Cuba

Relatório do TCU condena contrato do Ministério da Saúde com a ditadura
17/12/2018

Desde o governo Lula, o Brasil mandou R$2,1 bilhões para Cuba irregularmente

Desde o governo Lula, o Brasil mandou R$2,1 bilhões para Cuba irregularmente

Relatório do TCU condena contrato do Ministério da Saúde com a ditadura

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a transferência irregular de mais de R$2,1 bilhões dos cofres públicos do Brasil para a empresa cubana Cimab S/A, controlada pela ditadura, desde o ano de 2004, no governo Lula, até 2017. Do total, R$1,35 bilhão se referem a suposta compra do medicamento alfaepoetina humana recombinante. O acordo, com a Bio-Manguinhos, da Fiocruz Vacinas, previa a transferência da tecnologia, mas isso nunca foi feito. Sem contar outras irregularidades. A informação da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O relator no TCU, ministro Augusto Nardes, recomenda rescindir o contrato e mudar de fornecedor. Ele aponta nove irregularidades. O montante investigado inclui verba da construção de um centro de produção de medicamentos no Brasil, que jamais saiu do papel. O TCU diz que nem sequer há termos aditivos no contrato do Ministério da Saúde com a cubana Cimab S.A. E está sendo pago até hoje. Não há prestação de contas da Bio/Manguinhos de verba do Ministério da Saúde repassada a Cuba mesmo sem a transferência de tecnologia.
07/12/2018

Médicos cubanos eram vigiados, humilhados e ameaçados pela ditadura de Cuba

Mais médicos

Médicos cubanos eram vigiados, humilhados e ameaçados pela ditadura de Cuba

'IstoÉ' revela os bastidores da vida dos cubanos do 'Mais Médicos'

Atrocidades é assim que a reportagem define como era o tratamento dado aos médicos cubanos, por “capangas” de Havana. A matéria traz diversos relatos de médicos cubanos que optaram por permanecer no Brasil, após o fim do convênio com Cuba, e revelaram como eram controlados e manipulados durante todos esses anos. “As atrocidades do Mais Médicos” esse é o título da matéria de capa da Revista IstoÉ desta semana, que traz relatos, de abusos comprovados por meio de áudios e trocas de mensagens, apesar de todo o cuidado que existia para que a maioria das ameaças fossem  “sempre de forma verbal” para não deixarem registros, conforme revelou um dos cubanos. Desde 2015, quando teve início o Programa Mais Médicos, além dos profissionais da saúde, também desembarcaram aqui, “capatazes” disfarçados de consultores internacionais, na verdade funcionários de Cuba, que criaram uma rede de vigilância com objetivo de controlar e oprimir os médicos. Os profissionais de saúde que atuaram nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso, Goiás e o Pará, eram tratados como escravos. Um dos personagens da matéria, é a médica Dayaimy González Valon, 38 anos, que optou por permanecer no Brasil. No dia 29 de novembro, ela anunciou sua decisão durante uma transmissão ao vivo no Youtube. Após apenas vinte minutos, a doutora recebeu uma ligação ameaçadora do Dr. Leoncio Fuentes Correa. O Coordenador Estadual da Brigada no estado de Mato Grosso desejava alertar a cubana sobre os resultados de sua escolha. “Pense bem doutora, eu apenas sugiro (…) no final, se você ficar aqui, você sabe que não vai entrar em Cuba por oito anos. E você tem família em Cuba (…) e se algo acontecer com um de seus familiares, que tomara não aconteça, você não poderá entrar no país (…)”. Veja o trecho dessa conversa:
06/12/2018

Na véspera do prazo final de inscrição, restam 123 vagas no programa Mais Médicos

Saúde

Na véspera do prazo final de inscrição, restam 123 vagas no programa Mais Médicos

Nesta terça, 200 médicos anunciaram aos municípios que não assumiriam os postos selecionados no edital de convocação

O Ministério da Saúde afirmou nesta quinta (6) que restam 123 vagas para o programa Mais Médicos. As inscrições para os profissionais interessados em compor o programa vão até esta sexta (7). Já a data final para apresentação no município é 14 de dezembro. O novo edital ofertou, ao todo, 8.157 vagas em mais de 2,8 mil municípios e 34 distritos indígenas, após o anúncio do governo de Cuba sobre a saída dos profissionais do país do programa criado durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Nesta terça (4), o Ministério da Saúde informou que 200 médicos comunicaram aos municípios que não assumiriam os postos que selecionaram no edital de convocação. Os médicos desistentes alegaram incompatibilidade de horário com outras atividades profissionais. Outros profissionais informaram a entrada em residência médica, recebimento de nova proposta de trabalho ou problemas pessoais. Até esta terça, 3.276 médicos já haviam se apresentado ou iniciado as atividades nos municípios selecionados. A jornada de trabalho de um profissional que compõem a equipe do Mais Médicos é de 40 horas semanais, em uma equipe de Saúde da Família, com salário de R$ 11,520 mensais.
04/12/2018

Cerca de 30% dos novos profissionais do Mais Médicos já iniciaram as atividades

Prazo até 14 de dezembro

Cerca de 30% dos novos profissionais do Mais Médicos já iniciaram as atividades

Até o início da noite desta segunda, o Ministério da Saúde recebeu 34.357 inscrições; número disponível de vagas é de 8,5 mil

O Ministério da Saúde divulgou um balanço nesta terça (4) que aponta que cerca de 30% dos profissionais inscritos no novo edital para o Programa Mais Médicos já se apresentaram aos municípios e iniciaram as atividades. Os demais inscritos têm até 14 de dezembro para confirmar o interesse nas vagas e entregar a documentação necessária. Essa também é a data final para a apresentação do médico no município. Até o início da noite desta segunda (3), o Ministério da Saúde recebeu 34.357 inscrições. Desse total, 8.393 tiveram vagas selecionadas — 98,5% mais de 8,5 mil vagas disponíveis no edital. No entanto, 124 vagas — nos estados de Amazonas, Pará e Amapá — ainda não tinham interessados. O edital foi lançado após o governo de Cuba anunciar a saída dos profissionais do país do programa criado durante o governo de Dilma Rousseff (PT). A decisão foi atribuída à declarações feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro sobre exigências que poderiam ser feitas para a permanência dos profissionais cubanos no Mais Médicos. Apesar do sucesso do edital, o número alto de inscrições preocupa alguns especialistas. Um balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) aponta que quatro em cada dez inscritos para ocupar as vagas já atuavam em unidades de saúde por meio do Programa Saúde da Família. A preocupação é de que o preenchimento das vagas do Programa Mais Médicos por profissionais que já atuavam em outras áreas da rede pública de saúde gere desassistência em outros locais. (Com informações da FolhaPress)