Política de segurança

CPI

Deputados devem propor mudanças para aprimorar regras gerais de construção e desativação de áreas de rejeitos de mineração
23/04/2019

CPI sobre rompimento da barragem em Brumadinho será instalada nesta terça

Política de segurança

CPI sobre rompimento da barragem em Brumadinho será instalada nesta terça

Deputados devem propor mudanças para aprimorar regras gerais de construção e desativação de áreas de rejeitos de mineração

A reunião para instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o rompimento da Barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho, está marcada para o início da tarde desta terça (23), quando devem ser escolhidos o presidente, vice-presidente e o relator. A CPI foi sugerida pelos deputados Joice Hasselmann (PSL-SP), Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ). O despacho que autoriza a instalação, assinado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, foi lido em plenário na semana passada. A comissão será composta por 43 titulares, com o mesmo número de suplentes e, inicialmente, funcionará por 120 dias. Os deputados devem propor mudanças na política de segurança de barragens para aprimorar regras gerais de construção e desativação de áreas de rejeitos de mineração. Uma comissão externa para acompanhar o caso já está em funcionamento. O rompimento da barragem em Brumadinho ocorreu no dia 25 de janeiro. De acordo com os dados mais recentes da Defesa Civil de Minas Gerais, 231 pessoas morreram e 41 estão desaparecidas. (ABr)
17/04/2019

Supremo está sendo acusado de censura

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Diante da pressão de seus pares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), prometeu levar ao plenário “oportunamente” a discussão sobre criar ou não uma comissão parlamentar de inquérito para investigar integrantes de Cortes Superiores, a chamada CPI da Lava Toga.
02/04/2019

Dilma, que escapa de fininho, pode virar ‘bola da vez’ na CPI do BNDES

CPI do BNDES

Dilma, que escapa de fininho, pode virar ‘bola da vez’ na CPI do BNDES

12/03/2019

PSOL quer saber sobre mandante e motivação do assassinato de Marielle

CPI contra milícias

PSOL quer saber sobre mandante e motivação do assassinato de Marielle

Legenda vai sugerir criação de CPI para investigar milícias no Rio

No dia em que dois suspeitos de terem matado a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e o motorista Anderson Pedro Gomes foram presos no Rio de Janeiro, deputados federais do PSOL pediram respostas para a motivação do crime e sobre mandantes, que na próxima quinta-feira (14) completa um ano. A bancada do PSOL vai se reunir hoje (12) para decidir a coleta de assinaturas e requer a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação das milícias no Rio de Janeiro. São necessárias 171 assinaturas. “Quem matou Marielle não foi apenas quem apertou o gatilho. Quem matou Marielle foi quem planejou a sua morte, foi quem desejou a sua morte, foi quem contratou, foi quem politicamente desejou eliminar Marielle. É muito importante para o país saber quem mandou matar Marielle, qual objetivo político e qual a motivação”, disse o deputado Marcelo Freixo (RJ). Freixo e Marielle eram amigos e trabalharam juntos por 10 anos, até ela se eleger vereadora. Para ele, hoje é um dia importante, mas não comemorar ou sentir “qualquer felicidade”. “Não há justificativa para que quase um ano depois, só agora a gente tenha informação de quem executou, mas que bom que essa informação chegou. A gente espera que ela seja acompanhada de provas contundentes e, parece, que elas existem”, afirmou. Suspeitos  Sobre os acusados, Freixo afirmou que ambos estão envolvidos em crimes anteriores. O deputado afirmou que Marielle pagou com a vida o preço da insegurança e do envolvimento político na segurança pública. “Não nos cabe apontar para esses mandantes. Não é o nosso papel. Não podemos ser levianos. Cabe a Polícia Civil, em prazo imediato, dar respostas”, disse. O deputado elogiou a forma como o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, conduziu o processo ao afirmar estar do lado da Polícia Civil cobrando a elucidação do caso. Plano de Execução Em dezembro do ano passado, uma ação da Polícia Civil interceptou um plano de execução da milícia contra Freixo. O deputado disse não acreditar que plano contra a sua vida tenha ligação com o assassinato da vereadora Marielle. A articulação foi descoberta após uma ligação para o Disque Denúncia. Segundo a denúncia, um policial militar e dois comerciantes ligados a um grupo de milicianos da Zona Oeste seriam os praticantes do crime. Em 2008, Marcelo Freixo presidiu a CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.