Novo momento"

Destino da Funai será decidido por Bolsonaro, afirma futura ministra da Mulher

"A gente quer um novo momento para os povos indígenas no Brasil”, declarou Damares Alves

O destino da Fundação Nacional do Índio (Funai) no futuro governo será decidido pela equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada nesta terça (11), em Brasília, por Damares Alves, convidada para ser ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos a partir de 1º de janeiro. No Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde se reúne a equipe de transição, Damares afirmou que o assunto está sendo tratado “com calma” e atenção. “Desde o início foi um ponto complexo e delicado. A gente quer um novo momento para os povos indígenas no Brasil”, disse. Segundo ela, ainda não há nomes cotados para assumir a presidência da Funai e a escolha será feita por Bolsonaro e por ela. “O índio vai ser tratado como um todo. Vamos dar atenção especial para a educação indígena”, garantiu. Sobre a demarcação de terras, ela disse que há um trabalho e um estudo sendo desenvolvidos e evitou antecipar detalhes. Damares recebe novas lideranças indígenas ainda hoje, mas garantiu que serão conversas sobre os pontos em construção para o ministério. Família A respeito das medidas adotadas pelo futuro governo que contemplem o novo espectro da pasta – Famílias -, Damares explicou que as políticas estão sendo construídas e vão envolver ações de diversos ministérios. (ABr)
06/12/2018

Onyx Lorenzoni confirma Damares Alves como ministra dos Direitos Humanos

Assessora de Malta

Onyx Lorenzoni confirma Damares Alves como ministra dos Direitos Humanos

A pasta será responsável pela Fundação Nacional do índio (Funai)

O  futuro ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni (DEM-RS) confirmou, nesta quinta-feira (6), o nome da pastora Damares Alves para assumir o Ministério de Direitos Humanos, Família e Direitos da Mulher. Ontem, o vice-presidente eleito general Hamilton Mourão (PRTB) já havia afirmado que estava definido o nome da advogada para o comando da pasta. Damares é assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES) desde 2015. Segundo a pastora, o senador ficou feliz com a indicação dela para integrar o governo de Jair Bolsonaro. Durante a entrevista coletiva no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a futura ministra revelou que a infância será prioridade em sua gestão. “Nunca a infância foi tão atingida como nos dias de hoje. Nós vamos propor um pacto pela infância”. A pastora afirmou que deseja criar políticas públicas para mulheres que estão anônimas e invisíveis na sociedade, “mulher ribeirinha, mulher pescadora, a mulher catadora de siri, a quebradora de coco”. Onyx ressaltou que a partir de 2019, a pasta ficará responsável pela Fundação Nacional do índio (Funai). O que vai de encontro ao pedido feito mais cedo por lideranças indígenas, que hoje estiveram na CCBB para entregar uma carta com reivindicações, entre elas que a fundação fique sob o comando do Ministério da Justiça. Sobre isso, Damares destacou, “Funai não é problema neste governo, índio não é problema. O presidente só estava esperando o melhor lugar para colocar a Funai. E nós entendemos que é o Ministério dos Direitos Humanos, porque índio é gente, e índio precisa ser visto de uma forma como um todo. Índio não é só terra, índio também é gente”.  
05/12/2018

General Mourão anuncia Damares Alves como ministra de Direitos Humanos

Governo Bolsonaro

General Mourão anuncia Damares Alves como ministra de Direitos Humanos

Assessora de Magno Malta, pastora afirmou que 'mulher nasce para ser mãe' e infelizmente tem que trabalhar

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), anunciou nesta quarta-feira a advogada e pastora Damares Alves para o novo Ministério de Direitos Humanos, Família e Direitos da Mulher. Assessora do senador Magno Malta, aliado de Jair Bolsonaro, Damares ligou ontem à noite para Jair Bolsonaro e disse que aceitava assumir a pasta. “Praticamente toda a equipe do novo governo está formada, faltando apenas o Meio Ambiente. As noticias de hoje dão conta de que a Damares aceitou o convite para comandar o Direitos Humanos. O Meio Ambiente ainda exige mais conversa, pois existem muitos atores interessados. Podemos dizer que a passagem de dados do governo está sendo feita de forma republicana”. O presidente eleito divulgou na semana passada que a pastora era “forte concorrente” para chefiar a pasta por causa de sua identificação com a pauta dos direitos humanos e da família. Em entrevista concedida em março, Damares afirmou que as mulheres nasceram para serem mães. Para ela, no modelo ideal de sociedade, elas ficariam apenas em casa, sustentada pelos homens. “Me preocupo com a ausência da mulher de casa. Hoje, a mulher tem estado muito fora de casa. Costumo brincar como eu gostaria de estar em casa toda a tarde, numa rede, e meu marido ralando muito, muito, muito para me sustentar e me encher de joias e presentes. Esse seria o padrão ideal da sociedade. Mas não é possível. Temos que ir para o mercado de trabalho”, afirmou. Apesar disso, Damares disse que é possível mulheres conciliarem as rotinas nas empresas e em casa e defendeu que o papel que mais gosta de exercer é o materno e que as mulheres nascem para ele. “A mulher nasceu para ser mãe. Também, mas ser mãe é o papel mais especial da mulher. A gente precisa entender que a relação dela com o filho é uma relação muito especial. E a mulher tem que estar presente. A minha preocupação é: dá pra gente ter carreira, brilhar, competir, consertar as bobagens feitas pelos homens. Sem nenhuma guerra, mas a gente conserta algumas. Dá pra gente ser mãe, mulher e ainda seguir o padrão cristão que foi instituído pras nossas vidas”, disse a líder evangélica. Economia e reforma trabalhista Questionado sobre a atual situação econômica do Brasil, Mourão afirmou que ela é complicada por causa da questão tributária, do déficit fiscal e da dívida pública, e que todos estes problemas terão que ser solucionados ao longo do novo governo. Sobre a reforma trabalhista, o vice-presidente eleito afirmou que ainda há muitas amarras para o empresário. “A reforma precisa dar mais liberdade aos empresários, pois tudo ainda é muito amarrado”.