Presidência do Senado

Carlos Marun

Ele torce para que Simone Tebet 'vença o atraso e a maracutaia'
27/01/2019

Ex-ministro Marun diz que Renan não honra Alagoas e enoja o Brasil

Presidência do Senado

Ex-ministro Marun diz que Renan não honra Alagoas e enoja o Brasil

Ele torce para que Simone Tebet 'vença o atraso e a maracutaia'

O ex-ministro Carlos Marun (MDB-MS) lamentou em nota que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) tenha sido reeleito e afirmou que o político, alvo de 18 investigações policiais determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), “não honra Alagoas e enoja o Brasil”. Marun, que foi ministro-chefe da Secretaria de Governo na gestão de Michel Temer, disse que torce pela vitória de Simone Tebet (MDB-MS) na disputa pela presidência do Senado Federal: – Infelizmente não posso apoiá-la, por tratar-se de assunto interno do Senado Federal, mas confesso que torço para que ela vença esta disputa contra o atraso e a maracutaia representados pela candidatura deste senador infelizmente reeleito, mas que não honra sua Alagoas e que enoja o Brasil. O ex-ministro divulgou a nota após toma conhecimento que que o senador “falastrão e boquirroto” havia ironizado seu apoio a Simone Tebet. Confira na íntegra a nota de Carlos Marun: “Leio agora que este boquirroto e falastrão denominado Renan Calheiros usou sua mídia social para se referir a mim, coisa que por si só me desagrada. Ironiza um apoio meu a candidatura de Simone Tebet. Infelizmente não posso apoiá-la, por tratar-se de assunto interno do Senado Federal, mas confesso que torço para que ela vença esta disputa com o atraso e com a maracutaia representados pela candidatura deste senador infelizmente reeleito, mas que não honra sua Alagoas e que enoja o Brasil.”
02/01/2019

Jair Bolsonaro decide manter Carlos Marun no Conselho de Itaipú

Nomeado por Temer

Jair Bolsonaro decide manter Carlos Marun no Conselho de Itaipú

O ex-ministro da Secretaria de Governo foi nomeado para o cargo pelo ex-presidente Michel Temer

O presidente Jair Bolsonaro decidiu manter o ex-ministro da Secretaria de Governo Carlos Marun (MDB) no Conselho de Itaipú Binacional, conforme nomeação feita pelo ex-presidente Michel Temer nesta segunda (31). O mandato de Marun no conselho terá validade até 16 de maio de 2020. Ele substituirá o advogado Frederico de Oliveira, servidor da Casa Civil. “Estarei portanto exercendo esta função com o mesmo empenho que dediquei a todas as funções que exerci”, declarou Marun sobre a decisão de Bolsonaro. Em cerimônia nesta quarta (2), Marun deixou o cargo de ministro da Secretaria de Governo, agora ocupada pelo general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Marun ainda renunciou o cargo de deputado federal e afirmou já ter se afastado das funções que exercia no MDB.
31/12/2018

Carlos Marun ganha ‘boquinha’ de conselheiro de Itaipu a 3 dias do fim do governo

Boquinha em Itaipu

Carlos Marun ganha ‘boquinha’ de conselheiro de Itaipu a 3 dias do fim do governo

Nomeação pode ser barrada pela Lei das Estatais, de Temer

A três dias de acabar o seu governo, o presidente da República, Michel Temer (MDB) nomeou o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), para uma das boquinhas mais ambicionadas pelos políticos, a de conselheiro de Itaipu Binacional. os atos de exoneração do cargo de ministro e de nomeação para o conselho de Itaipu foram publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (31). O mandato no conselho de administração de Itaipu terá validade até 16 de maio de 2020. Ele substituirá o advogado Frederico de Oliveira, servidor da Casa Civil. Marun disse que o posto lhe interessava e que informou ao presidente que ele ficaria vago com o pedido de saída de Oliveira, publicada também nesta segunda-feira. “Discuti com ele o assunto e disse que esta vaga me interessaria. Ele entendeu que eu possuo os predicados para o exercício da função e me nomeou”, disse. Marun afirmou que, com a nomeação, se afastará da política “por um tempo”. Ele informou que renunciou ao mandato de deputado federal e que já pediu seu desligamento de funções que exercia no MDB. A Lei das Estatais, sancionada por Temer em junho de 2016 para impedir ingerência política em empresas públicas, impede a indicação de ministros de estado a cargos de gestão nessas empresas. A norma de governança das estatais traz ainda uma série de exigências para as nomeações. Entre elas, a necessidade de no mínimo dez anos de experiência na área de atuação da empresa pública, ou quatro anos em cargo de companhia com porte semelhante, ou quatro anos de experiência como profissional liberal em atividade ligada a essa mesma área.
27/12/2018

Presidente Temer assinará decreto do indulto até amanhã, diz Carlos Marun

Após polêmica

Presidente Temer assinará decreto do indulto até amanhã, diz Carlos Marun

Expectativa é que fiquem de fora condenados por crimes de corrupção

Após polêmica, o presidente Michel Temer voltou atrás, e vai assinar o decreto do Indulto de Natal, a informação foi dada nesta quinta-feira (27) pelo ministro da Secretaria de Governo Carlos Marun, “O presidente Temer tomou a decisão de decretar o indulto natalino de hoje para amanhã”. Marun afirmou que o texto ainda está em desenvolvimento, e por isso não haveria detalhes, mas vão ficar de fora os condenados por crimes de grave ameaça, violência sexual, além dos condenados por crimes contra a administração pública, conhecidos como “colarinho branco”, ou seja, crimes ligados à corrupção. O decreto passou pela avaliação do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e do ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha. A expectativa é que o texto vai beneficiar quem está no regime semiaberto.  “Pessoas que trabalham fora durante o dia e que à noite tem que voltar para os presídios, muitas vezes para serem ameaçadas, obrigadas a levar e trazer recados…então é perfeitamente necessário e defensável o indulto e o governo vai fazer”, ressaltou Marun. Ontem, quando ainda não havia definição sobre o indulto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio de Mello se pronunciou a favor do decreto. “O indulto é uma tradição no Brasil e não sei porque não concluímos o julgamento da Adin que impugnou o anterior, de 2017. Agora, precisamos pensar nas verdadeiras panelas de pressão que são as penitenciárias brasileiras”.