Corrupção no Futebol

CBF

Cartola foi considerado culpado por esquema de propinas entre 2012 a 2015
15/04/2019

José Maria Marin é banido do futebol e pagará multa de R$ 3,8 milhões

Corrupção no Futebol

José Maria Marin é banido do futebol e pagará multa de R$ 3,8 milhões

Cartola foi considerado culpado por esquema de propinas entre 2012 a 2015

O Comitê de Ética da Federação Internacional de Futebol (Fifa) considerou o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, culpado por recebimento de propina. Com isso, ele foi banido de qualquer atividade relacionada ao futebol pelo resto de sua vida. Marin está preso nos Estados Unidos desde 2017. Fifa também impôs uma multa de 1 milhão de francos suíços (cerca de R$ 3,2 milhões). Segundo a Fifa, Marin, ex-governador de São Paulo de 1982 a 1983,  foi notificado hoje (15), data a partir da qual começam a valer as sanções. Segundo a federação, Marin se envolveu em diversos esquemas de pagamento de propina de 2012 a 2015, em relação a contratos com empresas de mídia e marketing de direitos de transmissão de eventos esportivos da CBF, da Confederação Sul-Americana (Conmebol) e da Confederação das Américas Central, do Norte e Caribe (Concacaf). Outro ex-presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, já tinha recebido as mesmas punições em abril de 2018, pelas mesmas irregularidades. (ABr)
27/02/2019

Vice da CBF é afastado do cargo de prefeito, acusado de desviar R$ 28 milhões

Bens bloqueados

Vice da CBF é afastado do cargo de prefeito, acusado de desviar R$ 28 milhões

Juíza de Boca da Mata também bloqueou quase R$ 22 milhões em bens de Gustavo Feijó

O vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a Região Nordeste, Gustavo Dantas Feijó (MDB), foi afastado pela Justiça de Alagoas do cargo de prefeito nesta quarta-feira (27), alvo de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MP/AL), que o denunciou pelo desvio de R$ 28 milhões no exercício do cargo de prefeito do município de Boca da Mata (AL), desde 2013 até 2018. O cartola é acusado de liderar um esquema formado por mais 11 pessoas.  A decisão da juíza Eliana Acioly Machado, da Comarca de Boca da Mata, afasta o prefeito do cargo por 180 dias e ainda determina a indisponibilidade dos bens do prefeito no valor de R$ 21.976.792,55 milhões. A magistrada ainda afasta, pelo mesmo período, Carlos Alberto Silva da Graça, assessor especial, e Wellington Carlos Bezerra, servidor cedido pelo município de Arapiraca para a Prefeitura de Boca da Mata. Também tiveram os bens bloqueados até o limite do acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito, os seguintes acusados de participarem do esquema de corrupção: Jenilda Gomes de Lima, Ômega Locação e Terceirização (Jenilda Gomes Lima LTDA), Heriberto Farias da Silva, Ricardo Marcel Matos de Mendonça, Antônio Thiago Melo da Rocha, Edson José Bezerra, Mariana de Omena Feijó, Carlos Alberto Silva da Graça, Hermano Cardoso Pedrosa Filho, Luiz Jorge Bastos Cabral e Wellington Carlos Bezerra. Todos denunciados por contratar, a partir de licitação fraudada, serviços que nunca foram prestados. Atualmente, o vice-prefeito Valter Acioli de Lima exerce o cargo de prefeito interinamente, enquanto Feijó se encontra licenciado do mandato desde dezembro de 2018, quando alegou que faria tratamento de saúde, por 180 dias. A magistrada Eliana Machado destacou que o valor final desviado ainda será apurado durante a instrução processual. E considerou indispensável o afastamento dos acusados dos cargos que ocupam, para evitar prejuízos às investigações, já que se trata de um município pequeno e os réus poderiam vir a influenciar negativamente as pessoas que ainda prestarão esclarecimentos. “Se a medida não for tomada, poderá redundar em prejuízos para a instrução processual, com a interferência ou atuação indevida daqueles ao longo do processamento e de algum modo possa inibir a apuração de sua responsabilidade (por meio da intimidação de testemunhas, destruição ou ocultação de documento, imposição de dificuldade à realização de perícias ou adoção de qualquer outra prática que deturpe a produção dos elementos necessários à formação do convencimento judicial”, explicou a magistrada. Depoimento confirma esquema De acordo com os autos, o montante de R$ 28 milhões teria sido depositado em favor da Ômega Locação e Terceirização (Jenilda Gomes Lima LTDA), empresa que venceu, irregularmente, um pregão com o objetivo de prestar serviços de locação de máquinas e veículos para atender as mais variadas necessidades do município e os valores desviados eram redistribuídos para terceiros, a partir de orientações do gestor municipal. Ao depor para o MP de Alagoas, Jenilda Lima revelou que os veículos nunca foram disponibilizados para a Prefeitura de Boca da Mata e que sua empresa tinha sido inicialmente desclassificada do certame, contendo 30 concorrentes, por estar com uma proposta em desacordo com o termo de referência, mas, mesmo assim, conseguiu vencer a licitação e celebrar o contrato com a Prefeitura. Os pagamentos à empresa Ômega Locação e Terceirização geralmente eram realizados sem prévio empenho, emissão de notas fiscais ou com emissão sem identificação dos veículos supostamente locados, pagamentos realizados sem comprovação de que o serviço realmente tinha sido prestado. Conforme os autos, no termo de referência, a proposta da empresa vencedora apresenta um valor de R$ 2 milhões, sendo que o valor do contrato celebrado ultrapassa o valor de R$ 12 milhões. De 2013 a 2018, os desembolsos efetuados pelo município em favor da ômega Locação e Terceirização chega ao montante de R$ 28 milhões. Lavagem de dinheiro no posto De acordo com a acusação, grande parte do dinheiro desviado em forma de pagamento à Ômega Locadora e Terceirização teria sido repassado para o Auto Posto 20, empresa pertencente ao próprio prefeito e alguns de seus familiares próximos, com a justificativa de abastecer os veículos da empresa terceirizada, mas que na prática o combustível não era fornecido. Segundo o MP de Alagoas, a empresa servia para viabilizar operações de enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, em benefício do prefeito Gustavo Feijó e dos demais acusados. E seria Ricardo Marcel Matos de Mendonça, amigo do prefeito e que ocupava o cargo de diretor do Instituto de Previdência do Município, que se apresentava como dono do posto, sem ter aporte financeiro que justificasse a posse e nenhum documento que comprove que ele é o proprietário legal da empresa. O contrato social do Auto Posto 20 citado nos autos pelo MP relaciona como sócios Diego de Freitas, filho de criação do prefeito, que foi substituído por Davi de Freitas, irmão de Diego e contador do posto. Também seria sócio Edson José Bezerra, amigo do prefeito, ex-sócio da filha dele e membro da Federação Alagoana de Futebol (FAF), e o administrador da empresa seria Felipe de Omena Feijó, filho de Gustavo e sucessor do pai como atual presidente da FAF. ‘Surpreso e tranquilo’ No início da noite, Gustavo Feijó publicou a seguinte nota, em que afirmou acreditar na possibilidade de provar sua inocência. Leia: O prefeito licenciado do Município de Boca da Mata/AL, Gustavo Dantas Feijó, vem a público declarar que recebeu com surpresa, embora com tranqüilidade, a notícia divulgada no dia de hoje pela imprensa no sentido de que o Ministério Público Estadual teria requerido seu afastamento do cargo, por conta da prática de supostos atos que configurariam improbidade administrativa. Com surpresa, pois, além de não ter tido acesso ao conteúdo de qualquer petição formulada pelo MPE/AL, sempre colaborou com todos os órgãos de controle, de todas as esferas federativas. E com tranqüilidade, pois sempre pautou sua atuação política no respeito estrito às normas e princípios que regem a administração pública. Declara, ainda, que a citada ação configura importante oportunidade para comprovar que jamais praticou ou colaborou para a prática de qualquer ato de improbidade, o que, certamente, restará comprovado no curso da instrução processual. Ressalta, por fim, que, permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos que as autoridades julguem necessários. Operação Bola Fora Em 2017, a Procuradoria Regional Eleitoral deflagrou a Operação Bola Fora, em busca de provas de que a CBF pagou R$ 600 mil, via caixa dois, a Feijó, quando este era candidato a prefeito, em 2012. A investigação também foi realizada pela PF em São Paulo, após os senadores Romário Faria (PSB-RJ) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) revelarem a troca de e-mails apreendidos pela Polícia Federal em 2012, na casa do vice-presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Nas mensagens, Feijó, à época presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), trata do repasse de pelo menos R$ 600 mil prometidos para sua campanha de 2012, dos quais faltariam ser pagos R$ 250 mil. Nenhum centavo declarado na contabilidade oficial da campanha. O Diário do Poder não  conseguiu contato com os demais alvos da decisão judicial. (Com informações da Dicom TJAL)
27/02/2019

MP denuncia vice da CBF por desvios de R$ 28 milhões como prefeito, em Alagoas

Bola Fora evoluiu

MP denuncia vice da CBF por desvios de R$ 28 milhões como prefeito, em Alagoas

Ação pede afastamento de Gustavo Feijó do cargo de prefeito de Boca da Mata

Menos de dois anos após ser alvo da Operação Bola Fora, sob a suspeita de receber R$ 600 mil em caixa 2 para campanha eleitoral em 2012, o vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a Região Nordeste, Gustavo Dantas Feijó (MDB), foi alvo de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL), que o acusa de desviar R$ 28 milhões no exercício do cargo de prefeito do município de Boca da Mata (AL), desde 2013.  Segundo o MP, a ação pede o afastamento de Feijó do mandato de prefeito da cidade e o acusa de integrar uma organização criminosa formada por mais 11 pessoas; todos denunciados por contratar, a partir de licitação fraudada, serviços que nunca foram prestados. Atualmente, o vice-prefeito Valter Acioli de Lima exerce o cargo de prefeito interinamente, enquanto Feijó se encontra licenciado do cargo. A denúncia relata que Gustavo Feijó teria se associado a Ricardo Marcel Matos Mendonça, diretor do Instituto da Previdência dos Servidores Públicos do Município de Boca da Mata. O servidor é apontado como braço direito de Feijó nas irregularidades e testa de ferro do prefeito no posto de combustíveis Auto Posto 20, usado na fraude. A empresa ainda teve como sócios: Suelle Sothania Cintra, esposa de Ricardo Marcel; Edson José Bezerra, Davi de Freitas, Diego de Freitas e o filho de Gustavo Feijó, Felipe de Omena Feijó, que preside a Federação Alagoana de Futebol (FAF). A petição inicial pediu ao Poder Judiciário o bloqueio dos bens dos envolvidos. E foi assinada pelos promotores de Justiça Bruno Baptista, titular da promotoria de Justiça de Boca da Mata; e José Carlos Castro e Karla Padilha, ambos do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público do MP. E ação teve como base relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), extratos bancários obtidos mediante quebra de sigilo autorizada pela Justiça e depoimento dos envolvidos e testemunhas, onde se verificou movimentações financeiras da empresa Ômega Locação e Terceirização Ltda, incompatíveis com sua capacidade econômica. Segundo a ação do MP, o ex-secretário de Finanças de Boca da Mata, Antônio Thiago Melo da Rocha, também foi apontado como principal operador financeiro do esquema, como proprietário de outro posto de gasolina identificado como Posto Santo Antônio, utilizado nas irregularidades. Outra denunciada foi Jenilda Gomes Lima, proprietária da empresa Ômega Locação e Terceirização Ltda, utilizada como fachada para contratação fantasma de serviço de transporte de veículos. As outras pessoas apontadas como laranjas da fraude aos cofres de Boca da Mata são Roberto Cunha Rocha e Cynthia Cesar Jatobá da Rocha, respectivos pai e esposa do ex-secretário Thiago Melo; Wellington Carlos Bezerra, irmão de José Edson Bezerra; Hermano Cardoso Pedrosa Filho; Luiz Bastos Cabral, assessor do prefeito; Carlos Alberto da Silva da Graça, supervisor de compras da Prefeitura de Boca da Mata e Mariana Omena Feijó, filha de Gustavo Feijó. O MP afirma que ainda há possibilidade de existir outros agentes que atuavam no esquema de desvio de verba pública. Os esquemas O MP apresentou elementos para provar na Justiça que a prefeitura de Boca da Mata depositava na conta bancária da empresa Ômega Locação grandes quantias em dinheiro, posteriormente retiradas ou transferidas, pela pessoa de Antônio Thiago, para os demais integrantes do suposto esquema, com a justificativa de pagamento decorrente de serviços prestados ao município. “Na verdade tudo não passava de um grande simulacro, eis que a empresa contratada não prestava tais serviços aos órgãos públicos municipais, servindo apenas como corredor para saída de dinheiro da prefeitura e sua distribuição para as pessoas escolhidas por Gustavo Feijó, que nunca aparecia pessoalmente no esquema, mas agia em nome de seus prepostos, visando a permitir o locupletamento ilícito dos acusados”, explicam os promotores em um dos trechos da petição. A ação também afirma que o suposto esquema de desvio de dinheiro também envolveu o fornecimento de combustível para Prefeitura de Boca da Mata, por meio da utilização dos dois postos de gasolina de familiares ou pessoas próximas ao prefeito. “Foi constituído um estabelecimento, denominado de Auto Posto 20, de suposta propriedade de Ricardo Marcel, amigo do Prefeito, e viabilizou-se para que o empreendimento celebrasse contrato de fornecimento de combustível com a Prefeitura de Boca da Mata. O detalhe é que a empresa foi a única concorrente no certame, apesar da existência de outros possíveis interessados na cidade. Ocorre que além da ilegalidade da referida contratação, o posto ainda emitia notas frias e não realizava qualquer contabilidade. Fica clara que servia apenas para lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito dos envolvidos”, relatam os promotores. O fato de que veículos da prefeitura eram efetivamente abastecidos no Posto Santo Antônio, do ex-secretário municipal de finanças, sem contrato com a Prefeitura do Município, reforça a denúncia de lavagem de dinheiro, porque o serviço era pago pelo Auto Posto 20.  “O chefe do executivo municipal é o grande articulador da organização criminosa e seus amigos Ricardo Marcel e Antônio Thiago Melo os braços direitos e principais operadores do esquema. Ademais, a empresa Jenilda Gomes Lima ME servia apenas para conferir aparência de licitude a um dos esquemas. Por isso solicitamos a condenação dos envolvidos e o ressarcimento integral do dano ao erário”, afirmam. Caixa 2 Em 2017, a Procuradoria Regional Eleitoral deflagrou a Operação Bola Fora em busca de provas de que a CBF pagou R$ 600 mil, via caixa dois, a Feijó, quando este era candidato a prefeito, em 2012. A investigação também foi realizada pela PF em São Paulo, após os senadores Romário Faria (PSB-RJ) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) revelarem a troca de e-mails apreendidos pela Polícia Federal em 2012, na casa do vice-presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Nas mensagens, Feijó, à época presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), trata do repasse de pelo menos R$ 600 mil prometidos para sua campanha de 2012, dos quais faltariam ser pagos R$ 250 mil. Nenhum centavo declarado na contabilidade oficial da campanha. O Diário do Poder não obteve respostas à tentativa de contato com Gustavo Feijó e não conseguiu contato com os demais citados na denúncia do MP.  (Com informações da Comunicação do MP de Alagoas)
23/10/2018

CBF homenageia Marta e emociona a melhor jogadora do mundo de futebol

Rainha do futebol

CBF homenageia Marta e emociona a melhor jogadora do mundo de futebol

Rainha recebeu carinho de crianças e brincou que não existe Rei Pelé sem Rainha Marta

A Casa do Futebol Brasileiro viveu um dia especial nesta segunda-feira (22). A Rainha Marta, melhor jogadora de futebol do mundo, esteve na sede da CBF e proporcionou momentos inesquecíveis a diversas crianças de projetos sociais e escolas do Rio de Janeiro, gravou entrevistas e trouxe os seis troféus de melhor do mundo da FIFA. “É emocionante. Sem dúvida, um momento especial. A gente costuma dizer: não existe rei sem rainha. Estou brincando”, disse a Rainha Marta em entrevista descontraída à Rede Globo. Marta foi recebida pelo presidente da CBF, Antônio Carlos Nunes, e pelo diretor executivo de gestão da entidade, Rogério Caboclo. A craque caminhou pelo tapete vermelho, passou pelos seis troféus, que ficarão expostos na Casa do Futebol Brasileiro até o final do ano, e fez a festa da garotada que a aguardava, com muito abraços, fotos e autógrafos. Com camisas personalizadas para a Rainha, as crianças emocionaram a atleta com tanto carinho. A camisa 10 da Seleção Brasileira Feminina recebeu uma placa de agradecimento do presidente Nunes. “Ver o rosto das crianças com um sentimento de euforia, de alegria, de dividir esse momento comigo, é tocante. Elas me puxavam para ver se era verdade. Você se sente completa. Você olha assim e imagina toda a sua história, toda a sua trajetória no esporte. […] A resenha é grande. Todo lugar que eu chego, a galera já fala: ‘Como é desbancar o Messi e o Cristiano Ronaldo?’. Nem penso nisso. Deixo essa resenha para vocês”, brincou a atacante da seleção brasileira de futebol, na entrevista. O diretor executivo de gestão da CBF, Rogério Caboclo, esteve no último “The Best”, quando Marta recebeu o sexto prêmio de melhor do mundo, em Londres, na Inglaterra. O dirigente relembrou o encontro com a craque na ocasião e destacou a representatividade dela para a modalidade. “Tive a oportunidade de cumprimentá-la e abraçá-la quando você [Marta] recebeu o justíssimo sexto título de melhor jogadora do mundo pela FIFA em Londres recentemente. Naquela ocasião eu disse a você do desejo da CBF de fazer uma homenagem e uma recepção digna da rainha do futebol. E é para isso que estamos aqui hoje. Marta, você é um símbolo máximo do futebol feminino. Você é um orgulho e uma inspiração para todos nós brasileiros”, declarou Caboclo. A CBF afirma que não cansa de demonstrar sua gratidão. Há algumas semanas, a Casa do Futebol Brasileira exibe um grande painel de agradecimento em sua entrada. Mesmo assim, nunca é demais agradecer à alagoana que aprendeu a jogar futebol em um rio seco da cidade sertaneja de Dois Riachos, em Alagoas. (Com informações da CBF)